Com mais de 2 mil produtores, Expointer é aberta em Esteio, no RS

Foi aberta oficialmente neste sábado (27) a 39ª Expointer, uma das maiores feiras de agropecuária da América Latina, no Parque de Exposições de Assis Brasil, em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O evento contará com mais de 2 mil expositores, e se estende até o dia 4 de setembro.

Ao contrário das edições anteriores, neste ano a abertura oficial da feira foi realizada no primeiro dia, e não no último. Pela manhã, o governador José Ivo Sartori e mais quatro ministros participaram da cerimônia. À tarde, o ministro da agricultura, Blairo Maggi, participou na casa do Grupo RBS na Expointer de um debate sobre os desafios para o setor.

“O Brasil só vai sair da crise econômica em que nos encontramos se fizermos investimentos fortes, maciços na agricultura”, disse Maggi.

Com o dia ensolarado, milhares de pessoas passaram pelo parque para visitar os pavilhões. O termômetro marcava mais de 30°C durante a tarde. Alguns visitantes levaram a família inteira.

“No primeiro dia a gente já combina todo mundo e vem junto”, diz a agente administrativa Letícia Vieira. “A gente gosta de mostrar os bichos pras crianças”, acrescenta, acompanhada do marido e das duas filhas.

Enquanto produtores buscam fazer negócios e participar de leilões, o público em geral quer ficar mais perto dos animais e saber um pouco mais sobre a vida no campo. “Os trouxemos para ver os animais, para termos essa convivência da vaquinha, da ovelhinha”, diz a secretária Tatiane Eberhard, que também levou os filhos ao evento. “É muito bom para nós e para eles”, comentou.

Os protagonistas da feira recebem muita atenção. O cabanheiro Enedino Ramos conta que precisa produzir os animais para a exposição e tomar conta deles durante a exposição. “O cuidado é grande. Depois que está arrumando, não pode estar passando muita mão, apertando”, explica. “As crianças adoram passar a mão, mas a gente dá um jeitinho e deixa eles passarem”, conta.

Descarga elétrica
Um menino de seis anos sofreu uma descarga elétrica ao tentar passar por baixo de uma roleta da bilheteria da Expointer. O choque não foi forte e, segundo a Polícia Civil, havia fios elétricos sob as catracas. A suspeita é que o material de ferro que separa uma roleta da outra tenha energizado o local.

A criança passa bem. O pai registrou boletim de ocorrência na polícia, e o local foi isolado por técnicos do Instituto Geral de Perícias (IGP).

Fonte: G1

DISCUSSÃO DE CARREIRA – O que faz de nós médicos veterinários?

Diariamente diversos profissionais se questionam sobre a qualidade de seus serviços, sobre conhecimentos adquiridos na vida acadêmica, estágios e dificuldades diárias. Entretanto, o que faz de nós médicos veterinários?

Tudo começa quando na infância colocamos em nossas cabeças que seremos veterinários. Apaixonamos-nos por focinhos geladinhos, pelagens coloridas, miados, latidos, balidos e relinches. Nossos olhos chegam a brilhar, é verdade. Crescemos e construímos novos conceitos, adquirimos novos conhecimentos e de uma hora para outra passamos da infância para a puberdade e logo em seguida temos que tomar a decisão mais arrebatadora de nossas vidas: o que vamos ser quando “crescer”, ou ainda, o que faremos pelo resto de nossas vidas. Continuar lendo DISCUSSÃO DE CARREIRA – O que faz de nós médicos veterinários?

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Bacon

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PEQUENOS ANIMAIS – Principais eventos, feiras, congressos veterinários do mês de setembro de 2016

II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE NEUROLOGIA EM ANIMAIS DE COMPANHIA

Data: De 02 a 04 de Setembro
Local: Botucatu – SP
Informações:
SEXTA 02/09
18:00 Entrega de material
18:30 Abertura
19:00 Neuroanatomia aplicada a neurologia clinica e cirúrgica com Mônica Bahr
20:30 Coffe-break com Mônica Vicky Bahr Arias
21:00 Punção para coleta de líquido cerebroespinhal e mielografia/ mielotomografia com Mônica Vicky Bahr Arias

SÁBADO 03/09
8:00 Abordagem clínica dos tumores intracranianos
9:10 Abordagem de pacientes com problema da coluna vertebral e medula espinhal com Ronaldo Casimiro da  Costa
10:30 Coffe-beak
10:50 A grande essência da neurologia clínica- Localização de lesões de caba à rabo com Ronaldo Casimiro da Costa
14:00 Diagnóstico diferencial de problemas espinhais com Ronaldo Casimiro da Costa
15:00 Principais doenças da coluna vertebral e medula espinhal, parte 1 com Ronaldo Casimiro da Costa
16:00 Coffe-break
16:30 Principais doenças da coluna vertebral e medula espinhal, parte 2 com Ronaldo Casimiro da Costa

DOMINGO 04/09
8:00 Terapêutica clínica e cirúrgica dos tumores intracranianos com Ragnar Schamall
9:20 Coffe-break
09:50 Principais doenças dos nervos cranianos com Ronaldo Casimiro da Costa
11:00 Inclinação de cabeça e outros sinais vestibulares- abordagem e tratamento com Ronaldo Casimiro da Costa

Site: http://fmvz.unesp.br/#!/eventos/ii-simposio-internacional-de-neurologia-em-animais-de-companhia/

XXXIII CONGRESSO BRASILEIRO DE HOMEOPATIA

Data: De 03 a 06 de Setembro
Local: Campo Grande – MS
Informações: Com o tema principal “Perspectivas para a Práxis Clínica na Atualidade”, a organização desenvolverá cinco eixos do conhecimento que de forma complexa teceremos conjuntamente, contextualizando e ao mesmo tempo reconhecendo o singular, o individual e o concreto, de forma sistêmica, interligando as partes, diminuindo distâncias e provocando ideias novas.

Site: http://congressodehomeopatia.com.br/o-congresso.html

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GRANDES ANIMAIS – Principais eventos, feiras, congressos veterinários do mês de setembro de 2016

III SIMPÓSIO DE QUALIDADE DE LEITE
Data: De 02 a 04 de Setembro
Local: Jaboticabal – SP
Informações: O simpósio contará com 17 palestrantes, os quais abordarão temáticas modernas e clássicas, de fundamentais importância para a atualização de profissionais, produtores, estudantes e demais interessados. Além disso, o evento terá apresentação de trabalhos os quais serão publicados na Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia (CRMV-SP)

Site: http://www.sqleite.com.br/#price

CURSO SOBRE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (BPF/GMP): APLICAÇÃO E DESAFIOS
Data: 10/09/2016
Local: Belo Horizonte – BH
Informações: Os objetivos são conhecer e interpretar os requisitos de toda a legislação nacional atualizada referente às Boas Práticas de Fabricação aplicável à cadeia produtiva de alimentos. Desenvolver habilidades para a aplicação, manutenção e melhoria destes requisitos nas organizações alimentícias.

Site: http://www.ellagro.com.br/treinamentobpfbh/

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PEQUENOS ANIMAIS – Hiperadrenocorticismo em Pets

O Hiperadrenocorticismo (HAC) ou Síndrome de Cushing foi descrito pela primeira vez em humanos pelo cirurgião Harvey Cushing em 1910. Em cães, os primeiros casos relatados datam da década de 70 sendo considerada atualmente uma das endocrinopatias mais comuns em rotinas clínicas e é mais comumente diagnosticada em cães de meia idade e idosos.

Caracteriza-se por uma produção excessiva de cortisol (hormônio sintetizado pelo córtex da adrenal) de origem neoplásica ou hipofisária, com exceção do HAC iatrogênico, o qual é resultante da administração crônica de glicocorticoides. A glândula adrenal é dividida em duas áreas principais: cortical e medular. Esta ultima representa 10 a 20% da glândula e o córtex de 80 a 90%. O córtex da adrenal é dividido em três zonas: glomerulosa, fasciculada e reticular, responsáveis pela produção de glicocorticóides e mineralocorticóides. As células corticais possuem alta capacidade de regeneração após lesão química, por isso o tratamento para hipercortisolismo que destrua as células corticais devem ser repetidos periodicamente. Já as células da medula são de natureza nervosa e não se regeneram.

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GRANDES ANIMAIS – Tromboflebite da Veia Cava Caudal

A toxemia por sobrecarga alimentar, uma atonia aguda do rúmen, ocorre em consequência da ingestão excessiva de carboidratos com desenvolvimento de acidose láctica. A toxemia por sobrecarga é vista em bovinos mais frequentemente que em outros ruminantes e usualmente ocorre quando animais, acostumados a certo nível de carboidratos na dieta, têm, subitamente, acesso a uma quantidade muito maior ou são, inadvertidamente, alimentados em excesso com carboidratos. A várias condições secundárias à acidose láctica, incluindo rumenite química, rumenite necrobacilar, rumenite micótica, abscessos hepáticos e síndrome da veia cava.

O rúmen de bovinos que morrem de toxemia por sobrecarga está distendido e contém excesso de líquido e de alimentos ricos em carboidratos. O pH ruminal está abaixo de 4,5 e os animais estão desidratados. As lesões de acidose láctica são microvesículas contendo granulócitos e localizadas no epitélio das papilas do rúmen. Essas lesões constituem porta de entrada para a invasão por Fusobacterium necrophorum e por outros microorgnismos. Uma das complicações da acidose ruminal e ruminite é a pneumonia metastática ou tromboflebite da veia cava caudal também conhecida, tromboembolismo pulmonar, aneurisma pulmonar embólico ou síndrome da veia cava, que é caracterizada pela presença de êmbolos sépticos na corrente sanguínea, que são formados a partir de trombos da veia cava caudal que obliteram o lúmen vascular, causando hipóxia tecidual.

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GRANDES ANIMAIS – Anemia infecciosa equina: patologias sem cura

A anemia infecciosa equina (AIE) é uma doença infecciosa, provocada por vírus que acomete os equinos, é transmitido por meio do sangue de um animal infectado, através da picada de insetos hematófagos ou por agulhas, arreios, leite, placenta (transmissão congênita), sêmen (acasalamento) e pelo soro imune. A anemia não tem cura. Uma vez o animal infectado, torna-se portador permanente, podendo apresentar ou não os sinais da doença (forma aguda, crônica), constituindo-se numa fonte de infecção, para outros equinos.

A Anemia Infecciosa Equina (AIE) é uma doença infecto-contagiosa crônica de etiologia viral, limitada a equinos, asininos e muares, caracterizada por episódios periódicos de febre, anemia hemolítica, icterícia, depressão, edema e perda de peso crônica. A enfermidade foi inicialmente descrita na França, em 1843, e sua etiologia viral foi determinada em 1904, por Carré e colaboradores. Todas as raças e idades são suscetíveis, porém, animais subnutridos, parasitados e debilitados têm maior predisposição. A AIE é causada por um retrovírus que está relacionado ao vírus da imunodeficiência humana, bovina e felina.

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PEQUENOS ANIMAIS – Esporotricose felina: risco de contaminação veterinária

A esporotricose constitui-se em micose subcutânea, caracteristicamente pápulo-nodular, em fase pré-clínica avançada e ulcero gomosa. O agente causal, o fungo Sporothrix schenckii, é monoespecífico e dimórfico, ou seja, tem aspectos micro e macromorfológico distintos, em função do substrato e da temperatura ambiente (25 ºC) é filamentoso e a 37 ºC é leveduriforme, tal como se apresenta suscetível no animal ou humano. Na maioria das vezes, a doença se manifesta como uma infecção benigna limitada à pele e ao tecido subcutâneo, no entanto, os felinos domésticos infectados tendem a desenvolver uma forma mais grave da esporotricose com lesões generalizadas e inclusive com comprometimento sistêmico, frequentemente culminando com óbito.

Nos animais de companhia, a esporotricose tem sido frequente diagnosticada em felinos, manifestando-se na forma cutânea localizada, cutânea linfática e cutânea disseminada. Nos gatos, as lesões ocorrem mais comumente no aspecto distal dos membros, cabeça ou base da cauda. O quadro inicial pode assemelhar-se a feridas devido a brigas, abscessos, lesões de celulite ou com tratos fistulosos que não são responsivas a antibioticoterapia. Essas podem evoluir para lesões ulceradas, crostosas e com exsudatos purulentos. Nos casos mais graves, pode ocorrer a disseminação do fungo (pulmões, fígado, trato gastrintestinal, sistema nervoso central, olhos, baço, ossos, articulações, rins, testículos, mama e linfonodos), levando à letargia, prostração, anorexia e hipertermia.

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