Sobre

Princípio(s) Ativo(s)

  • Ocitocina

Classificaçāo

Hormônio

Receita

Receita Simples

Espécies

Bovinos e Equinos

ARMAZENAMENTO

Deve ser armazenado em sua embalagem original, em temperatura ambiente (15°C a 30°C), protegido da luz e umidade e fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

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Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

É indicada para induzir ou manter o trabalho de parto; em cirurgia é usada após a cesariana para facilitar a involução do útero e a resistÊncia ao grande influxo de sangue. Auxilia nas contrações uterinas durante o parto; na descida do leite e na expulsão da placenta no pós-parto.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não deve ser utilizada para facilitar o parto se este puder ocorrer normalmente.

Não administrar em pacientes cuja cérvix não esteja totalmente relaxada.

Não administrar quando o feto apresentar posicionamento anormal.

Não administrar em casos de hipertonia uterina; obstrução das vias fetais; inércia uterina; toxemia e doença cardiovascular.

EFEITOS ADVERSOS

Efeitos colaterais são incomuns se usada com cuidado.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não administrar a animais prenhes, a menos que para indução do trabalho de parto

SUPERDOSAGEM

Doses elevadas causam hipotensão, espasmo uterino, hipertonia, asfixia e morte fetal, ruptura uterina, distúrbios gastrointestinais e arritmias.

Administração e doses

Via(s)

IV

IM

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

Estímulo contrações uterinas: repetir quando necessário a cada 30/30 minutos (vaca; 60-90 minutos (égua).

Retenção de placenta: repetir quando necessário a cada 2-4 horas.

Suprimir o estro em éguas: 1 ou 2 vezes/dia, do 7° ao 14o dia após a ovulação.

Bovinos - Bovinos

Contração uterina

30 Ul / animal

Ejeção do leite

10 - 20 Ul / animal

Retenção de placenta

20 Ul / animal

Equinos - Equinos

Contração uterina

20 Ul / animal

Retenção de placenta

30 - 40 UI / animal

Supressão dos comportamentos de estro

60 UI / animal

OBSERVAÇÕES

Para retenção de placenta em éguas: pode ser feito 80-100 unidades em 500 mL de solução fisiológica e administrar por via intravenosa.

Interações medicamentosas

Dobutamina

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Hipertensão

Mecanismo de Ação

Efeito sinérgico e aditivo vasoconstritor

Conduta

Evitar o uso

Halotano

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Ocitocina e aumento do seu efeito hipotensor

Conduta

Evitar o uso

Prostaglandinas

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento do efeito uterotônico

Conduta

Evitar o uso

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Atua em dois tipos de receptores: 1 - impede o bloqueio dos canais de cálcio, permitindo a entrada de cálcio extracelular para o meio intracelular; 2 - favorece a produção do inositol 3,4,5, trifosfato (IP3), que libera o cálcio do retículo sarcoplasmático.

A ocupação de ambos os receptores pela ocitocina aumenta o nível citosólico de cálcio, levando à contração uterina.

Possui ainda ação vasodilatadora e antidiurética fraca (OLIVEIRA, 2006).

FARMACOCINÉTICA

A ocitocina é inativada pelo fígado e rins. Estima-se que sua meia-vida seja em torno de 5 a 12 minutos.

EFEITOS ADVERSOS

Efeitos colaterais são incomuns se usada com cuidado.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não administrar a animais prenhes, a menos que para indução do trabalho de parto

SUPERDOSAGEM

Doses elevadas causam hipotensão, espasmo uterino, hipertonia, asfixia e morte fetal, ruptura uterina, distúrbios gastrointestinais e arritmias.

MONITORAMENTO

Monitorar cuidadosamente o stress fetal e progressão do trabalho de parto normal.

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Referências Bibliográficas

MEIRELLES, M. G. et al. Endocrinologia reprodutiva da égua gestante. Rev. Bras. Reprod. Anim., Belo Horizonte, v.41, n.1, p.316-325, jan./mar. 2017

OLIVEIRA, C. M. Medicamentos que atuam na motilidade uterina. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

PAPICH, M. G. Manual Saunders de terapia veterinária. 3ª ed. Elsevier, Rio de Janeiro, 2012