Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Isoflurano

Classificaçāo

Anestésico Inalatório

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Bovinos e Equinos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

O uso de anestésicos inalatórios deve ser cuidadosamente acompanhado por um médico veterinário.

ARMAZENAMENTO

Conservar em recipiente hermeticamente fechado.

Deve ser armazenado em sua embalagem original, em temperatura ambiente (15°C a 30°C) e proteger da luz e umidade.

Apresentações e concentrações

Este produto ainda não tem informações de Apresentações e concentrações

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Anestésico geral inalatório.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não usar em pacientes com histórico de hipertermia maligna.

Usar com cautela em portadores de traumatismo craniano e miastenia grave.

EFEITOS ADVERSOS

O isoflurano provoca depressão da função respiratória, alterações cardiovasculares e hipotensão de forma dose-dependente.

Pode causar Hipertermia Maligna, assim como outros anestésicos inalatórios.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O isoflurano causa o relaxamento uterino.

Seu uso deve ser evitado durante gestação.

SUPERDOSAGEM

Concentrações excessivas podem ser fatais.

Em caso de superdosagem ou aparecimento de sintomas característicos de superdosagem, deve-se interromper a administração do anestésico, e estabelecer a patência das vias aéreas e iniciar a ventilação controlada ou assistida com oxigênio puro.

Administração e doses

Via(s)

Inalatória

Indução

Recomendado

Bovinos e Equinos

3 - 5 % / animal

Manutenção

Recomendado

Bovinos e Equinos

1,5 - 3 % / animal

OBSERVAÇÕES

O valor de concentração alveolar mínima para cavalos é de 2% em média.

Interações medicamentosas: A administração concomitante com aminoglicosídeos, bloqueadores neuromusculares não despolarizantes, dopamina, epinefrina, inibidores da ECA, lincosamidas, metaraminol, norepinefrina e succinilcolina podem modificar a absorção dessas substâncias e causar efeitos adversos.

Interações medicamentosas

Besilato de Atracúrio

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Grave

Efeito Clínico

Potencialização das ações dos bloqueadores neuromusculares não despolarizantes

Mecanismo de Ação

Potencialização e sinergismos das ações farmacológicas

Conduta

Incompatível

Cloridrato de Dexmedetomidina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado do Cloridrato de Dexmedetomidina

Conduta

Ajustar dose

Remifentanila

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado de ambas as subst.

Conduta

Ajustar dose

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

O mecanismo de ação dos anestésicos inalatórios ainda não é bem esclarecido.

O isoflurano apresenta rápida indução. Os reflexos laríngeos e faríngeos são prontamente deprimidos e a respiração espontânea também torna-se deprimida com o aprofundamento da ação anestésica. Ocorre aumento da frequência cardíaca, que compensa uma redução no volume sistólico. Com assistência respiratória o paciente tende a apresentar menor variação de frequência cardíaca.

O fluxo sanguíneo cerebral permanece inalterado durante leve anestesia com isoflurano, mas tende a aumentar com o aprofundamento da ação anestésica.

É rapidamente reversível. A indução e recuperação rápidas, facilitam alterações na profundidade da anestesia durante os procedimentos.

FARMACOCINÉTICA

Apenas 0,2% do isoflurano é metabolizado no organismo, formando os íons fluoreto e trifluoracético, que são excretados pela urina (FANTONI e CORTOPASSI, 2008).

Como apresenta rápida taxa de eliminação, não paresenta risco do paciente desenvolver hepatopatia ou nefropatia em resultado dos metabólitos formados.

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

Em humanos observaram-se aumentos transitórios na retenção de bromossulfaleína, glicose sanguínea e creatinina sérica, com diminuição no nitrogênio uréico sanguíneo, colesterol sérico e fosfatase alcalina.

EFEITOS ADVERSOS

O isoflurano provoca depressão da função respiratória, alterações cardiovasculares e hipotensão de forma dose-dependente.

Pode causar Hipertermia Maligna, assim como outros anestésicos inalatórios.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O isoflurano causa o relaxamento uterino.

Seu uso deve ser evitado durante gestação.

SUPERDOSAGEM

Concentrações excessivas podem ser fatais.

Em caso de superdosagem ou aparecimento de sintomas característicos de superdosagem, deve-se interromper a administração do anestésico, e estabelecer a patência das vias aéreas e iniciar a ventilação controlada ou assistida com oxigênio puro.

MONITORAMENTO

O paciente deve ser cuidadosamente acompanhado durante anestesia.

Monitorar frequência e ritmo cardíaco e respiratório.

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Referências Bibliográficas

DORIA, Renata Gebara Sampaio et al. Isoflurane anesthesia in horses during medetomidine or xilazine continuous infusion/Anestesia por isofluorano em equinos submetidos a infusao continua de medetomidina ou xilazina. Ciencia Rural, v. 39, n. 2, p. 447-453, 2009.

FANTONI, D. T. e CORTOPASSI, S. R. G. Anestésicos Inalatórios. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica veterinária. 3ª ed. – São Paulo: Roca, 2008.