Sobre

Princípio(s) Ativo(s)

  • Benzilpenicilina procaína
  • Diidroestreptomicina (sulfato)

Classificaçāo

Antibiótico

Receita

Receita Simples

Espécies

Bovinos e Equinos

COMPOSIÇÃO

Cada 100 mL contém:

Benzilpenicilina procaína 20.000.000 UI

Diidroestreptomicina (sulfato) 20 g

Veículo q.s.p. 100 mL

ARMAZENAMENTO

Conservar em local seco e fresco, ao abrigo da luz solar, fora do alcance de crianças e animais domésticos. Não congelar.

Apresentações e concentrações

Este produto ainda não tem informações de Apresentações e concentrações

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

No tratamento das infecções bacterianas pós-operatórias e/ou secundárias a infecções virais, causadas por microorganismos sensíveis à associação, em diversas espécies, tais como:

- Bovinos: abscessos cutâneos (causados por Corynebacterium spp, Streptococcus spp, Staphylococcus spp), actinomicoses (causadas por Actinomyces spp), afecções podais (causadas por Fusobacterium necrophorum), carbúnculo bacteriano (causado por Clostridium spp), leptospiroses (causadas por Leptospira spp), mastites, metrites e síndrome MMA (causada por Corynebacterium spp, Streptococcus spp, Staphylococcus spp), infecções respiratórias (causadas por Pasteurella spp), nocardiose (causada por Nocardia spp).

- Equídeos: metrites (causadas por Streptococcus spp, Staphylococcus spp), infecções respiratórias (causadas por Pasteurella spp, Streptococcus spp, Staphylococcus spp), abscessos cutâneos (causados por Corynebacterium spp, Streptococcus spp, Staphylococcus spp).

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não administrar por via subcutânea, intravenosa ou nas proximidades de nervos importantes.

Administrar com cuidado em animais com histórico de alergias.

Evitar tratamentos prolongados, sobretudo em carnívoros.

Não tratar animais com hipersensibilidade a penicilinas e/ou aminoglicosídeos, bem como animais com insuficiência renal, hepatopatias, cardiopatias, lesões cócleo-vestibulares ou com idade inferior a um mês.

Não administrar conjuntamente com:

- antibióticos bacteriostáticos e outros aminoglicosídeos devido ao seu antagonismo;

- pentobarbital e anestésicos inalatórios, por haver riscos de depressão vestibular;

- relaxantes neuromusculares, por risco de bloqueio neuromuscular;

- diuréticos, por risco de aumentar a otoxicidade;

- outros: heparina, gluconato de cálcio, riboflavina, triancinolona, indometacina, fenilbutazona, salicilatos e outros ácidos fracos. O sulfato de diidroestreptomicina é incompatível com ácidos e com álcalis.

EFEITOS ADVERSOS

Ototoxicidade: fundamentalmente em gatos, por ser uma espécie particularmente sensível à diidroestreptomicina, sobretudo em tratamentos prolongados.

Os sintomas são: perda do equilíbrio e audição, ataxia e nistagmo rotatório progressivo. Nestes casos, será suspensa a administração do medicamento. Não obstante, a recuperação é lenta e gradual e, em alguns casos, o dano é permanente.

Nefrotoxicidade: normalmente são observadas albuminúria, cilindrúria, enzimúria e anúria.

EFEITOS ALÉRGICOS

Em animais hipersensíveis, poderão ocorrer reações alérgicas ou anafiláticas, algumas vezes graves, durando geralmente entre 2°Ce 4 horas.

Os cães e bovinos idosos podem estar mais predispostos e seus sintomas são salivação, tremores, vômitos, respiração dificultada e edema subcutâneo em algumas regiões do corpo. Em casos graves, deverá ser suprimida a administração e ser usada epinefrina imediatamente.

Em eqüinos de pelagem branca e pele fina, pode ser observada pequena reação local no ponto de aplicação, com edema e dor muscular.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não administrar em fêmeas gestantes, por existir risco de toxicidade cardiovestibular fetal.

SUPERDOSAGEM

Toxicidade curariforme por intoxicação acidental – os sintomas são: inquietação, dificuldade respiratória, perda de consciência e, ocasionalmente, morte por falência respiratória e depressão vasomotora.

Nestes casos, deve-se suprimir a administração do medicamento e realizar a aplicação de respiração artificial, assim como administrar anti-histamínicos e sais de cálcio por via intravenosa lenta.

Administração e doses

Via(s)

IM

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

24 / 24 horas

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

3 a 5 dias.

Doses

Recomendado

Bovinos e Equinos

0,03 - 0,06 mL / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

O tratamento deverá ser continuado até 24 ou 48 horas após a remissão dos sintomas.

Uma vez retirada a primeira dose do frasco, o produto deve ser utilizado dentro de 24 horas.

Interações medicamentosas

Aminoglicosídeos

Grau de Interação

Grave

Conduta

Incompatível

Anestésicos Gerais

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito bloqueador neuromuscular acentuado da Diidroestreptomicina

Conduta

Evitar o uso

Anestésicos Inalatórios

Grau de Interação

Grave

Conduta

Incompatível

Antibióticos Bacteriostáticos

Grau de Interação

Grave

Conduta

Incompatível

Fenilbutazona

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico prolongado da Penicilina

Mecanismo de Ação

Competição com o mecanismo de transporte ativo tubular e excreção renal entre as Subst.

Conduta

Evitar o uso

Furosemida

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Ototoxicidade

Conduta

Evitar o uso

Gluconato de Cálcio

Grau de Interação

Grave

Conduta

Incompatível

Heparina

Grau de Interação

Grave

Conduta

Incompatível

Indometacina

Grau de Interação

Grave

Conduta

Incompatível

Pentobarbital

Grau de Interação

Grave

Conduta

Incompatível

Probenecida

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico prolongado da Penicilina

Mecanismo de Ação

Competição com o mecanismo de transporte ativo tubular e excreção renal entre as Subst.

Conduta

Evitar o uso

Relaxantes Neuromusculares

Grau de Interação

Grave

Conduta

Incompatível

Riboflavina

Grau de Interação

Grave

Conduta

Incompatível

Salicilato

Grau de Interação

Grave

Conduta

Incompatível

Triancinolona

Grau de Interação

Grave

Conduta

Incompatível

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

EFEITOS ADVERSOS

Ototoxicidade: fundamentalmente em gatos, por ser uma espécie particularmente sensível à diidroestreptomicina, sobretudo em tratamentos prolongados.

Os sintomas são: perda do equilíbrio e audição, ataxia e nistagmo rotatório progressivo. Nestes casos, será suspensa a administração do medicamento. Não obstante, a recuperação é lenta e gradual e, em alguns casos, o dano é permanente.

Nefrotoxicidade: normalmente são observadas albuminúria, cilindrúria, enzimúria e anúria.

EFEITOS ALÉRGICOS

Em animais hipersensíveis, poderão ocorrer reações alérgicas ou anafiláticas, algumas vezes graves, durando geralmente entre 2°Ce 4 horas.

Os cães e bovinos idosos podem estar mais predispostos e seus sintomas são salivação, tremores, vômitos, respiração dificultada e edema subcutâneo em algumas regiões do corpo. Em casos graves, deverá ser suprimida a administração e ser usada epinefrina imediatamente.

Em eqüinos de pelagem branca e pele fina, pode ser observada pequena reação local no ponto de aplicação, com edema e dor muscular.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não administrar em fêmeas gestantes, por existir risco de toxicidade cardiovestibular fetal.

SUPERDOSAGEM

Toxicidade curariforme por intoxicação acidental – os sintomas são: inquietação, dificuldade respiratória, perda de consciência e, ocasionalmente, morte por falência respiratória e depressão vasomotora.

Nestes casos, deve-se suprimir a administração do medicamento e realizar a aplicação de respiração artificial, assim como administrar anti-histamínicos e sais de cálcio por via intravenosa lenta.

MONITORAMENTO

Verificar a função renal durante o tratamento, principalmente em animais jovens.

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