Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Cloridrato de Ranitidina

Classificaçāo

Antagonista H2

Receita

Receita Simples

Espécies

Equinos

Apresentações e concentrações

Este produto ainda não tem informações de Apresentações e concentrações

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Antagonista de receptores H2 da histamina inibidor de secreções gastroduodenais e procinético.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Usar com cautela em lactantes e nefropatas.

EFEITOS ADVERSOS

Arritmias cardíacas se administrada rapidamente através da via EV.

Em geral efeitos colaterais decorentes do uso de bloqueadores de H2 são revertidos rapidamente após a descontinuação da terapia.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Cautela no uso em lactação.

SUPERDOSAGEM

Em humanos são relatados efeitos como cefaléia e desorientação com o uso em altas doses.

Administração e doses

Via(s)

Oral

IM

EV

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

EV, IM: 6 a 8 horas;

VO: 8 / 8 horas.

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

21 dias ou a critério do médico veterinário.

EV, IM

Recomendado

Equinos

0,5 - 2 mg / kg

calcular

VO (SPINOSA, 2011)

Recomendado

Equinos

6,6 - 8 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

A administração concomitante com Acetaminofeno, cetoconazol, itraconazol, metoprolol, propantelina e vitamina B12 podem modificar a absorção dessas substâncias.

Interações medicamentosas

Antifúngicos Azóis

Tipo de Interação

Sinergismo/Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido dos Antifúngicos e aumentado da Ranitidina

Mecanismo de Ação

Inibição da secreção tubular renal

Conduta

Administrar com intervalo de 2 horasObservações:

Bicarbonato de Sódio

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da ranitidina

Mecanismo de Ação

Absorção diminuida da ranitidina

Conduta

Ajustar dose

Cefpodoxime Proxetil

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido do cefpodoxime proxetil

Mecanismo de Ação

Aumento do pH gástrico aumenta a biodisponibilidade

Conduta

Evitar o uso

Glipizida

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Hipoglicemia

Mecanismo de Ação

Inibição pelo antagonista H2 do metabolismo hepático

Conduta

Ajustar dose

Hidróxido de Alumínio

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Ranitidina

Mecanismo de Ação

Redução da absorção de Ranitidina pelos Antiácidos

Conduta

Administrar com intervalo de pelo menos 2 horas

Teofilina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da Teofilina

Mecanismo de Ação

Desconhecido

Vitamina B12

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Vitamina B12

Mecanismo de Ação

Diminuição da absorção gastrintestinal da Vitamina B12

Conduta

Ajustar dose

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

COMPATIBILIDADE

Antiácidos devem ser administrados com pelo menos 2 horas de diferença da administração da da ranitidina pois diminuem sua ação.

FARMACODINÂMICA

Os antagonistas histaminérgicos do tipo H2 bloqueiam competitivamente os receptores H2. Com ação dose-dependente inibem a secreção gástrica induzida pela histamina, gastrina e acetilcolina.

Atuam tanto na secreção gástrica basal quanto na secreção pós-prandial e o volume e também o pH da secreção gástrica são alterados pelo uso do medicamento (SANTOS e SILVA, 2010), porém os níveis de secreção ainda não foram profundamente estudados em medicina veterinária.

FARMACOCINÉTICA

Bem absorvida pela via oral, intravenosa ou intramuscular.

Doses administradas a cada 24 horas têm mostrado resultados positivos em tratamentos de úlceras gástricas em humanos.

A excreção ocorre pela urina em sua maioria (cerca de 60%) em sua forma original (SPINOSA, 2011).

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

Pode alterar os valores de proteína na urina.

EFEITOS ADVERSOS

Arritmias cardíacas se administrada rapidamente através da via EV.

Em geral efeitos colaterais decorentes do uso de bloqueadores de H2 são revertidos rapidamente após a descontinuação da terapia.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Cautela no uso em lactação.

SUPERDOSAGEM

Em humanos são relatados efeitos como cefaléia e desorientação com o uso em altas doses.

MONITORAMENTO

Monitoramento da regressão da úlcera por endoscópio se possível.

Avaliações

Como você avaliaria a performance do produto?

Desempenho do Produto

Muito satisfatório
Satisfatório
Insatisfatório
Muito insatisfatório

Distribuidores

Este produto ainda não tem distribuidores

Referências Bibliográficas

BRITO, Leandro Castro Melo; SÁ, Paula Aguiar. TRATAMENTO DE ÚLCERAS GÁSTRICAS EM EQUINOS. Revista Científica do curso de Medicina Veterinária-FACIPLAC, v. 2, n. 1, p. 30-44, 2015.

SANTOS, D. R. D. e SILVA, L. R. Farmacologia clínica das drogas antiulcerosas e antidispépticas. In: SILVA, P., 1921. Farmacologia/Penildon Silva – 8 ed. [Reimpr.]. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

SPINOSA, H. S. Medicamentos que Interferem nas Funções Gastrintestinais. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

VIEIRA F. C e PINHEIRO V. A. Monografias Farmacêuticas. In: VIEIRA F. C e PINHEIRO V. A. Formulário Veterinário Farmacêutico. 1ª edição, São Paulo: Pharmabooks, 2004.