Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Rifampicina

Classificaçāo

Antibiótico

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Bovinos e Equinos

COMPOSIÇÃO

Cápsula contém:

rifampicina 300 mg


Suspensão 5 ml contém:

rifampicina 100 mg

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Durante o tratamento os animais podem apresentar a urina de coloração avermelhada ou alaranjada.

Outras secreções também podem apresentar coloração alaranjada.

ARMAZENAMENTO

Conservar em recipiente bem fechado, temperatura ambiente e ao abrigo de luz.

Apresentações e concentrações

Este produto ainda não tem informações de Apresentações e concentrações

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Antibiótico bactericida predominantemente contra Gram-positivos e Mycoplasma.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Usar com cautela em hepatopatas.

EFEITOS ADVERSOS

Pigmentação da urina, lágrima, suor e saliva, anorexia, vômito, diarréia, erupções cutâneas e, em doses elevadas, hepatotoxidade.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Usar com cautela em gestantes e lactantes. É excretada no leite e apresenta teratogenicidade em roedores.

SUPERDOSAGEM

Superdoses devem causar hepatotoxicidade.

Administração e doses

Via(s)

Oral

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

Potros: 12 / 12 horas

Adultos: 24 / 24 horas

Adultos

Recomendado

Equinos

5 - 10 mg / kg

calcular

Bovinos

20 mg / kg

calcular

Potros

R. equi (PAPICH, 2012)

Equinos

5 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

Para o tratamento de R. equi em Potros utilizar em associação com eritromicina.

Interações medicamentosas

Acetato de Metilprednisolona

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico do acetato de metilprednisolona diminuido

Mecanismo de Ação

Aumento do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

Aminofilina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Exacerbação dos sintomas pulmonares

Mecanismo de Ação

Indução do metabolismo hepático da teofilina

Conduta

Ajustar dose

Anticoagulantes

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido dos Anticoagulantes

Conduta

Ajustar dose

Antiácidos

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Rifampicina

Mecanismo de Ação

Diminuição da absorção de Rifampicina

Conduta

Evitar o uso

Betametasona

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico da betametasona diminuido

Mecanismo de Ação

A rifampicina aumenta o metabolismo hepático da betametasona

Conduta

Ajustar dose

Cetoconazol

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido do Cetoconazol

Conduta

Ajustar dose

Cloridrato de Verapamil

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Grave

Efeito Clínico

Perda da eficácia do Verapamil

Mecanismo de Ação

Aumento da primeira passagem do metabolismo hepático do Verapamil

Conduta

Incompatível

Dapsona

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Dapsona

Conduta

Evitar o uso

Dexametasona

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Dexametasona

Mecanismo de Ação

Aumento do metabolismo hepático da Dexametasona

Conduta

Evitar o uso

Digoxina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Digoxina

Mecanismo de Ação

Desconhecido

Conduta

Ajustar dose

Fluconazol

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terpêutico diminuido de ambas as substâncias

Mecanismo de Ação

Rifampicina induzir as enzimas hepáticas e o metabolismo do Cetoconazol. Cetoconazol interferi com a absorção da Rifampicina

Conduta

Ajustar dose

Itraconazol

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terpêutico diminuido de ambas as substâncias

Mecanismo de Ação

Rifampicina induzir as enzimas hepáticas e o metabolismo do Cetoconazol. Cetoconazol interferi com a absorção da Rifampicina

Conduta

Ajustar dose

Prednisona

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Prednisolona

Mecanismo de Ação

Aumento do metabolismo hepáticos dos Corticóides

Conduta

Evitar o uso

Progesterona

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Progesterona

Conduta

Ajustar dose

Propanolol

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido do Propanolol

Mecanismo de Ação

Indução do metabolismo hepático causado pela Rifampicina

Conduta

Ajustar dose

Quinidina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Quinidina

Conduta

Ajustar dose

Sulfato de Morfina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Morfina

Mecanismo de Ação

Desconhecido

Conduta

Considerar outra terapia

Teofilina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Teofilina

Mecanismo de Ação

Indução do metabolismo hepático da Teofilina

Conduta

Ajustar dose

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

COMPATIBILIDADE

É mais solúvel em soluções ácidas.

Em solução injetável pode ser diluída em glicose 5% ou solução salina.

FARMACODINÂMICA

A rifampicina é um antibiótico semissintético derivado da rifamicina B.

As rifamicinas atuam através da inibição da síntese de RNA bacteriano. Ao penetrar na célula bacteriana elas se ligam àas RNA-polimerases de maneira estável, inibindo a síntese proteica do microrganismo.

Por serem lipossolúveis, atravessam facilmente a barreira celular, agindo principalmente nos leucócitos apresentando boa ação contra organismos intracelulares.

A rifampicina penetra com facilidade pela parede celular das bactérias Gram-positivas, apresentando ótima atividade contra esses agentes, já contra bactérias Gram-negativas não apresenta tanta atividade.

FARMACOCINÉTICA

A rifampicina administrada pela via oral é rapidamente absorvida no trato gastrintestinal dos animais domésticos.

Porém equinos não apresentam alta biodisponibilidade.

Grande parte se liga ás proteínas plasmáticas e é metabolizada no fígado, onde é transformada em metabólito ativo. A excreção ocorre pela via biliar, e ao sofrer ciclo êntero-hepático é filtrada pelos rins, provocando a coloração da urina.

Equinos adultos apresentam meia-vida de 5 a 7 horas sendo que em animais jovens esse pode chegar a 18 horas.

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

Pode causar interferência em: BSP, folato e vitamina B12.

EFEITOS ADVERSOS

Pigmentação da urina, lágrima, suor e saliva, anorexia, vômito, diarréia, erupções cutâneas e, em doses elevadas, hepatotoxidade.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Usar com cautela em gestantes e lactantes. É excretada no leite e apresenta teratogenicidade em roedores.

SUPERDOSAGEM

Superdoses devem causar hepatotoxicidade.

MONITORAMENTO

Monitorar função hepática.

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Referências Bibliográficas

JÚNIOR, GA Fim et al. Sensibilidade antimicrobiana de Staphylococcus aureus isolados de amostras de leite de vacas com mastite subclínica. Ars Veterinaria, v. 31, n. 2, p. 117, 2015.

PAPICH, M. G. Manual Saunders de terapia veterinária. 3ª ed. Elsevier, Rio de Janeiro, 2012.