Vitamina B1

Princípio Ativo

Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

Classificaçāo

Vitamina

Espécies

Bovinos e Equinos

Tempo de Carência

Não necessita período de carência para consumo de carne ou leite.

Apresentações e concentrações

Opções veterinárias

Apresentações e concentrações

  • - Cloridrato de Tiamina

Indicações e contraindicações

Indicações

Suplementação de vitamina B1.

Utilizada no tratamento de poliencefalomalácia dos bovinos (MENDES, 2007; NAKAZATO, 2000; SANT’ANA, 2009).

Efeitos adversos

Efeitos adversos são muito raros.

Quando administrada pela via intravenosa, e de maneira rápida, pode causar choque anafilático.

Superdosagem

Não são relatados casos de intoxicação pelo uso de tiamina, pelo seu elevado nível de segurança.

Em humanos, o uso de doses elevadas podem causar cefaleia, náuseas, irritabilidade, insônia, taquicardia, dificuldade respiratória, fraqueza e sudorese.

Administração e doses

Via(s)

IM

Frequência de utilização

24 / 24 horas

Doses - Bovinos e Equinos

Adultos

125 - 250 mg / animal

Potros e bezerros

37,5 - 65 mg / animal

Observações

Evitar a via intavenosa sempre que possível. Quando utilizada por esta via, administrar lentamente.

As apresentações de fórmulas contendo vitaminas e minerais para suplementação, apresentam níveis baixos de cada componente e não sendo indicados em casos de hipovitaminose.

A quantidade de cada componente do produto e finalidade desejada devem ser avaliadas para a correta indicação do produto.

Interações medicamentosas

Esse produto não contém interações, pois não há referências sobre ou ainda não foi preenchida por nossa equipe técnica.

Farmacologia

Compatibilidade

Incompatível com soluções alcalinizantes.

Geralmente utilizada em associação com outras vitaminas do complexo B.

Farmacodinâmica

A tiamina no organismo animal combina-se com o fósforo, formando a coenzima pirofosfato de tiamina.

O pirofosfato de tiamina atua no metabolismo dos carboidratos, catalisando as reações de descarboxilação dos alfacetoácidos e as reações das vias das pentoses fosfato.

Farmacocinética

A tiamina não é armazenada em grandes quantidades no organismo animal, portando deve ser fornecida diariamente na dieta.

Efeitos adversos

Efeitos adversos são muito raros.

Quando administrada pela via intravenosa, e de maneira rápida, pode causar choque anafilático.

Superdosagem

Não são relatados casos de intoxicação pelo uso de tiamina, pelo seu elevado nível de segurança.

Em humanos, o uso de doses elevadas podem causar cefaleia, náuseas, irritabilidade, insônia, taquicardia, dificuldade respiratória, fraqueza e sudorese.

Monitoramento

Monitorar a efetividade da suplementação.

Estudos

Não há nenhum estudo relacionado à este produto.

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Referências bibliográficas

MENDES, L. C. N. et al. Estudo retrospectivo de 19 casos de polioencefalomalácia, em bovinos, responsivos ao tratamento com tiamina. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, p. 239-241, 2007.

NAKAZATO, Luciano; LEMOS, Ricardo AA; RIET-CORREA, Franklin. Polioencephalomalacia in cattle in the States of Mato Grosso do Sul and São Paulo. Pesquisa Veterinária Brasileira, v. 20, n. 3, p. 119-125, 2000.

PAPICH, M. G. Manual Saunders de terapia veterinária. 3ª ed. Elsevier, Rio de Janeiro, 2012.

SANT’ANA, Fabiano J.F. de et al. Polioencefalomalacia em bovinos: epidemiologia, sinais clínicos e distribuição das lesões no encéfalo. Pesq. Vet. Bras., Rio de Janeiro, v. 29, n. 7, p. 487-497, July 2009.

STELMANN, Ulisses Jorge Pereira; AMORIM, Rogério Martins. Mieloencefalite protozoária equina. Veterinária e Zootecnia, p. 163-176, 2010.