Vet Smart TV apresenta online e ao vivo palestra sobre Síndrome Metabólica Felina

Vet Smart traz em sua segunda transmissão ao vivo de palestra veterinária  o tema Síndrome Metabólica Felina.
A transmissão que ocorre online e ao vivo tem o patrocínio de Equilíbrio Veterinary – Total Alimentos.

Nesta palestra abordaremos todas as consequências hormonais que ocorrem na síndrome metabólica e seu impacto na saúde e metabolismo dos gatos.

Por trás da Síndrome Metabólica temos uma série de fatores de risco que podem predispor à diversas doenças secundárias. Vamos aprender a identificá-la e quais são as principais estratégias de combate.

A Dra. Estela Pazos trará sua experiência com alguns suplementos da nutrologia que auxiliam no emagrecimento e atuam na síndrome metabólica felina.
  • Inscrições online gratuitas: atravès do link www.vetsmart.com.br/streaming
  • Quando será a palestra online? 29.11.2017, às 20h
  • Onde será transmitida? Ao vivo e online pelo Vet Smart no mesmo link de inscrição.
  • Sobre a apresentadora Estela Pazos: Graduada em medicina veterinária pela Universidade de Espírito Santo do Pinhal (UniPinhal), 2004.Pós-graduada (lato sensu) em Clínica Médica de Felinos pelo Instituto Qualittas, 2009.Formação em Acupuntura Veterinária pela SAVE – Sociedade de Acupuntura Veterinária, 2010.Atendimento exclusivo a felinos domésticos – clínica médica, comportamento, bem estar animal medicina funcional e nutrologia.Ministra cursos e palestras sobre medicina funcional e nutracêutica do paciente felino.

PEQUENOS ANIMAIS – Esporotricose felina: risco de contaminação veterinária

A esporotricose constitui-se em micose subcutânea, caracteristicamente pápulo-nodular, em fase pré-clínica avançada e ulcero gomosa. O agente causal, o fungo Sporothrix schenckii, é monoespecífico e dimórfico, ou seja, tem aspectos micro e macromorfológico distintos, em função do substrato e da temperatura ambiente (25 ºC) é filamentoso e a 37 ºC é leveduriforme, tal como se apresenta suscetível no animal ou humano. Na maioria das vezes, a doença se manifesta como uma infecção benigna limitada à pele e ao tecido subcutâneo, no entanto, os felinos domésticos infectados tendem a desenvolver uma forma mais grave da esporotricose com lesões generalizadas e inclusive com comprometimento sistêmico, frequentemente culminando com óbito.

Nos animais de companhia, a esporotricose tem sido frequente diagnosticada em felinos, manifestando-se na forma cutânea localizada, cutânea linfática e cutânea disseminada. Nos gatos, as lesões ocorrem mais comumente no aspecto distal dos membros, cabeça ou base da cauda. O quadro inicial pode assemelhar-se a feridas devido a brigas, abscessos, lesões de celulite ou com tratos fistulosos que não são responsivas a antibioticoterapia. Essas podem evoluir para lesões ulceradas, crostosas e com exsudatos purulentos. Nos casos mais graves, pode ocorrer a disseminação do fungo (pulmões, fígado, trato gastrintestinal, sistema nervoso central, olhos, baço, ossos, articulações, rins, testículos, mama e linfonodos), levando à letargia, prostração, anorexia e hipertermia.

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PEQUENOS ANIMAIS: Esporotricose felina – risco de contaminação veterinária

A esporotricose constitui-se em micose subcutânea, caracteristicamente pápulo-nodular, em fase pré-clínica avançada e ulcero gomosa. O agente causal, o fungo Sporothrix schenckii, é monoespecífico e dimórfico, ou seja, tem aspectos micro e macromorfológico distintos, em função do substrato e da temperatura ambiente (25 ºC) é filamentoso e a 37 ºC é leveduriforme, tal como se apresenta suscetível no animal ou humano. Na maioria das vezes, a doença se manifesta como uma infecção benigna limitada à pele e ao tecido subcutâneo, no entanto, os felinos domésticos infectados tendem a desenvolver uma forma mais grave da esporotricose com lesões generalizadas e inclusive com comprometimento sistêmico, frequentemente culminando com óbito.

Nos animais de companhia, a esporotricose tem sido frequente diagnosticada em felinos, manifestando-se na forma cutânea localizada, cutânea linfática e cutânea disseminada. Nos gatos, as lesões ocorrem mais comumente no aspecto distal dos membros, cabeça ou base da cauda. O quadro inicial pode assemelhar-se a feridas devido a brigas, abscessos, lesões de celulite ou com tratos fistulosos que não são responsivas a antibioticoterapia. Essas podem evoluir para lesões ulceradas, crostosas e com exsudatos purulentos. Nos casos mais graves, pode ocorrer a disseminação do fungo (pulmões, fígado, trato gastrintestinal, sistema nervoso central, olhos, baço, ossos, articulações, rins, testículos, mama e linfonodos), levando à letargia, prostração, anorexia e hipertermia.

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PEQUENOS ANIMAIS: Insuficiência renal crônica em felinos – desafios na clínica

Gatos com doença renal crônica (DRC) constituem-se em grande desafio diagnóstico e terapêutico ao clínico veterinário. Desse modo, a Vet Smart traz à discussão da semana esse importante tema.

A condição pode acometer gatos de todas as raças, sexo ou idade. É definida como uma falência renal que persiste por um período prolongado de tempo que pode ser de meses ou anos. Independente da causa primária, apresentam lesões estruturais renais irreversíveis que causam declínio progressivo e inexorável da função dos rins que, por sua vez, acarretam uma série de alterações metabólicas (RUBIN, 1997; POLZIN, 1997).

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PEQUENOS ANIMAIS – Vírus da imunodeficiência felina (fiv): aids felina

A FIV, mais conhecida como AIDS felina, é uma das doenças mais preocupantes aos tutores de gatos, devido seu tratamento contínuo, ausência de cura e possível morte. A “Vet Smart” preocupada em manter a comunidade veterinária informada traz a FIV como tema da discussão dessa semana.

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