Sobre

Princípio(s) Ativo(s)

  • Pentobarbital Sódico

Classificaçāo

Barbitúrico

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Bovinos e Equinos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Deve ser utilizado apenas por profissional qualificado.

ARMAZENAMENTO

Deve ser armazenado em sua embalagem original, em temperatura ambiente (15°C a 30°C), protegido da luz e umidade e fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Após reconstituição: Manter sob refrigeração.

Apresentações e concentrações

Este produto ainda não tem informações de Apresentações e concentrações

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Barbitúrico de longa ação anticonvulsivante (status epilepticus), sedativo, hipnótico, analgésico, anestésico e agente de eutanásia.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não usar em hepatopatas;

Usar com cuidado em animais apresentando hipovolemia, anemia, cardiopatia grave, alteração respiratória e nefropatia.

EFEITOS ADVERSOS

Depressão cardiorespiratória é o efieto mais comum.

Pode causar também hipotermia, excitação durante o retorno anestésico e irritação perivascular.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Deve ser usado com cautela em gestantes e lactantes.

SUPERDOSAGEM

Altas dosagens ou aplicações rápidas podem ser fatais.

Administração e doses

Via(s)

EV

Equinos

Outras indicações

Equinos

3 - 15 mg / kg

calcular

Bovinos

Anestésico

Bovinos

1 - 30 mg / kg

calcular

Ambos Animais

Agente de eutanásia

Bovinos e Equinos

90 - 120 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

Doses mais baixas são utilizadas para provocar sedação dos animais em estação e em doses altas utilizado para anestesia.

Usar solução a 3%.


A administração concomitante com Acetaminofeno, ácido valpróico, amitraz, anti-histamínicos, antidepressivos tricíclicos, atropina, beta-bloqueadores, bicarbonato de sódio, butorfanol, carprofeno, cefalotina, cimetidina, cloranfenicol, clonazepam, corticosteróides, ciclosporina, clordiazepóxido, clorfeniramina, clorpromazina, codeína, diidrocortisona, dimenidrinato, doxiciclina, doxorrubicina, droperidol, epinefrina, eritromicina, estreptomicina, estrógenos, felbamato, fenitoína, fenotiazínicos, fentanila, glicopirrolato, griseofulvina, insulina regular, itraconazol, lamotrigina, levarterenol, levetiracetam, levotiroxina, Iidocaina, medroxiprogesterona, meperidina, metadona, metronidazol, morfina, nalbufina, norepinefrina, opióides, oxitetraciclina, paroxetina, penicilina G potássica, pentazocina, praziquantel, proclorperazina, progestágenos, promazina, prometazina, quinidina, rifampina, soluções ácidas, succinilcolina, teofilina, tetraciclina, topiramato, vancomicina, varfarina, verapamil e vitamina K podem modificar a absorção dessas substâncias e causar efeitos adversos.

Interações medicamentosas

Cetamina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido dos barbitúricos

Mecanismo de Ação

Desconhecido

Conduta

Ajustar dose

Citrato de Fentanila

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Depressão do SNC

Conduta

Ajustar dose

Clonazepam

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Perda da eficácia do Clonazepam

Mecanismo de Ação

Aumento da excreção urinária da Ciprofloxacina

Conduta

Ajustar dose

Cloreto de Pralidoxima

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da Pralidoxima

Conduta

Ajustar dose

Clorfentramida

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Potencialização do efeito sedativo da Clorfentramida

Conduta

Ajustar dose

Cloridrato de Xilazina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeitos depressores

Conduta

Ajustar dose

Dexclorfeniramina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Potencialização do efeito sedativo da Dexclorfeniramina

Conduta

Ajustar dose

Dietilestilbestrol

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido do Dietilestilbestrol

Mecanismo de Ação

Indução das enzimas que metabolizam o Dietilestilbestrol no fígado

Conduta

Evitar o uso

Doxiciclina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Doxiciclina

Mecanismo de Ação

Aumento do metabolismo hepático da Doxiciclina

Conduta

Ajustar dose

Estradiol

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido do Estradiol

Mecanismo de Ação

Indução das enzimas que metabolizam o Estradiol no fígado

Conduta

Evitar o uso

Hidroxizine

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado do Hidroxizine

Conduta

Ajustar dose

Imipramina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Potencialização da depressao do SNC

Conduta

Incompatível

Metadona

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Metadona

Mecanismo de Ação

Desconhecido

Conduta

Ajustar dose

Paracetamol

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento da toxicidade do Paracetamol

Mecanismo de Ação

Aumento do metabolismo do Paracetamol, que leva ao aumento de suas hepatotoxinas

Conduta

Ajustar dose

Prednisona

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Prednisolona

Mecanismo de Ação

stimulação do metabolismo do Corticosteróide secundária a indução das enzimas hepáticas pelos Barbitúricos

Conduta

Evitar o uso

Progesterona

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Progesterona

Conduta

Ajustar dose

Ácido Acetilsalicílico

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Barbitúricos podem mascarar os sintomas respiratórios da superdosagem com ácido acetilsalicílico e aumento de sua toxicidade

Conduta

Evitar o uso

Ácido Ascórbico

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuído do ácido ascórbico

Mecanismo de Ação

Aumento da excreção urinária do ácido ascórbico

Conduta

Ajustar dose

Ácido Ursodesoxicólico

Tipo de Interação

Urolitíase biliar

Grau de Interação

Grave

Efeito Clínico

Urolitíase biliar

Conduta

Incompatível

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

COMPATIBILIDADE

O pH da solução é de 9-10,5 e pode afetar a estabilidade de outros fármacos administrados. Ele precipita se associado com a maioria dos fármacos baseados em cloridrato ou fármacos com pH baixo.

FARMACODINÂMICA

Os barbitúricos agem aumentando o tempo de permanências dos canais de íon cloreto abertos, o que aumenta a condução do cloro e hiperpolarização do neurônio, por fim diminuindo a taxa de dissociação do GABA de seus receptores (MASSONE, 2008).

FARMACOCINÉTICA

Por ser lipossolível é amplamente distribuído por todo o organismo animal, principalmente cérebro.

É metabilizado pelo fígado em glicuroconjugado e excretado pelos rins na forma inalterada.

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

Pode aumentar os níveis de ALT e reduzir os valores de bilirrubina.

EFEITOS ADVERSOS

Depressão cardiorespiratória é o efieto mais comum.

Pode causar também hipotermia, excitação durante o retorno anestésico e irritação perivascular.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Deve ser usado com cautela em gestantes e lactantes.

SUPERDOSAGEM

Altas dosagens ou aplicações rápidas podem ser fatais.

MONITORAMENTO

Monitorar os sinais vitais durante todo o uso do medicamento.

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Referências Bibliográficas

ANDRADE NETO, J. P. Anticonvulsivantes. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica veterinária. 3ª ed. – São Paulo: Roca, 2008.

MASSONE, F. Anestesiologia veterinária: farmacologia e técnicas. 5. ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008, 571p.

PAPICH, M. G. Manual Saunders de terapia veterinária. 3ª ed. Elsevier, Rio de Janeiro, 2012.