Opinião: o que torna o veterinário um líder?

Leonidas liderou a vitória de seu exército contra forças grandiosas, mas todos seus 300 homens morreram na Batalha das Termópilas.

Teria Leonidas sido um bom líder? O que faz um bom líder?

Na medicina veterinária, liderança engloba mais que ser um bom clínico. Por exemplo, educação, treinamento e experiência preparam melhor veterinários para lidar com condições médicas complexas e responder adequadamente, como: ‘Sra. Rosa, Fifi foi diagnosticada com diabetes. Para ter qualidade de vida, a Sra. terá que aplicar insulina diariamente e dar a ela uma dieta especial’.  

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DISCUSSÃO DE CARREIRA – O que faz de nós médicos veterinários?

Diariamente diversos profissionais se questionam sobre a qualidade de seus serviços, sobre conhecimentos adquiridos na vida acadêmica, estágios e dificuldades diárias. Entretanto, o que faz de nós médicos veterinários?

Tudo começa quando na infância colocamos em nossas cabeças que seremos veterinários. Apaixonamos-nos por focinhos geladinhos, pelagens coloridas, miados, latidos, balidos e relinches. Nossos olhos chegam a brilhar, é verdade. Crescemos e construímos novos conceitos, adquirimos novos conhecimentos e de uma hora para outra passamos da infância para a puberdade e logo em seguida temos que tomar a decisão mais arrebatadora de nossas vidas: o que vamos ser quando “crescer”, ou ainda, o que faremos pelo resto de nossas vidas.

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PEQUENOS ANIMAIS: Colapso traqueal, o mal das raças pequenas

O tema dessa semana na seção de pequenos animais é muito importante para proprietários de cães toys. Dessa forma, é importante que o médico veterinário saiba informar o proprietário dos desafios da mesma.

O colapso de traqueia é uma afecção frequente em cães idosos, principalmente de raças pequenas (braquicefálicos), nas quais a condição também é chamada de colapso traqueobrônquico ou colapso da via aérea central.

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Nove de setembro, dia do Médico Veterinário. E o que há para ressaltar ou comemorar?

Muitos dirão que não há o que comemorar pois vivemos em tempos difíceis, com pessoas-clientes difíceis, em plena crise financeira e empregatícia (que também fomenta a emocional) e muitos outros ‘poréns’. Mas não é possível que esta profissão seja tão frustrante ou tão ‘desencantadora’ como muitos têm se queixado, ou que não exista o sentimento de dever cumprido e realização ao final de um longo dia (ou noite) de trabalho.

Não é possível que não surja uma imensa felicidade e satisfação pessoal quando o plantão é contemplado com uma cesárea bem sucedida, ou quando um proprietário agradece com todas as forças por ter salvado a vida de seu companheiro, ou quando aquele cavalo campeão finalmente se recupera da cólica.

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Um presente para nossos usuários: Desconto no ENCONTRO INTERNACIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA IBVET 10 ANOS!

Dos dias 2 e 3 de outubro de 2015 o IBVET completa 10 anos e realizará ENCONTRO INTERNACIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA IBVET 10 ANOS em Campinas – SP.

Acesse aqui para se cadastrar e garantir seu desconto.

Mais informações sobre o Encontro em nosso blog ou no site do evento.

Medicina Veterinária de Pequenos Animais: MIASTHENIA GRAVIS – Diagnóstico Correto

A miastenia grave (MG) é uma doença causada por uma falha na transmissão da sinapse neuromuscular (GUYTON AC; HALL, 2000) caracterizada pelos sinais clínicos de fraqueza muscular generalizada, fadiga, ventroflexão da cabeça após exercícios, passos instáveis e curtos, regurgitação de massas cilíndricas decorrente de megaesôfago (HACKETT et al., 1995; YAM; SHELTON; SIMPSON, 1996).

A mesma se apresenta de duas formas: congênita e adquirida. Na forma congênita teoricamente nenhum fator imunológico contribui para a anormalidade dos receptores de acetilcolina nicotínicos (AChRs), podendo ocorrer baixa afinidade para acetilcolina, falha na síntese AChRs, aceleração da degradação AChRs e defeitos na membrana pós-sináptica. Além disso, tem sido descritas como hereditárias em algumas raças de cães, como nos Fox Terrier (MILLER et all., 1983), Schnauzer, Pastor Alemão, Dogue Alemão, Golden Retrevier e Setter Irlandês (GAYNOR; SHOFER; WASHABU, 1997). Na forma adquirida, há destruição dos receptores de acetilcolina e das membranas pós-sinápticas mediadas por anticorpos (TILLEY; SMITH, 2003). A miastenia grave frequentemente está associada a massas mediastínicas, em geral do timo, as quais podem ser a fonte de anticorpos contra os receptores ou dos antígenos (KANDEL et all., 2000). A forma adquirida prevalece nas raças Akita, Pastor Alemão, Fox Terrier, Jack Russel, Pointer, Chihuahua, Rottweiler, Doberman Pinscher e Dálmatas (SHELTON; SCHULE; KASS, 1997; NELSON; COUTO, 2006).

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Seu cliente precisa saber: castração tem foco em prevenção de doenças e não em monetização.

Muito se fala que a castração é a melhor saída para cães e gatos saudáveis. Alguns especulam que essa seja apenas mais uma desculpa para veterinários ornarem despesas e ganharem dinheiro, mas será mesmo? Nesse texto você poderá conferir algumas razões pelas quais a castração de cães e gatos torna-se efetiva no quesito bem estar animal. Pensa-se que o principal motivo para realizar o procedimento é evitar a proliferação indesejada dos animais. Entretanto uma série de doenças de fundo hormonal podem ter seus níveis de ocorrência abaixados ou praticamente levados à zero.

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