Farmacologia: marijuana e a medicina veterinária

A maconha é derivada da planta Cannabis sativa e tem sido usada na medicina humana, entretanto, os efeitos passaram a ser notados nos Pets entre meados e no fim dos anos 90. Quando a maconha medicinal tornou-se legal para uso em humanos na Califórnia em 1996, foi apenas questão de tempo até os pacientes humanos, satisfeitos com os resultados da Cannabis terapêutica, começar a fornecer a planta os Pets com condições parecidas.

Veterinários dizem que estão tratando cada vez mais cães com intoxicação por maconha. O veterinário Doug Kramer, da Califórnia, empenhou-se em uma campanha das mais polêmicas. Ele defende a legalização do uso medicinal da maconha, já permitido em algumas partes dos Estados Unidos, também para os animais de estimação. Em sua experiência, o criador da empresa Vet Guru, voltada ao desenvolvimento de produtos naturais, sustenta que a droga pode ser usada, em certos casos, para aliviar a dor e estimular o apetite.

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MSD Saúde Animal apresenta associação inédita para o tratamento de otite externa

Companhia lança POSATEX™, eficácia, segurança e conveniência agora juntas em um produto inovador de administração diária única

CAMPINAS, 12 de maio de 2016 – A otite externa, comumente chamada de “inflamação do ouvido”, é o principal motivo pelo qual os proprietários de cães levam seus animais às clínicas veterinárias. A condição otológica é caracterizada pela inflamação da orelha externa, incluindo o conduto auditivo, e atinge de 14 a 20% dos cães, sendo um em cada quatro casos considerado grave – os casos graves são definidos por vermelhidão, calor ou inchaço, secreção purulenta, alterações físicas no conduto auditivo, dor ou desconforto perceptível, perda de função auditiva, recorrência, entre outros, e se não tratados adequadamente, podem evoluir para otite média, provocando, inclusive, sintomas neurológicos.

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Análise farmacológica veterinária: o universo dos fármacos simplificado e na sua mão

“O mercado veterinário busca a cada dia se aperfeiçoar em conhecimentos e tecnologias que auxiliem no desenvolvimento do trabalho, a farmacologia veterinária é uma das áreas que vem crescendo, sobretudo pela necessidade de modificações e evoluções quanto aos protocolos de tratamento havendo um progresso expressivo em relação aos novos fármacos. Assim, quando o profissional tem conhecimento da área e aplica estes em seus atendimentos clínicos obtém sucesso.

Quando não há conscientização por parte do profissional, o uso inadequado de medicamentos, principalmente os antimicrobianos, pode levar ao aparecimento de resistências microbianas, então o mesmo deve estar ciente e sempre fazer a avaliação dos mecanismos de ação da classe de fármacos ao qual pertence um novo agente terapêutico. Cada profissional deve buscar o aprimoramento e informação na área, buscando novas soluções e melhores tratamentos para os pacientes a fim de evitar que a saúde dos animais seja comprometida por prescrições incorretas da medicação.”

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PEQUENOS ANIMAIS: Ansiedade de separação em cães – como auxiliar?

A partir do nascimento o filhote forma ligações com a mãe e com os irmãos da ninhada. Posteriormente, com o início do período de socialização (2 a 4 meses de idade), o filhote irá se ligar a seus irmãos e a outros cães adultos. Com o cão isto pode incluir outras espécies com que tiver contato neste período. O período de socialização determina o tipo de relação social que um animal estabelecerá, bem como os processos de comunicação, coordenação, hierarquia e o tipo de relação que terá com seu proprietário. A ligação implica numa relação de confiança e é o fundamento do laço entre o proprietário e o animal de estimação. Porém, quando um cão fica dependente demais de seu proprietário poderá desenvolver alterações comportamentais associadas à separação.

A ansiedade de separação é um problema muito comum atualmente, especialmente para os companheiros caninos que vivem com seus donos nas cidades grandes e passam grande parte dos dias sozinhos. Sem querer, muitas vezes as pessoas acabam piorando o problema, ao demonstrar o tempo todo que sentem dó do companheiro e se despedem dele efusivamente ao sair de casa. Evidentemente que o cão passará a perceber os mínimos sinais toda vez que o dono for sair e os sintomas de ansiedade serão notados a partir deste momento.

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Uso indiscriminado de medicamentos veterinários: a desvalorização que custa caro

Atualmente percebe-se uma crescente atividade de casas agropecuárias e pet shops: a prescrição indiscriminada de medicamentos restritos ao uso veterinário, para tratamento de diversas enfermidades que acometem cães, gatos e animais de produção. A indicação do uso desses fármacos por pessoas não qualificadas além de gerar uma desvalorização do Médico Veterinário, essencial na função prescritiva e analítica em situações clínicas, gera o falso diagnóstico que pode levar o animal a óbito, causando perdas financeiras e emocionais aos tutores/proprietários. Hoje a Vet Smart traz essa discussão frente à primeira pauta de 2016.

A prescrição de medicamentos de uso veterinário por balconistas em farmácias veterinárias concorre para utilização indiscriminada de fármacos. De acordo com Heineck et al. (1998) e Ribeiro (2004), a utilização de medicação por conta própria ou por indicação de terceiros e obtenção de drogas diretamente em farmácias sem apresentação da prescrição do medico veterinário, ou adquirida ilegalmente (contrabandeadas), estão computadas entre as formas mais comuns de automedicação em nosso meio. É frequente o registro nos consultórios, clínicas e hospitais veterinários de animais padecendo não de doenças e sim das consequências de “tratamentos” indicados por leigos sem compromisso com a vida e o bem-estar do paciente. Como por exemplo, problemas de magnitudes diversas como possíveis intoxicações, reações adversas e em longo prazo, problemas crônicos, isso pela administração do fármaco inadequado e/ou dosagens erradas (Mello et al., 2008).

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