Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Aminofilina

Classificaçāo

Broncodilatador

Receita

Receita Simples

Espécies

Equinos

COMPOSIÇÃO

Cada mL da solução contém:

Aminofilina (DCB 00685) 24 mg

Veículo q.s.p. 1 mL

Excipientes: (etilenodiamina e água para injetáveis)

ARMAZENAMENTO

O aminolex injetável deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

Apresentações e concentrações

Este produto ainda não tem informações de Apresentações e concentrações

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Derivado da xantina broncodilatador, diurético e reverso-parcial dos efeitos da xilazina.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não utilizar em gestantes; usar com cautela em neonatos, geriátricos e portadores de doença cardíaca grave, arritmias, ulceração gástrica, hipertireoidismo, hepatopatia, nefropatia, epilepsia, hipóxia e hipertensão.

EFEITOS ADVERSOS

Agitação, arritmia cardíaca, tremores, excitação, convulsões, hiperestesia, sudorese, polipnéia, polidipsia e taquicardia podem ocorrer em equinos quando utilizado em doses IV acima de 10mg/kg. Em humanos os efeitos colaterais podem ser diminuídos aumentando gradativamente a dose do medicamento (BARNES, 2012).

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

A aminofilina é excretada no leite. Em humanos recomenda-se o uso em gestantes caso os benefícios superem os riscos associados.

SUPERDOSAGEM

Equinos são mais sensíveis do que outros animais aos efeitos de grandes doses de aminofilina, sendo considerada concentração plasmática máxima segura de 15mg/mL nessa espécie. Não existe antídoto conhecido para as metilxantinas (BOOTHE, 2013).

Administração e doses

Via(s)

Oral

EV

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

8 a 12 horas

Doses

Recomendado

Equinos

5 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

Se administrado EV, diluir em pelo menos 100 mL de salina ou glicose 5% e administrar em velocidade máxima de 25 mg/min.

Interações medicamentosas: A administração concomitante com Alopurinol, benzodiazepínicos, beta-bloqueadores, bleomicina, carbamazepina, carvão ativado, cetamina, cetoconazol, cimetidina, ciprofloxacino, clindamicina, corticosteróides, diltiazem, efedrina, enrofloxacino, eritromicina, fenitoína, fenobarbital, furosemida, halotano, hormônios tireoidianos, isoniazida, isoproterenol, glicose, lincomicina, lítio, pancurônio, propofol, propranolol, rifampina, simpatomiméticos, tiabendazol e verapamil podem modificar a absorção dessas substâncias e causar efeitos adversos.

Interações medicamentosas

Cambendazol

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento da toxicidade da Aminofilina

Conduta

Ajustar dose

Ciclofosfamida

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento nos níveis de teofilina com possível toxicidade

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo hepático da teofilina

Conduta

Ajustar dose

Cimetidina

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento nos níveis de teofilina com possível toxicidade

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo hepático da teofilina

Conduta

Ajustar dose

Ciprofloxacina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da aminofilina com possível toxicidade

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo hepático da teofilina

Conduta

Ajustar dose

Efedrina

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efedrina pode causar aumento da toxicidade da aminofilina

Mecanismo de Ação

Desconhecido

Conduta

Ajustar dose

Eritromicina

Tipo de Interação

Sinergismo/Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da aminofilina com possível toxicidade. Efeitos terapêuticos diminuidos da eritromicina

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo da teofilina. Teofilina reduz a biodisponibilidade e aumenta a depuração renal da eritromicina

Conduta

Ajustar dose

Fenobarbital

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da aminofilina

Mecanismo de Ação

Estimulação do metabolismo da teofilina com consequente aumento de sua excreção

Conduta

Ajustar dose

Isoproterenol

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Cardiotoxicidade

Conduta

Evitar o uso

Melixetina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da aminofilina com possível toxicidade

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo hepático da teofilina

Conduta

Ajustar dose

Moricizina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Exacerbação dos sintomas pulmonares

Mecanismo de Ação

Desconhecido

Conduta

Ajustar dose

Rifampicina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Exacerbação dos sintomas pulmonares

Mecanismo de Ação

Indução do metabolismo hepático da teofilina

Conduta

Ajustar dose

Tiabendazol

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da aminofilina com possível toxicidade

Mecanismo de Ação

Desconhecido

Conduta

Ajustar dose

Ticlopidina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da aminofilina com possível toxicidade

Mecanismo de Ação

Eliminação prejudicada da teofilina

Conduta

Ajustar dose

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

COMPATIBILIDADE

A aminofilina não deve ser diluída ou misturada a outros medicamentos, pois apresenta interação de forma negativa com diversos fármacos. Pode ser misturada a maioria das soluções intravenosas porém pode ocorrer incompatibilidade com solução de frutose.

FARMACODINÂMICA

As metilxantinas tem ação inibidora da enzima fosfodiesterase, e também bloqueiam a ação da adenosina através de antagonismo em seus receptores, o que resulta nos efeitos de broncodilatação (BARNES, 2012). Em humanos a aminofilina age como antagonista das ações depressoras do SNC do diazepam (BOOTHE, 2013).

FARMACOCINÉTICA

Em humanos a dose para atingir concentrações terapêuticas eficientes acaba sendo variável de indivíduo para indivíduo, principalmente pela depuração no organismo ser variável, devido a diferenças durante a metabolização que ocorre no fígado. Doenças hepáticas, infecções virais, pneumonia e doença cardíaca podem interferir na depuração da droga no fígado (BARNES, 2012).

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

Pode provocar hiperglicemia e hipocalemia.

EFEITOS ADVERSOS

Agitação, arritmia cardíaca, tremores, excitação, convulsões, hiperestesia, sudorese, polipnéia, polidipsia e taquicardia podem ocorrer em equinos quando utilizado em doses IV acima de 10mg/kg. Em humanos os efeitos colaterais podem ser diminuídos aumentando gradativamente a dose do medicamento (BARNES, 2012).

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

A aminofilina é excretada no leite. Em humanos recomenda-se o uso em gestantes caso os benefícios superem os riscos associados.

SUPERDOSAGEM

Equinos são mais sensíveis do que outros animais aos efeitos de grandes doses de aminofilina, sendo considerada concentração plasmática máxima segura de 15mg/mL nessa espécie. Não existe antídoto conhecido para as metilxantinas (BOOTHE, 2013).

MONITORAMENTO

Reações adversas ao uso do medicamento devem ser monitoradas por serem frequentes e dependendes da dose utilizada.

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Referências Bibliográficas

BARNES P. J. Farmacologia Pulmonar. In: BRUNTON, L. L. et al. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman [tradução: Augusto Langeloh et al. ; revisão técnica: Almir Lourenço da Fonseca] 12. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012.

BOOTHE D. M. Drogas anticonvulsivantes e agentes analépticos. In: ADAMS, H. Richard. Farmacologia e terapêutica em veterinária / editoria de H. Richard Adams; [tradução Cid Figueiredo]. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.