Sobre

Princípio(s) Ativo(s)

  • Cloridrato de lidocaína
  • Epinefrina

Classificaçāo

Anestésico

Receita

Receita Simples

Espécies

Bovinos e Equinos

COMPOSIÇÃO

Cada 100 mL contém:

Cloridrato de lidocaína 2,0 g

Epinefrina 2,0 mg

Veículo q.s.p.100,0 mL

ARMAZENAMENTO

Conservar em local fresco e seco, ao abrigo da luz solar, fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Este produto ainda não tem informações de Apresentações e concentrações

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Anestesia local, nos casos em que é desejável inibir a dor em uma determinada região, para a realização de intervenções cirúrgicas, em tratamentos dolorosos e em manobras clínico cirúrgicas.

Anestex produz pronta e extensa anestesia regional, não sendo irritante aos tecidos, nem causando lesões às estruturas nervosas da região.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Animais sensíveis ao ácido para amino benzóico podem apresentar sensibilidade à lidocaína ou outro anestésico com procaína, cloroprocaína, tetracaína e outros.

Não deve ser usado em animais que apresentem hipersensibilidade à lidocaína e animais em tratamento com sulfonamidas.

EFEITOS ADVERSOS

As reações adversas são geralmente dependentes das doses e podem ser resultados das elevadas concentrações plasmáticas de anestésico local que se produzem por administração intravascular acidental, dosificação excessiva ou rápida absorção no lugar da injeção, assim como da menor tolerância e da hipersensibilidade do animal.

Os efeitos adversos dependem ainda da via de administração e do lugar da aplicação.

Pequenas doses de anestésicos locais injetados na cabeça ou na área traqueobronquial podem produzir reações adversas similares as produzidas por injeção intramuscular acidental de doses maiores.

As reações sistêmicas podem ser produzidas rapidamente ou podem demorar até 30 minutos depois da administração.

Muitos dos efeitos neurológicos adversos podem estar associados à técnica de administração, podendo o anestésico contribuir ou não para o aparecimento dos efeitos.

Os seguintes efeitos secundários ou reações adversas foram selecionados em função de sua possível importância clínica:

Convulsões, tonturas, excitabilidade, nervosismo e sonolência, urticária, rush cutâneo, inchaço da cara, lábios, boca, língua e garganta.

Aumento da sudorese, pressão arterial baixa, batidas cardíacas lentas e irregulares (depressão cardíaca e/ou vasodilatação periférica).

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Os anestésicos locais atravessam a placenta por difusão. A velocidade e o grau de difusão variam consideravelmente de um para outro anestésico, segundo sua taxa metabólica e suas características físicas, tais como a união às proteínas plasmáticas (os fármacos com alta taxa de união às proteínas tem menor transferência placentária), solubilidade em lipídeos (os fármacos com alta lipossolubilidade tem maior transferência placentária).

Estudos retrospectivos de animais que receberam anestésicos no início da gestação em função de cirurgias de urgência, não demonstraram que os anestésicos locais produzem defeitos congênitos.

Nestes casos devem ser levados em consideração os riscos / benefícios, pois não se pode concluir que não possa haver outros efeitos adversos ao feto.

Estudos em ratos e coelhos com a lidocaína (usando-se doses 5 vezes superiores à dose máxima usada normalmente) não demonstraram efeitos adversos no feto destes animais. Estes estudos não excluem o uso de anestésicos locais durante o parto.

A administração epidural, subaracnóidea, paracervical de um anestésico local pode produzir mudanças na contração uterina e no esforço de expulsão do feto pela mãe.

Sem embargo, a administração epidural ou subaracnóidea pode prolongar a segunda etapa do parto interferindo com a função motora eliminando o reflexo de expulsão do feto.

Ademais, o uso de um vasodilatador pode diminuir a intensidade das contrações uterinas e prolongar o parto.

Durante a anestesia regional se pode produzir hipotensão da mãe, produzida por um bloqueio nervoso que dá lugar a vasodilatação.

Tem-se demonstração que a lidocaína, cloroprocaína e mepivacaína contraem as artérias uterinas, o que pode dar lugar a hipoxia fetal.

Os bloqueadores alfa adrenérgicos não revertem este efeito. Os vasoconstritores usados simultaneamente também podem contrair os vasos uterinos e diminuir a circulação através da placenta.

Entre o primeiro e o segundo dia após o parto podem produzir perturbações neurológicas neonatais, tais como diminuição da força e do tônus muscular.

Depois do bloqueio paracervical tem se descrito marcada depressão do sistema nervoso central do recém-nascido.

Lactância: Não se conhece se os anestésicos locais são excretados pelo leite. Não se tem descrito problemas desta natureza.

SUPERDOSAGEM

Tratamento dos efeitos adversos e da sobredosagem:

O tratamento recomendado consiste no seguinte:

Assegurar e manter aberta uma via aérea, administrar oxigênio e instaurar respiração controlada assistida se necessário. Em alguns casos pode ser necessária entubação.

Para a depressão circulatória, recomenda-se administrar um vasoconstritor (preferencialmente efedrina, metaraminol ou mefendrina) e fluídos intravenosos.

Para crises convulsivas:

Se as convulsões não respondem à respiração assistida, recomenda-se administrar uma benzodiazepina ou um barbitúrico de ação ultra curta como tiopental ou o tioamilal por via intravenosa.

Tem-se que considerar que os barbitúricos podem produzir depressão circulatória quando administrado por via endovenosa.

Também recomenda-se administrar um bloqueador neuromuscular para diminuir as manifestações musculares das crises convulsivas persistentes

Administração e doses

Via(s)

SC

Epidural

Infiltrações

Doses

Recomendado

Bovinos e Equinos

5 - 10 mL / animal

OBSERVAÇÕES

Administrar injeções locais, pela via subcutânea, infiltrações e epidural.

Epidural: 10 a 20 mL.

Obs.: Entenda-se que as doses variam segundo o tamanho do animal e a região que se deve circunscrever e anestesiar.


A segurança e eficácia dos anestésicos locais depende da dosificação adequada, técnica correta de administração, precauções suficientes e rapidez empregada nas emergências.

Quando se usa qualquer anestésico local deve-se dispor de oxigênio, equipos e medicamentos de reanimação de forma imediata.

A dosificação dos anestésicos locais depende do procedimento anestésico específico, da vascularização dos tecidos próximos ao local da injeção, do nervo, plexo ou fibra específica que se queira bloquear, do tipo de cirurgia que se vai realizar e das variáveis do animal por exemplo: idade e peso.

As doses recomendadas baseiam-se na idade, estatura e estado físico do animal e na velocidade de absorção sistêmica estimada no local da injeção.

Deve-se usar a menor dosificação necessária para produzir os resultados desejados.

Interações medicamentosas

Observações da interação

As seguintes interações medicamentosas e/ou problemas associados foram selecionados em função de seu significado clínico: Antimiastênicos: A inibição da transmissão neuronal que produzem os anestésicos locais podem antagonizar os efeitos antimiastênicos no músculo esquelético, sobretudo se grandes quantidades de anestésico são usadas. Medicamentos que produzem depressão do Sistema Nervoso Central: Incluem-se aqueles que são utilizados como medicação pré anestésica ou como suplementação da anestesia local. O uso com anestésico local simultaneamente pode dar lugar a efeitos depressores aditivos. Soluções desinfetantes que contenham metais pesados: Os anestésicos locais podem liberar íons de metais pesados destes desinfetantes e serem injetados juntos com os anestésicos. Podem produzir severa irritação local, edema e inchaço. Tais medicamentos devem ser evitados quando da desinfecção química do envase. Inibidores da monoamina-oxidase (MAO), incluindo furazolidona e procarbazina. Bloqueadores neuromusculares: A inibição da transmissão neuronal que produzem anestésicos locais podem potencializar ou prolongar a ação dos bloqueadores, se grandes quantidades de anestésicos são administradas. Analgésicos opiáceos: As alterações da respiração causadas por níveis elevados de bloqueio espinal ou peridural podem ser aditivas às induzidas pelos analgésicos opiáceos na frequência respiratória e na ventilação alveolar. Bloqueadores beta-adrenérgicos: O uso simultâneo pode tornar-se mais lento o metabolismo da lidocaína devido ao menor fluxo de sangue hepático, o que dá lugar a que aumente o risco de toxicidade por lidocaína.

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

EFEITOS ADVERSOS

As reações adversas são geralmente dependentes das doses e podem ser resultados das elevadas concentrações plasmáticas de anestésico local que se produzem por administração intravascular acidental, dosificação excessiva ou rápida absorção no lugar da injeção, assim como da menor tolerância e da hipersensibilidade do animal.

Os efeitos adversos dependem ainda da via de administração e do lugar da aplicação.

Pequenas doses de anestésicos locais injetados na cabeça ou na área traqueobronquial podem produzir reações adversas similares as produzidas por injeção intramuscular acidental de doses maiores.

As reações sistêmicas podem ser produzidas rapidamente ou podem demorar até 30 minutos depois da administração.

Muitos dos efeitos neurológicos adversos podem estar associados à técnica de administração, podendo o anestésico contribuir ou não para o aparecimento dos efeitos.

Os seguintes efeitos secundários ou reações adversas foram selecionados em função de sua possível importância clínica:

Convulsões, tonturas, excitabilidade, nervosismo e sonolência, urticária, rush cutâneo, inchaço da cara, lábios, boca, língua e garganta.

Aumento da sudorese, pressão arterial baixa, batidas cardíacas lentas e irregulares (depressão cardíaca e/ou vasodilatação periférica).

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Os anestésicos locais atravessam a placenta por difusão. A velocidade e o grau de difusão variam consideravelmente de um para outro anestésico, segundo sua taxa metabólica e suas características físicas, tais como a união às proteínas plasmáticas (os fármacos com alta taxa de união às proteínas tem menor transferência placentária), solubilidade em lipídeos (os fármacos com alta lipossolubilidade tem maior transferência placentária).

Estudos retrospectivos de animais que receberam anestésicos no início da gestação em função de cirurgias de urgência, não demonstraram que os anestésicos locais produzem defeitos congênitos.

Nestes casos devem ser levados em consideração os riscos / benefícios, pois não se pode concluir que não possa haver outros efeitos adversos ao feto.

Estudos em ratos e coelhos com a lidocaína (usando-se doses 5 vezes superiores à dose máxima usada normalmente) não demonstraram efeitos adversos no feto destes animais. Estes estudos não excluem o uso de anestésicos locais durante o parto.

A administração epidural, subaracnóidea, paracervical de um anestésico local pode produzir mudanças na contração uterina e no esforço de expulsão do feto pela mãe.

Sem embargo, a administração epidural ou subaracnóidea pode prolongar a segunda etapa do parto interferindo com a função motora eliminando o reflexo de expulsão do feto.

Ademais, o uso de um vasodilatador pode diminuir a intensidade das contrações uterinas e prolongar o parto.

Durante a anestesia regional se pode produzir hipotensão da mãe, produzida por um bloqueio nervoso que dá lugar a vasodilatação.

Tem-se demonstração que a lidocaína, cloroprocaína e mepivacaína contraem as artérias uterinas, o que pode dar lugar a hipoxia fetal.

Os bloqueadores alfa adrenérgicos não revertem este efeito. Os vasoconstritores usados simultaneamente também podem contrair os vasos uterinos e diminuir a circulação através da placenta.

Entre o primeiro e o segundo dia após o parto podem produzir perturbações neurológicas neonatais, tais como diminuição da força e do tônus muscular.

Depois do bloqueio paracervical tem se descrito marcada depressão do sistema nervoso central do recém-nascido.

Lactância: Não se conhece se os anestésicos locais são excretados pelo leite. Não se tem descrito problemas desta natureza.

SUPERDOSAGEM

Tratamento dos efeitos adversos e da sobredosagem:

O tratamento recomendado consiste no seguinte:

Assegurar e manter aberta uma via aérea, administrar oxigênio e instaurar respiração controlada assistida se necessário. Em alguns casos pode ser necessária entubação.

Para a depressão circulatória, recomenda-se administrar um vasoconstritor (preferencialmente efedrina, metaraminol ou mefendrina) e fluídos intravenosos.

Para crises convulsivas:

Se as convulsões não respondem à respiração assistida, recomenda-se administrar uma benzodiazepina ou um barbitúrico de ação ultra curta como tiopental ou o tioamilal por via intravenosa.

Tem-se que considerar que os barbitúricos podem produzir depressão circulatória quando administrado por via endovenosa.

Também recomenda-se administrar um bloqueador neuromuscular para diminuir as manifestações musculares das crises convulsivas persistentes

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