Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Brometo de Ipratrópio

Classificaçāo

Broncodilatador

Receita

Receita Simples

Espécies

Equinos

ARMAZENAMENTO

Conservar em recipiente fechado, temperatura ambiente e ao abrigo de luz.

Apresentações e concentrações

Este produto ainda não tem informações de Apresentações e concentrações

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Antimuscarínico para tratamento adjunto do broncoespasmo.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Usar com cautela em portadores de glaucoma de ângulo fechado, obstruções urinárias ou hipertrofia prostática.

EFEITOS ADVERSOS

Os agentes antimuscarínicos causam geralmente o aumento da frequência cardíaca, diminuição das secreções, secura das mucosas, diminuição da motilidade do TGI e pupilas dilatadas.

O Ipratrópio pode causar principalmente tosse e reações alérgicas.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não parece apresentar efeitos negativos na fertilidade.

Em humanos, apesar de não existirem evidências de efeitos negativos durante os primeiros estágios da gestação, é recomendada cautela em gestantes e lactantes.

SUPERDOSAGEM

Em doses altas são esperados efeitos anticolinérgicos.

Se necessário, realizar tratamento com medicamentos parassimpaticomiméticos.

Administração e doses

Via(s)

Inalatória

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

4 a 6 horas

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

14 dias

Doses

Recomendado

Equinos

180 mcg / animal

Interações medicamentosas

Fenoterol

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumento do Brometo de Ipratrópio

Conduta

Ajustar dose

Piperidolato

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumento do Brometo de Ipratrópio

Conduta

Ajustar dose

Salbutamol

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumento do Brometo de Ipratrópio

Conduta

Ajustar dose

Terbutalina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumento do Brometo de Ipratrópio

Conduta

Ajustar dose

Xantinas

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumento do Brometo de Ipratrópio

Conduta

Ajustar dose

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Os agentes antimuscarínicos atuam competitivamente nos receptores muscarínicos, bloqueando a atuação da acetilcolina.

Esse bloqueio no aparelho respiratório possibilita a atenuação da broncoconstrição e broncoespasmo.

FARMACOCINÉTICA

A administração através da via inalatória pproporciona maior concentração do fármaco no local na árvore brônquica e possibilita a redução de seus efeitos sistêmicos (SILVA,2010).

EFEITOS ADVERSOS

Os agentes antimuscarínicos causam geralmente o aumento da frequência cardíaca, diminuição das secreções, secura das mucosas, diminuição da motilidade do TGI e pupilas dilatadas.

O Ipratrópio pode causar principalmente tosse e reações alérgicas.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não parece apresentar efeitos negativos na fertilidade.

Em humanos, apesar de não existirem evidências de efeitos negativos durante os primeiros estágios da gestação, é recomendada cautela em gestantes e lactantes.

SUPERDOSAGEM

Em doses altas são esperados efeitos anticolinérgicos.

Se necessário, realizar tratamento com medicamentos parassimpaticomiméticos.

MONITORAMENTO

Monitorar frequência cardíaca e respiratória.

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Referências Bibliográficas

SILVA, P. Colinérgicos e Anticolinérgicos. In: SILVA, P., 1921. Farmacologia/Penildon Silva – 8 ed. [Reimpr.]. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

VITAL, M. A. B. F e ACCO, A. Agonistas e Antagonistas Colinérgicos. SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.