10 passos simples para diminuir os prejuízos com carrapatos

A única forma de minimizar prejuízos com carrapatos, é fazendo um controle estratégico.

Pesquisador da Embrapa lista 10 passos, desde da compra até a aplicação de produtos, para realizar um controle estratégico e eficiente.

Abaixo, o pesquisador Renato Andreotti, da Embrapa Gado de Corte, lista como o processo deve ser feito para dar bom resultado:

1º O  pecuarista deve usar o produto adequado no seu rebanho. E como saber qual escolher? A Embrapa Gado de Corte faz o teste de graça, recebe as amostras, as analisa e orienta o produtor.

2º Feito isso, é necessário ter em mente que a melhor época para iniciar o controle do carrapato é no final da seca. A recomendação é dar de 5 a 6 banhos carrapaticidas com intervalos de 21 dias ou usar produtos pour-on e/ou injetáveis.

3º Sempre seguir a bula do produto.

4º Deve usar equipamentos de proteção na aplicação e banhar os animais a favor do vento para não correr o risco de se intoxicar.

5º Dar banho com o animal contido também evita o desperdício. Sempre no sentido contrário aos pelos, com pressão adequada e em toda a superfície do bovino. Dias de chuva e horários de sol forte são contra-indicados para se fazer a aplicação. Pois em dias de chuva, o produto é lavado do corpo do animal, e no calor,  ocorre maior absorção dos produtos, aumentando o risco de intoxicação.

6º Um bom controle depende ainda da redução do número de carrapatos no pasto. Para tanto, Andreotti orienta: o animal deve retornar à mesma pastagem para que os carrapatos que nele subirem morram, e os que sobreviverem serem eliminados no banho seguinte, antes da queda.

7º Dar mais atenção aos animais de sangue doce, aqueles mais infestados – responsáveis pela recontaminação das pastagens. Segundo o pesquisador, eles devem ser tratados com maior frequência.

8º É necessário também controlar a entrada de animais na propriedade: os recém-adquiridos devem ser tratados no local de origem e isolados por 30 dias em um pasto quarentena.

9º Vale ainda evitar infestações mistas. Equinos e bovinos devem ser mantidos em pastos separados para não haver infestação cruzada de espécies diferentes de carrapatos.

10º Por último, o pesquisador recomenda avaliar uma vez por ano o desempenho do produto e escolher aquele cuja eficácia seja superior a 95%.

Segundo Renato Andreotti, a maioria dos produtores faz uso de carrapaticidas quando os animais e as pastagens já estão altamente infestados, o que dificulta o controle.

O maior problema de não controlar o parasita de forma correta e eficiente, é a disseminação da resistência das populações de carrapatos aos produtos utilizados no seu controle, levando ao aumento dos prejuízos econômicos.

Você sabe qual é a melhor época para vacinar seu rebanho? 

Para obter sucesso na pecuária de corte, é necessário elaborar um calendário profilático, esquematizando as épocas de vacinações.

Há vacinas que são aplicadas no rebanho todo, outras são aplicadas somente em certas categorias de animais, selecionando idade e até mesmo o sexo, como é o caso das vacinações contra o carbúnculo sintomático e a brucelose.

Uma das práticas para bom manejo sanitário na pecuária de corte é a implantação de uma estação de monta, para concentrar os nascimentos dos bezerros na mesma época do ano.

Algumas doenças de interesse:

FEBRE AFTOSA

  • É uma doença aguda que acomete os animais que têm os cascos partidos, extremamente contagiosa e causada por um vírus.
  • Febre alta e feridas na boca e nos cascos. Essa doença é de grande interesse para o Brasil, por ser um fator limitante na exportação de carne para outros países onde ela já foi erradicada.
  • Atualmente, a vacina é oleosa, que dá imunidade mais duradoura. É uma vacina de caráter obrigatório e feita em todo rebanho, independentemente de idade. O seu calendário é determinado pela secretaria de agricultura de cada Estado.

Exemplo: no Estado do Paraná a vacinação deve ser feita nos meses de Maio e Novembro.

CLOSTRIDIOSES

  • Das clostridioses que acometem os bovinos, a mais importante no Brasil é o carbúnculo sintomático.
  • É uma doença típica de animais jovens (até 2 anos). Para sua prevenção, utilizam-se as vacinas polivalentes, isto é, que dão imunidade também contra outros tipos de clostrídios.
  • Quando se utiliza a vacina polivalente, a aplicação é feita no pré-parto, ao nascimento, à desmama e aos 12 meses de idade. Nos animais adultos ela é aplicada uma vez ao ano.

BRUCELOSE

  • É uma doença bacteriana, que interfere na reprodução.
  • Aborto. Essa doença, além do prejuízo econômico, pode ser transmitida ao homem.
  • A vacinação contra ela está se tornando obrigatória em vários estados brasileiros. Ela é feita em dose única e SOMENTE em fêmeas de 3 a 8 meses de idade, acompanhada da marcação com um V seguido do último número do ano de nascimento, no lado esquerdo da cara.

É recomendável que se faça um teste de soro aglutinação anualmente em todos os animais em idade reprodutiva.

SALMONELOSE

  • Essa doença, também chamada de paratifo, é mais comum em animais jovens. Ela provoca enterite (inflamação intestinal), acompanhada de diarreia, febre alta, descoordenação nervosa e morte em 24 a 48 horas.
  • Embora os animais doentes respondam bem ao tratamento com antibióticos, a doença pode ser evitada com vacinação.
  • A vacina é aplicada na vaca no pré-parto (8º mês de gestação) e no bezerro entre 15 e 30 dias após o nascimento.                           

 PASTEURELOSE

  • É uma doença infecciosa aguda, que causa febre, perda do apetite, diarreia sanguinolenta e prostração.
  • Os animais enfermos respondem bem ao tratamento com sulfas.
  • Essa doença pode ser evitada por vacinação, que é feita juntamente com a do paratifo (vacina polivalente). Sua aplicação se faz também no pré-parto e no bezerro entre 15 e 30 dias de vida.

RAIVA BOVINA

  • É uma doença causada por um vírus e transmitida por morcegos hematófagos.
  • A vacinação contra essa doença só é feita em regiões onde existem colônias permanentes de morcegos sugadores de sangue.
  • A vacinação se torna obrigatória quando aparecem focos esporádicos da doença em certas regiões.
  • A aplicação da vacina é anual e feita em todo o rebanho, independentemente de idade. E nas regiões livres, somente quando determinada pelas secretarias de agricultura.

IBR, BVD, PI3 e BRSV

  • São viroses comumente associadas com doenças respiratórias e perdas reprodutivas em bovinos.
  • A prevenção contra essas doenças é feita com vacinas polivalentes, ou seja, existem vacinas para todas elas em conjunto.

A vacinação é feita aos três meses de idade, com reforço 30 dias após, com revacinação anual em dose única.

LEPTOSPIROSE

  • É uma doença de distribuição mundial, sendo mais frequente em áreas de clima quente e úmido. Essa doença é uma zoonose.
  • No bovino, a importância da doença é mais de ordem econômica, por influenciar o potencial reprodutivo do rebanho.
  • No homem, porém, ela pode ser fatal.
  • Essa doença nos bovinos pode ser controlada por vacinação, sendo a primeira dose aplicada entre 4 a 6 meses de idade, com reforço quatro semanas após. Todo o rebanho deve ser vacinado semestralmente.

Fonte: Embrapa.

Casqueamento: quando e como fazer?

OS PROBLEMAS DE CASCOS ESTÃO ENTRE OS MAIORES MOTIVOS DE DESCARTE DE VACAS EM REBANHOS LEITEIROS!

Além disso, esses problemas afetam diretamente outros líderes nesse ranking: a produção de leite, a reprodução e a incidência de mastite. Por diminuir a ingestão de alimentos a vaca perde peso e seu valor no descarte.

O casqueamento preventivo é um manejo que permite através do aparo funcional dos casco restabelecer o aprumo dos cascos e a distribuição do peso entre as unhas, além do tratamento de lesões no estágio inicial.

O crescimento dos cascos é relativamente pequeno, em torno de 5 mm por mês. A forma do casco é resultante da taxa de crescimento versus a taxa de desgaste. O sobrecrescimento é mais ou menos uma consequência natural da alimentação e das condições das instalações onde o animal vive.

Isso é bem marcante nos sistemas de produção intensivo com piso de concreto.

O efeito do sobrecrescimento é uma sobrecarga e instabilidade, principalmente das unhas laterais nos membros traseiros e das unhas mediais nos membros dianteiros.

O sobrecrescimento se manifesta primeiramente na pinça do casco onde o tecido córneo é mais duro, cresce mais rápido e tem um menor desgaste. Em contraste, o tecido córneo do talão é mais macio, cresce mais lento e tem um maior desgaste.

O resultado final é um aumento do comprimento da unha e uma diminuição da altura do talão. O ângulo esperado entre a sola e a parede frontal do casco é de aproximadamente 50°. Quando ocorre sobrecrescimento o ângulo é reduzido bastante, 30° ou menos.

O sobrecrescimento também pode ocorrer na sola. O casqueamento preventivo traz benefícios para a maioria das vacas se realizado uma ou duas vezes por ano. Poucas vacas podem precisar de mais do que isso.

Há rebanhos que utilizam na rotina de manejo da secagem o casqueamento de todas vacas. Isso garante uma melhor condição de casco para a vaca ao parto.

Sabendo que é natural o crescimento e o desgaste irregular das unhas em diferentes sistemas de produção um aparo funcional dos cascos para a correta distribuição do peso entre as unhas se justifica no meio da lactação.

O escore de locomoção é uma ferramenta que ajuda a identificar previamente as vacas que apresentam algum grau de manqueira.

Essa prática pode identificar animais que necessitam de uma atenção especial em algum momento de sua vida produtiva. Para ser melhor explicado, o casqueamento preventivo foi descrito em 6 passos:

1º passo: Ajustar a unha modelo. Inicia-se medindo o comprimento. 7,5 cm é tido como o correto para a maioria das vacas holandesas. Essa medida é tomada a partir do ponto de crescimento da parede dorsal do casco, próximo à coroa do casco até a ponta da pinça. Com uma turquesa corte a ponta do casco na altura definida. O trabalho deve se iniciar pela unha de menor crescimento de cada membro, elas serão utilizadas como modelo para ajustar a outra unha. Nos membros traseiros as unhas mediais são as que apresentam menor crescimento. Já nos dianteiros, as unhas laterais são as que crescem menos.

Depois de ajustado o comprimento, o aparo é realizado na sola na região da pinça. A sola deve ficar no mínimo com 0.6 cm. O ajuste deve ser realizado para buscar uma maior superfície plana entre a parede lateral e a parte axial da unha na região da pinça. Como o desgaste do talão é maior, tenta-se preservar o tecido do talão para atingir o ângulo sugerido de 50° entre a sola e a parede dorsal do casco. Em caso de sobrecrescimento do talão, o corte deve ser feito buscando o ângulo de 50°.

2º passo: Utilizando a unha casqueada como modelo, inicie o trabalho na outra unha do membro, igualando o comprimento. Apoiando as duas unhas sobre o dedo indicador, posicionado na parede dorsal das unhas, nivele a altura da sola da pinça, buscando o máximo de superfície plana. Usando o cabo da rineta pode se aferir o nivelamento entre as solas das pinças.

3º passo: Na parte central das unhas, próximo ao espaço interdigital, abrir uma concavidade para reduzir o ponto de pressão do osso podal chamada de “ponto de pressão de úlcera de sola” e facilitar a limpeza e abrir espaço para aeração do espaço interdigital. Na unha de menor crescimento deve-se atingir próximo de 1/3 da largura da unha. Já na unha de maior crescimento pode-se atingir até 2/3 da largura da unha.

4º passo: Balanço dos talões. A superfície da sola deve ser plana nas pinças, ao longo da parede e entre os talões. Com isso, consegue-se a correta distribuição do peso dentro e entre as unhas. O casqueamento preventivo está terminado nesse ponto se não houver nenhuma lesão instalada no casco. Caso seja necessária alguma medida curativa, deve-se seguir o 5º e o 6º passos.

5º passo: A maioria das lesões são encontradas na unha lateral dos membros traseiros. Chamamos a regra 90:90:90:90, ou seja, 90% dos problemas de locomoção são problemas de cascos; 90 % dos problemas de cascos acometem os membros traseiros; 90% dos problemas nos membros traseiros estão nas unhas laterais e 90% dos problemas estão na região média traseira da unha. Como muito dessas lesões são causadas por sobrecarga, uma indicação é reduzir a sobrecarga na região para permitir um período de recuperação e eventual retorno da função normal.
Em alguns casos, a redução da altura do talão da unha de maior crescimento é suficiente ou pode ser aplicado um bloco na unha sadia para elevar a parte lesionada na outra unha.

6º passo: Na presença de lesões, além do casqueamento preventivo é necessário remover todo o tecido perdido. Somente tecido saudável deve ser mantido. Ao redor de lesões como úlcera de sola deve-se remover o tecido ao redor para facilitar a involução da lesão;

– Evite lesionar o corium;
– Evite cortar mais que o necessário.

Por final, vacas que não responderam ao tratamento após uma semana, devem ser reavaliadas pois o problema não deve ter sido resolvido.

Fonte:http://nftalliance.com.br/artigos/bovinos-de-leite/casqueamento-preventivo

Probióticos, por que devo usar?

OS PROBIÓTICOS SÃO BACTÉRIAS OU LEVEDURAS VIVAS, QUE PODEM SER ACRESCENTADAS À ALIMENTAÇÃO COM O PROPÓSITO DE REGULAR A MICROBIOTA INTESTINAL DO HOSPEDEIRO.

Podem ser culturas únicas ou mistas de microrganismo que, administradas aos animais, produzem efeitos benéficos por meio da simbiose com a microbiota nativa.

Os probióticos podem também conter bactérias ruminais com características específicas que são utilizadas na suplementação dos animais ruminantes. As bactérias que compõem os probióticos são cultivadas em laboratório, em meios de cultura apropriados e são mantidas vivas por meios do processo de liofilização. A composição dos probióticos os torna produtos 100% naturais.

Nem todos os mecanismos de ação dos probióticos foram completamente esclarecidos. Um deles consiste no princípio da exclusão competitiva, ou seja, ao utilizar um grupo de micro-organismos “benéficos”, outros patogênicos não colonizam e são eliminados juntos com o bolo fecal.

Contrariamente aos antibióticos que atuam contra microrganismos, os probióticos são microrganismos benéficos, vivos que podem ser úteis na prevenção ou no tratamento de determinadas doenças.

AÇÃO

A ação dos probióticos baseia-se no seguinte: se os tecidos forem colonizados por seres não patogênicos, então esses espaços ficam ocupados, impedindo a aderência dos patogênicos, ou seja, a competição vai dificultar a sua aderência.

O mecanismo de ação por “exclusão competitiva” ainda não está totalmente elucidado, entretanto, há algumas formas deste tipo de atuação, como: competição por nutrientes, competição física, produção de ácidos, secreção de bacteriocinas, imunidade cruzada, desintoxicação causada por endotoxinas, maior produção de enzimas digestivas, síntese de vitaminas do complexo B e interações com sais biliares.

A exclusão competitiva se aplica aos probióticos a base de microrganismos dos gêneros LactobacillusBifidobacterium, e Streptococos, pois são bactérias que, como os principais patógenos, colonizam o trato gastrointestinal, aderindo-se por meio de fimbrias às células do epitélio intestinal.

No entanto os que contêm Bacillus spe a levedura Saccharomyces-cerevisiae são microrganismos não colonizadores, que apenas transitam pela luz intestinal juntamente com o conteúdo alimentar e não se aderem ao epitélio.

A grande prevalência desses microrganismos probióticos no intestino dificulta a fixação dos patógenos, mediante a exclusão competitiva e/ou antagonismo direto.

Desta forma, haverá menor produção de amônia, toxinas e aminas pelos microrganismos patogênicos, o que contribui na integridade do epitélio intestinal, sugerindo-se que os probióticos afetam a permeabilidade do epitélio intestinal, proporcionando maior eficiência na digestão (secreção de enzimas) e absorção de nutrientes (enterócitos íntegros).

DESEMPENHO

Além de proteger o epitélio intestinal, os probióticos competem com os patógenos pelo uso de aminoácidos, minerais e carboidratos. Dessa maneira, espera-se que os animais suplementados com probiótico apresentem melhorias de desempenho.

A resposta do animal ao uso de probióticos pode ser influenciada por componentes químicos da ração, pela dose utilizada, idade, uso de antibióticos e ambiente de criação. As respostas mais expressivas com a suplementação de probióticos são notadas nos animais estressados e nos recém-desmamados.

O desequilíbrio da micro-biota intestinal, provocada por estresse devido à troca de alimentos, transporte e desmame, pode criar um ambiente favorável à fixação de microrganismos patogênicos causando infecções.

Esses animais, mesmo após a recuperação, devido ao tratamento, terão modificações estruturais no epitélio, como a cicatrização e o encurtamento das vilosidades, fazendo com que haja uma diminuição da absorção de nutrientes tornando esses animais “refugos”.

BENEFÍCIOS DOS PROBIÓTICOS

  • Reduz os riscos de acidoses clínica, melhora a digestão e absorção dos alimentos (concentrados e forragens).
  • Promovem uma melhor conversão alimentar e consequentemente maior absorção de nutrientes (aumentando o desempenho do animal em produção).
  • A levedura probiótica, além de regular o pH do ambiente ruminal e intestinal, potencializa a ação das bactérias probióticas, e sintetizam vitaminas do complexo B.
  • Regula o pH em dietas com altos níveis de açúcares (carboidratos), ou seja, os concentrados rapidamente fermentáveis.
  • Levedura probiótica promove ambiente anaeróbico, diminuindo as bactérias G+(aeróbicas) que são desfavoráveis e produzindo um ambiente ruminal favorável as bactérias G-(anaeróbicas).
  • Estabiliza o pH ruminal, não permitindo que ocorra acidose subclínica(prevenindo leite ácido) e nem os problemas associados (laminites, timpanismo, fertilidade e estresse)
  • Otimiza a atividade enzimática e o metabolismo ruminal em dietas ricas em amido.
  • Em bezerros, promove o estabelecimento precoce da microbiota ruminal, acelerando o desenvolvimento do rúmen e atua na prevenção e cura de diarreias por bactérias. Auxilia também na recuperação de diarreias por vírus e nos desequilíbrios alimentares.
  • Previne diarreias causadas por estresse alimentar que é uma mudança brusca na alimentação (como troca de pastagem).
  • Promove a manutenção e aumento da microbiota ruminal em momentos de estresse e convalescência. Aumenta as defesas naturais, diminuindo a contagem de célula somática no leite e aumenta os teores sólidos no leite (gordura e proteína).
  • Aumenta o consumo da matéria seca e melhora a eficiência alimentar, tendo como consequência crescimento de bezerros, aumento no ganho peso e na produção de leite.
  • Atua aumentando atividade microbiana do rúmen e do intestino.
  • Atua promovendo fezes mais firmes e com menos perda de alimentos não digeríveis.

Fonte: Universidade do leite