Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Cloranfenicol

Classificaçāo

Antibiótico (grupo Aminoglicosídeos)

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Equinos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Não deve ser utilizado em animais produtores de alimentos. Não utilize sem acompanhamento de um médico veterinário.

Apresentações e concentrações

Este produto ainda não tem informações de Apresentações e concentrações

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Antibiótico de amplo espectro indicado para infecções microrganismos Gram-positivos e Gram-negativos, bactérias aeróbicas e anaeróbicas e microrganismos intracelulares . Para equinos, o cloranfenicol pode ser indicado principalmente no tratamento de infecções respiratórias, mas também em casos de pleurite, infecções do SNC e infecções articulares (PAPICH e RIVIERE, 2013).

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

O Cloranfenicol não deve ser usado em animais produtores de alimentos (BRASIL, 2003) pois pode causar a anemia aplásica idiossincrásica em humanos.

Usar com extrema cautela em portadores de alterações hematológicas, insuficiência hepática e renal.

EFEITOS ADVERSOS

Em humanos causa anemia, leucopenia, trombocitopenia e aplasia de medula óssea. Em equinos é seguro para administração oral, não apresentando efeitos adversos no sistema digestivo desses animais.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Evitar o uso em gestantes e lactantes.

SUPERDOSAGEM

Animais que já apresentem alterações hepáticas podem apresentar risco maior de intoxicação.

Administração e doses

Via(s)

Oral

IM

IV

Doses

Recomendado

Equinos

20 - 50 mg / kg

calcular

Interações medicamentosas

Observações da interação

Antagonismo: fenobarbital, hidantoína, varfarina, eritromicinas, lincomicinas, penicilinas. Sinergismo: antidiabéticos.

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

O cloranfenicol age inibindo a síntese proteica microbiana através da interação com a peptidiltransferase. Impedindo a ligação com o substrato aminoácido, ocorre a inibição da ligação peptídica.

Pelo fato de os ribossomas das mitocôndrias dos mamíferos se assemerarem aos ribossomas bacterianos, o cloranfenicol pode interferir na síntese protéica nesses animais (PAPICH e RIVIERE, 2013; PAES, 2012).

FARMACOCINÉTICA

O cloranfenicol pode ser administrado em animais tanto por via oral quanto parenteral, apresentando em ambos os casos, boa absorção.

O cloranfenicol é amplamente distribuído pelos tecidos nos animais, tem a capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica e atinge concentrações satisfatórias em locais como sistema nervoso central, coração, pulmão, olho, saliva, fígado e baço.

Sua ampla distribuição nesses tecidos pode ser associada ao seu tamanho de molécula reduzido, baixa ligação proteica e lipossolubilidade elevada. (PAPICH e RIVIERE, 2013; PAES, 2012)).

EFEITOS ADVERSOS

Em humanos causa anemia, leucopenia, trombocitopenia e aplasia de medula óssea. Em equinos é seguro para administração oral, não apresentando efeitos adversos no sistema digestivo desses animais.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Evitar o uso em gestantes e lactantes.

SUPERDOSAGEM

Animais que já apresentem alterações hepáticas podem apresentar risco maior de intoxicação.

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Referências Bibliográficas

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução normativa nº 9, de 27 de junho de 2003.

PAES, A.C. Cloranfenicol. In: BARROS, C. M. e DI STASI, L. C. Farmacologia veterinária. Manole. Barueri-SP, 2012.

PAPICH, M. G. e RIVIERE J. Cloranfenicol e derivados, macrolídeos, lincosamidas e antimicrobianos diversos. In: ADAMS, H. Richard. Farmacologia e terapêutica em veterinária / editoria de H. Richard Adams; [tradução Cid Figueiredo]. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.