Chilote

Nome da Raça

Chilote

Altura na Cernelha

1,67 m

Temperamento

Mansos e muito resistentes

Introdução

Origem

Os cavalos Chilote são do país Latino-Americano do Chile. Estes estão localizados especificamente na zona do arquipélago de Chiloé.

A origem destes cavalos dá-se a partir dos cavalos dos conquistadores que chegaram à América desde a Espanha. Apesar destes cavalos serem de diversos tipos, acredita-se que com os Chilotes se realizaram um cruzamento entre cavalos de raças como os Asturcón, os Andaluz e os cavalos Galegos de tipo pônei.

Devido aos cruzamentos que se realizavam, corria-se o risco do desaparecimento da raça como tal, e atualmente encontram-se protegidos pelo estado, tratando de conservar a espécie.

País de origem

Chile

Características gerais

Aspectos raciais

As caraterísticas do cavalo Chilote são fáceis de reconhecer e dentro delas encontram-se os seus pequenos corpos. Além disto, caracterizam-se por ter a sua garupa em posição caída assim como a sua cauda também se localiza de forma baixa.

O perfil destes cavalos é reto devido à forma da sua cabeça e nela destacam-se os seus olhos de grande tamanho, assim como as suas orelhas de tamanho pequeno.

Dentro das caraterísticas do seu comportamento destaca-se que estes cavalos são animais mansos e muito resistentes.

Pelagem

Apesar de se aceitarem camadas de todas as cores, estas são geralmente castanhas ou de cor branca.

Aptidões

Dentro das caraterísticas do seu comportamento destaca-se que estes cavalos são animais mansos e muito resistentes. Por todas essas caraterísticas são cavalos especialmente usados para a carga e para o transporte.

Comportamento e cuidados

Vacinação e vermifugação

As vacinas previnem e/ou minimizam a ação de agentes que possam vir a causar doenças e gerar grandes perdas econômicas. Todos os equinos de uma mesma propriedade devem ser vacinados com o mesmo programa de vacinação. Os programas variam de acordo com a região em que o animal vive ou para qual será transportado.

As vacinas mais utilizadas em equinocultura são a contra influenza, tétano e encefalomielite equina. Em casos de propriedades com problemas de aborto equino a vírus, as éguas prenhas devem receber reforço adicional no 5º, 7º e 9º meses de gestação. Nos equinos os endoparasitas podem causar cólicas, anemias, diarréias, constipações e retardos no crescimento.

Programas de vermifugação devem ser implantados de acordo com o número de animais, extensão da propriedade, sendo importante a alternância do princípio ativo para evitar resistência parasitária e atingir todos os tipos de vermes.

Manejo

Alimentar

O alimento natural dos equinos são os volumosos. Os volumosos são ricos em fibras como as pastagens e as forragens que suprem parcialmente as necessidades nutricionais dos equinos.

Devido às maiores exigências decorrentes do esporte, concentrados enérgicos e/ou protéicos (rações, grãos), foram adicionados à dieta como complemento do volumoso, com quantidade oferecida de acordo com a categoria do animal. O aumento de consumo de concentrados pode causar diversas enfermidades graves como miopatia de esforço, laminite ou cólicas.

Adotar uma periodicidade do horário de alimentar os equinos, evitando longos períodos em jejum. Devidos as perdas constantes de minerais, a suplementação com sal é importante para evitar deficiências.

Casqueamento e ferrageamento

Os cascos de um cavalo devem ser limpos diariamente, principalmente antes do exercício. Um bom casqueamento e ferrageamento nos cascos dos equinos, previne o aparecimento de afecções no aparelho locomotor e oferece proteção do casco dos impactos com o solo, respectivamente.

Confinamento

Água limpa, fresca e a vontade deve estar sempre ao alcance do animal. Manter cavalos em baias é antinatural. Um cavalo chega a se deslocar por dia a distância de 9 a 12 quilômetros. Oferecer baias grandes com ventilação adequada, boa cama, cochos e bebedouros com altura adequada são fundamentais.

Odontológico

As alterações dentárias influenciam na mastigação e digestão dos alimentos, causando menor aproveitamento dos nutrientes, perda de peso, queda de desempenho e problemas no trato gastrointestinal. Os cavalos devem passar por manejo odontológico com um médico veterinário capacitado a cada 6 meses.

Vacinação e vermifugação

As vacinas previnem e/ou minimizam a ação de agentes que possam vir a causar doenças e gerar grandes perdas econômicas. Todos os equinos de uma mesma propriedade devem ser vacinados com o mesmo programa de vacinação. Os programas variam de acordo com a região em que o animal vive ou para qual será transportado.

As vacinas mais utilizadas em equinocultura são a contra influenza, tétano e encefalomielite equina. Em casos de propriedades com problemas de aborto equino a vírus, as éguas prenhas devem receber reforço adicional no 5º, 7º e 9º meses de gestação. Nos equinos os endoparasitas podem causar cólicas, anemias, diarréias, constipações e retardos no crescimento.

Programas de vermifugação devem ser implantados de acordo com o número de animais, extensão da propriedade, sendo importante a alternância do princípio ativo para evitar resistência parasitária e atingir todos os tipos de vermes.

Referências bibliográficas

CINTRA, A. G. de C. O Cavalo: Características, Manejo e Alimentação. Editora ROCA. 2014.

TORRES, A. P.; JARDIM, W.R. Criação do cavalo e de outros eqüinos. Livraria Nobel. 1987.

Raça-Cavalos. Cavalos Chilote. Disponível em: <http://www.racas-cavalos.com/cavalos-chilote>. Acesso em: 21 Jan. 2018.

Imagem disponível em: http://www.racas-cavalos.com/cavalos-chilote