Opinião: o que torna o veterinário um líder?

Leonidas liderou a vitória de seu exército contra forças grandiosas, mas todos seus 300 homens morreram na Batalha das Termópilas.

Teria Leonidas sido um bom líder? O que faz um bom líder?

Na medicina veterinária, liderança engloba mais que ser um bom clínico. Por exemplo, educação, treinamento e experiência preparam melhor veterinários para lidar com condições médicas complexas e responder adequadamente, como: ‘Sra. Rosa, Fifi foi diagnosticada com diabetes. Para ter qualidade de vida, a Sra. terá que aplicar insulina diariamente e dar a ela uma dieta especial’.  

Esse tipo de conhecimento pode servir bem ao veterinário em termos de antibióticos, hemogramas e ecocardiogramas, mas como veterinários guiam sua equipe através das “batalhas” diárias, emergências e situações adversas?

De acordo com o Veterinary Leadership Institute (Instituto Veterinário de Liderança), profissionais veterinários precisam não somente da proficiência médica para conhecer seus clientes e suas necessidades variáveis, mas também habilidade e competência para se adaptar a suas crescentes responsabilidades. Para liderar com sucesso um time de profissionais dedicados, veterinários devem ser mais que uma enciclopédia falante de conhecimento médico; eles devem estar aptos a delegar responsabilidades a todos os membros da equipe para maximizar suas respectivas funções enquanto interagem com clientes, suas necessidades e desejos. Para melhor encontrar as necessidades de clientes e pacientes, os Vets devem ser capazes de trabalhar como parte da equipe. Os membros procuram nos mesmos o comando e orientação, que naturalmente leva o veterinário ao cargo de “comandante”.  Com tudo, não existe time sem que todos os membros desempenhem funções críticas em uma prática de sucesso.

Chefe x Líder

Muitas crianças jogam o jogo “siga o mestre”, no qual todos automaticamente seguem um líder. Um chefe o qual todos seguem no local de trabalho não é automaticamente um líder.

Os chefes são normalmente autoritários, o que nem sempre promove o crescimento do grupo ou criatividade, e isso é muito comum. Na experiência geral, um bom líder motiva sua equipe de diferentes formas: dando o exemplo, mantendo linhas de comunicação abertas para que a equipe mostre suas ideias, sendo honesto, promovendo uma prática positiva, sendo consistente no propósito de uma missão prática e valorizando o cargo de cada membro da equipe.

O Líder Trabalhador

Um modo de gerenciamento bem sucedido é o do líder trabalhador – aquele que ajuda os membros da sua equipe alcançar seu potencial máximo por meio de métodos que permitem desenvolverem suas competências e se tornarem mais autônomos. Logo abaixo há um exemplo do método Líder Trabalhador:

Uma clínica veterinária recentemente contratou uma nova gerente de escritório. Como um líder trabalhador, o veterinário dá a ela a importante tarefa de implementar orientações preventivas de assistência à clinica, incluindo transmitir conhecimentos ao resto da equipe durante os treinamentos. Isso responsabiliza o novo membro do “time”, dá a ele um importante papel e automaticamente aumenta seu reconhecimento por parte da equipe. Conjuntamente, haverá uma positiva correlação entre o fortalecimento do conjunto e uma promoção de melhores cuidados com os pacientes.

A função do líder é valorizar o trabalho na formação de líderes ao invés de simplesmente treinar os membros da equipe – o que faz com que os resultados do faturamento, contentamento, saúde e uma prática bem sucedida diminuam.

Conclusão:

Então o que constitui um bom líder? Não interessa se é a maneira “dele” ou “dela”, um bom líder garante que vale a pena o esforço e demonstra isso por meio da liderança e, o mais importante, ganha e alimenta a confiança de seu time.

É como os espartanos seguindo Leonidas sabendo que morreriam na batalha. Eles acreditavam que os anseios de seu líder tinham valor e que seus sacrifícios e esforços eram necessários. Acredita-se que esse seja o verdadeiro princípio da liderança.

Traduzido e adaptado de: http://www.veterinaryteambrief.com/article/opinion-what-makes-veterinarian-leader

Por Larissa Florêncio de Assis, colaboradora do Setor de Patologia Clínica Veterinária da Universidade Federal de Lavras, Redatora e Criadora de Conteúdo para a Vet Smart.

Opinião: o que torna o veterinário um líder?

Leonidas liderou a vitória de seu exército contra forças grandiosas, mas todos seus 300 homens morreram na Batalha das Termópilas.

Teria Leonidas sido um bom líder? O que faz um bom líder?

Na medicina veterinária, liderança engloba mais que ser um bom clínico. Por exemplo, educação, treinamento e experiência preparam melhor veterinários para lidar com condições médicas complexas e responder adequadamente, como: ‘Sra. Rosa, Fifi foi diagnosticada com diabetes. Para ter qualidade de vida, a Sra. terá que aplicar insulina diariamente e dar a ela uma dieta especial’.  

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Grandes Animais: Eventos de novembro de 2016

XXV CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PRODUÇÃO ANIMAL & XI CONGRESSO NORDESTINO DE PRODUÇÃO ANIMAL

Data: De 07 a 10/11/2016
Local: Recife – PE
Informações: Os eventos serão realizados simultaneamente entre os dias 07 a 10 de novembro  e irão possibilitar encontros de especialistas do mundo inteiro na discussão de temas tão relevantes que são a segurança alimentar e a produção animal
Site: http://www.alpa2016.com.br/bra/index.php?teacher=folder/home#

I SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CLAUDICAÇÃO EM RUMINANTES E I WORKSHOP INTERNACIONAL EM PODOLOGIA BOVINA

Data: De 07 a 09/11/2016
Local: Curitiba – PR
Conteúdo Programático:

  • Nomenclatura brasileira e internacional;
  • Desafios para a claudicação sob a ótica da Nova Zelândia;
  • Diagnóstico e tratamento da DDB e DIB / profilaxia da DDB e DIB;
  • Diagnóstico, tratamento e profilaxia da Úlcera de sola e Doença da linha branca;
  • Assistência Veterinária em podologia no Brasil;
  • Diagnóstico, tratamento e profilaxia da necrobacilose interdigital e hiperplasia interdigital;
  • Claudicação em gado de leite na prática – Visão técnica guiada na Bovinocultura Leiteira na Fazenda Experimental Gralha Azul da PUCPR com enfoque em podologia e bem estar;
  • Apara funcional e intervenções cirúrgicas

Site: http://www.crmv-pr.org.br/?p=inicial/evento_detalhes&id=1561

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Pequenos Animais: eventos de novembro de 2016

2º CONGRESSO SUL BRASILEIRO DA ANCLIVEPA E 1º ENCONTRO DO MERCOSUL DE CLÍNICOS VETERINÁRIOS DE PEQUENOS ANIMAIS

Data: De 02 a 04/11/16
Local: Florianópolis – SC
Informações: Visando manter e ampliar as ações de atualização e aprimoramento técnico dirigida aos Médicos Veterinários do Sul do Brasil, serão três dias de profícua interação profissional, troca de conhecimentos e aperfeiçoamento entre profissionais e acadêmicos do Brasil e do Mercosul com palestrantes nacionais e internacionais, referências em suas áreas de atuação. As palestras visando sempre transmitir conhecimentos aplicáveis no dia a dia, na rotina da clínica veterinária de pequenos animais.

Site: http://www.anclivepasul.com.br/index.php

XII CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA

Data: De 12 a 15/11/2016
Local: Curitiba – PR
Informações: O evento busca o aprimoramento técnico-científico e a interação entre profissionais e estudantes interessados em anestesia e analgesia veterinária por meio de palestras, mesas-redondas e apresentações de trabalhos científicos.

Site: http://congressocbav.com.br/valor-das-inscricoes

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Além Dos Fármacos: promovendo conforto e cuidado aos pacientes hospitalizados

Ficar hospitalizado pode ser assustador e desconfortante para os Pets, e a dor pode aumentar o desconforto. Agentes farmacêuticos são frequentemente administrados para gerenciar a dor, entretanto, outras ações podem aliviar sozinhas ou conjuntamente à farmacoterapia.

  • Camas confortáveis e posicionamento

Camas apropriadas, como por exemplo, toalhas, cobertores, tapetes, colchonetes de Yoga, são essenciais ao conforto dos pacientes para promover o acolchoamento e evitar superfícies excessivamente duras e desconfortáveis. Colchonetes adicionais para pacientes geriátricos e pós-operatórios também podem ajudar a evitar injúrias ocorridas em gaiolas.

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Pequenos Animais: eventos de novembro de 2016

2º CONGRESSO SUL BRASILEIRO DA ANCLIVEPA E 1º ENCONTRO DO MERCOSUL DE CLÍNICOS VETERINÁRIOS DE PEQUENOS ANIMAIS

Data: De 02 a 04/11/16
Local: Florianópolis – SC
Informações: Visando manter e ampliar as ações de atualização e aprimoramento técnico dirigida aos Médicos Veterinários do Sul do Brasil, serão três dias de profícua interação profissional, troca de conhecimentos e aperfeiçoamento entre profissionais e acadêmicos do Brasil e do Mercosul com palestrantes nacionais e internacionais, referências em suas áreas de atuação. As palestras visando sempre transmitir conhecimentos aplicáveis no dia a dia, na rotina da clínica veterinária de pequenos animais.

Site: http://www.anclivepasul.com.br/index.php

XII CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA

Data: De 12 a 15/11/2016
Local: Curitiba – PR
Informações: O evento busca o aprimoramento técnico-científico e a interação entre profissionais e estudantes interessados em anestesia e analgesia veterinária por meio de palestras, mesas-redondas e apresentações de trabalhos científicos.

Site: http://congressocbav.com.br/valor-das-inscricoes

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Grandes Animais: Eventos de novembro de 2016

XXV CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PRODUÇÃO ANIMAL & XI CONGRESSO NORDESTINO DE PRODUÇÃO ANIMAL

Data: De 07 a 10/11/2016
Local: Recife – PE
Informações: Os eventos serão realizados simultaneamente entre os dias 07 a 10 de novembro  e irão possibilitar encontros de especialistas do mundo inteiro na discussão de temas tão relevantes que são a segurança alimentar e a produção animal
Site: http://www.alpa2016.com.br/bra/index.php?teacher=folder/home#

I SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CLAUDICAÇÃO EM RUMINANTES E I WORKSHOP INTERNACIONAL EM PODOLOGIA BOVINA

Data: De 07 a 09/11/2016
Local: Curitiba – PR
Conteúdo Programático:

  • Nomenclatura brasileira e internacional;
  • Desafios para a claudicação sob a ótica da Nova Zelândia;
  • Diagnóstico e tratamento da DDB e DIB / profilaxia da DDB e DIB;
  • Diagnóstico, tratamento e profilaxia da Úlcera de sola e Doença da linha branca;
  • Assistência Veterinária em podologia no Brasil;
  • Diagnóstico, tratamento e profilaxia da necrobacilose interdigital e hiperplasia interdigital;
  • Claudicação em gado de leite na prática – Visão técnica guiada na Bovinocultura Leiteira na Fazenda Experimental Gralha Azul da PUCPR com enfoque em podologia e bem estar;
  • Apara funcional e intervenções cirúrgicas

Site: http://www.crmv-pr.org.br/?p=inicial/evento_detalhes&id=1561

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Além Dos Fármacos: Promovendo Conforto E Cuidado Aos Pacientes Hospitalizados

Ficar hospitalizado pode ser assustador e desconfortante para os Pets, e a dor pode aumentar o desconforto. Agentes farmacêuticos são frequentemente administrados para gerenciar a dor, entretanto, outras ações podem aliviar sozinhas ou conjuntamente à farmacoterapia.

  • Camas confortáveis e posicionamento

Camas apropriadas, como por exemplo, toalhas, cobertores, tapetes, colchonetes de Yoga, são essenciais ao conforto dos pacientes para promover o acolchoamento e evitar superfícies excessivamente duras e desconfortáveis. Colchonetes adicionais para pacientes geriátricos e pós-operatórios também podem ajudar a evitar injúrias ocorridas em gaiolas.

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Métodos arcaicos: a substituição de animais no ensino nos prejudica como profissionais?

No dia 29 de Setembro desse ano, a protetora de animais Luisa Mell publicou em sua página do Facebook uma foto de estudantes de Medicina Veterinária da Faculdade de Jaguariúna (FAJ) com os seguintes dizeres: “Eles estudam veterinária, na Faculdade Jaguariuna/SP. E acreditem, fizeram uma manifestação ontem a noite pedindo a volta das aulas onde torturavam e matavam porcos inocentes! (…)” e completa, “Aos estudantes a minha indignação: vcs não tem vergonha na cara? Na teoria quem faz veterinária é por amor aos animais, e vcs querem massacrá-los e matá-los para se divertirem??? Vergonha! (…)”. A repercussão em redes sociais foi bastante ávida e levantou uma série de questionamentos sobre os métodos utilizados pelas escolas de Medicina Veterinária.

Antes de qualquer debate, salientamos aqui que o animal utilizado na da disciplina de Patologia Clínica de Suínos realizada na Faculdade de Jaguariúna sofria de rinite atrófica, intenso parasitismo e baixo peso. O indicado nesses casos é a eutanásia a fim de evitar a disseminação das doenças para o restante da criação, portanto, o animal fora submetido a uma eletronarcose (insensibilização), seguida de exsanguinação. Fato esse esclarecido pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo em nota. Posto isso, o questionamento mais recorrente após os fatos apresentados foi: qual a real necessidade de se utilizar animais vivos ou cadáveres em procedimentos ou aulas?

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Arcaicos métodos: a substituição de animais no ensino nos prejudica como profissionais?

No dia 29 de Setembro desse ano, a protetora de animais Luisa Mell publicou em sua página do Facebook uma foto de estudantes de Medicina Veterinária da Faculdade de Jaguariúna (FAJ) com os seguintes dizeres: “Eles estudam veterinária, na Faculdade Jaguariuna/SP. E acreditem, fizeram uma manifestação ontem a noite pedindo a volta das aulas onde torturavam e matavam porcos inocentes! (…)” e completa, “Aos estudantes a minha indignação: vcs não tem vergonha na cara? Na teoria quem faz veterinária é por amor aos animais, e vcs querem massacrá-los e matá-los para se divertirem??? Vergonha! (…)”. A repercussão em redes sociais foi bastante ávida e levantou uma série de questionamentos sobre os métodos utilizados pelas escolas de Medicina Veterinária.

Antes de qualquer debate, salientamos aqui que o animal utilizado na da disciplina de Patologia Clínica de Suínos realizada na Faculdade de Jaguariúna sofria de rinite atrófica, intenso parasitismo e baixo peso. O indicado nesses casos é a eutanásia a fim de evitar a disseminação das doenças para o restante da criação, portanto, o animal fora submetido a uma eletronarcose (insensibilização), seguida de exsanguinação. Fato esse esclarecido pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo em nota. Posto isso, o questionamento mais recorrente após os fatos apresentados foi: qual a real necessidade de se utilizar animais vivos ou cadáveres em procedimentos ou aulas?

Há quem diga que a utilização de animais em disciplinas como anatomia, técnicas cirúrgicas e até mesmo cirurgia são facilmente passíveis de substituição, uma vez que universidades do mundo inteiro utilizam modelos realísticos e, portanto conseguem suprir todas as necessidades acadêmicas dos estudantes. Na Universidade de São Paulo (USP-FMVZ), a professora Julia Matera foi pioneira no uso de técnicas substitutivas para ensino de cirurgia e foi recentemente premiada pelo projeto. O mesmo consiste na utilização de cadáveres injetados com solução de Larssen modificada, que permite a conservação dos tecidos e texturas característicos de cada estrutura. Além disso, a professora junto de seus orientados desenvolveu uma forma de passar fluidos que imitam sangue pelos vasos do animal por meio de uma bomba, simulando o processo real.

Outra solução para não utilização de animais apresentada pelos professores João Chrysostomo de Resende Júnior, Luciano da Silva Alonso e Henrique Ribeiro Alves de Resende da Universidade Federal de Lavras foi a criação de um atlas digital de anatomia veterinária em 3D. O mesmo consiste em um software que permite ao usuário realizar estudo dos ossos e seus processos sem a necessidade de sair de casa, ou ainda, usar animais para a confecção de peças anatômicas. Atualmente, professores da mesma universidade estudam a possibilidades de imprimir os ossos já escaneados em impressoras 3D, extinguindo por completo a utilização de animais. Cada vez mais a tecnologia e suas ferramentas têm possibilitado alternativas concretas ao uso de animais em diferentes disciplinas.

Por outro lado, há disciplinas que não possuem, ao menos não no Brasil, tecnologia suficiente que possa suprir a demanda do ensino, como por exemplo, a área de Patologia e abate suíno. Além disso, os próprios discentes relatam suas dificuldades em realizar procedimentos em cadáveres devido as condições dos mesmos, que pouco se assemelham ao real. Realizar uma cirurgia em um animal conservado ou em modelo realístico, segundo os mesmos, pode induzir a erros quando realizada em animais vivos. Além disso, a ausência de parâmetros vitais (frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura) que também são avaliados em um procedimento cirúrgico é também reclamada pelos alunos.  Ou seja, por mais que existam inúmeras tentativas de substituição, as situações clínicas e a complexidade cirúrgica não podem ser facilmente simuladas. Outro ponto que tem deixado muitos estudantes de Medicina Veterinária perplexos é o fato de Escolas de Medicina humana utilizarem animais em seus procedimentos sem que haja qualquer preocupação ou fiscalização em relação a morte e manejo dos mesmos, sendo que essas práticas são veementemente debatidas e punidas quando na área veterinária. A tecnologia e os métodos alternativos não chegam a todos?

Texto elaborado por Larissa Florêncio de Assis, colaboradora do Setor de Patologia Veterinária da Universidade Federal de Lavras, criadora de conteúdo e redatora para a Vet Smart.

Fontes:

http://www.crmvsp.gov.br/site/noticia_ver.php?id_noticia=5718

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17535356

http://www5.usp.br/106344/novos-metodos-substituem-uso-de-animais-vivos-no-ensino-da-veterinaria/

http://repositorio.ufla.br/bitstream/1/9380/1/MONOGRAFIA_Desenvolvimento_de_um_sistema_hiperm%C3%ADdia_educacional_aplicado_%C3%A0_anatomia_veterin%C3%A1ria.pdf