Sobre

Princípio(s) Ativo(s)

  • Oxibendazol

Classificaçāo

Antiparasitário

Receita

Receita Simples

Espécies

Bovinos e Equinos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Para um eficiente controle das verminoses nos rebanhos bovinos é recomendado fazer um controle estratégico com tratamentos em períodos pré-determinados além de adotar um manejo adequado para que não ocorra reinfestação.

Utilize a dosagem recomendada.

Ofereça água limpa e de qualidade aos animais.

Procure orientação do médico veterinário para fazer o controle de parasitas no rebanho.

Apresentações e concentrações

Este produto ainda não tem informações de Apresentações e concentrações

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Benzimidazólico endoparasiticida.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não usar em equideos severamente debilitados ou com cólica, toxemia e doença infecciosa.

EFEITOS ADVERSOS

Os bezimidazóis apresentam alta margem de segurança quando administrados nas doses recomendadas (SANTARÉM et al., 2008; ALMEIDA e AYRES, 2011).

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Em estudo em laboratório não foi demonstrado efeito teratogênico em ratos ou malformações em bezerros estudados (THEODORIDES et al, 1977).

SUPERDOSAGEM

Bovinos tratados com doses de 600 mg/kg não apresentaram sinais de intoxicação.

Administração e doses

Via(s)

Oral

(ALMEIDA e AYRES, 2011)

Recomendado

Equinos

10 - 20 mg / kg

calcular

Bovinos

5 - 10 mg / kg

calcular

Interações medicamentosas

Observações da interação

Não informado

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Os bezimidazóis e Pró-Bezimidazóis inibem a síntese das tubulinas se ligando à β-tubulina livre dos parasitos.

As tubulinas são as proteínas responsáveis pela formação de microtúbulos auxiliares para a movimentação dos cromossomos durante a divisão celular, fazendo parte dos processos de obtenção de energia.

A deficiência na formação de microtúbulos interfere na captação e consumo de glicose, levando à utilização de estoques de glicogênio e comprometendo funções vitais e de produção de ovos viáveis dos helmintos (SANTARÉM et al., 2008).

FARMACOCINÉTICA

A eliminação dos benzimidazóis ocorre através da urina e fezes. A parte que não é biotransformada é eliminada pelas fezes após agir sobre os nematódeos no trato gastrintestinal e a parcela que foi biotransformada é excretada pela urina na forma de metabólitos (ALMEIDA e AYRES, 2011)

Os níveis plasmáticos máximos são alcançados em 6 horas e sua eliminação ocorre durante 9 dias através da urina.

EFEITOS ADVERSOS

Os bezimidazóis apresentam alta margem de segurança quando administrados nas doses recomendadas (SANTARÉM et al., 2008; ALMEIDA e AYRES, 2011).

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Em estudo em laboratório não foi demonstrado efeito teratogênico em ratos ou malformações em bezerros estudados (THEODORIDES et al, 1977).

SUPERDOSAGEM

Bovinos tratados com doses de 600 mg/kg não apresentaram sinais de intoxicação.

MONITORAMENTO

Monitorar o surgimento de resistência parasitária.

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Referências Bibliográficas

ALMEIDA, M. A. O e AYRES, M. C. C. Agentes Antinematódeos. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

SANTARÉM, V. A et al. Endo e Ectoparasiticidas. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica veterinária. 3ª ed. – São Paulo: Roca, 2008.

THEODORIDES, V. J. et al. Toxicologic and teratologic studies of oxibendazole in ruminants and laboratory animals. American journal of veterinary research, v. 38, n. 6, p. 809-814, 1977.