Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Ampicilina

Classificaçāo

Antibiótico (grupo Penicilinas)

Espécies

Bovinos e Equinos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Medicamentos parenterais devem ser bem inspecionados visualmente antes da administração, para se detectar alterações de coloração ou presença de partículas sempre que o recipiente e a solução assim o permitirem.

Informe ao Médico Veterinário a ocorrência de gestação ou lactação durante ou logo após o tratamento.

A interrupção do tratamento e a modificação de dose não devem ser feitas sem a orientação do Médico Veterinário. Os microrganismos são capazes de desenvolver resistência nos casos de subdosagem.

O medicamento só deve ser prescrito por um Médico Veterinário. O uso indiscriminado de antimicrobianos pode ser perigoso para a saúde dos animais.

ARMAZENAMENTO

Conservar em local seco, entre 15°C e 30°C, ao abrigo da luz solar direta e fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Este produto ainda não tem informações de Apresentações e concentrações

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

É indicada para o tratamento de encefalite e infecções no trato urinário, gastrointestinais e respiratórias. A ampicilina aumenta a atividade contra bactérias gram negativas e ttambém possui atividade contra bactérias anaeróbicas (VIEIRA & PINHEIRO, 2004)

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

É contra-indicada aos pacientes com hipersensibilidade a penicilina.

EFEITOS ADVERSOS

Altas doses ou tratamento prolongado podem causar neurotoxicidade. Por outro lado, os derivados da penicilina não são considerados hepatotóxicos. Outros efeitos relatados são dispnéia, edema e taquicardia (VIEIRA & PINHEIRO, 2004). Reações alérgicas às penicilinas já foram descritas e podem manifestar-se desde reações cutâneas sem nenhuma gravidade a choque anafilático. Entretanto, sua ocorrência é bastante rara (SPINOSA, 2006)

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso seguro durante a gestação não foi estabelecido, embora não existam relatos de problemas fetais relacionados ao uso, logo a amoxicilina pode ser usada na gestação desde que os benefícios potenciais sejam maiores que os riscos potenciais associados ao tratamento. A amoxicilina é excretada no leite, porém em quantidades mínimas.

SUPERDOSAGEM

É pouco provável que ocorram problemas graves em caso de superdosagem. As reações mais comuns são enjoo, vômito e diarreia; há relatos de neurotoxicidade em algumas espécies. A terapia deve ser sintomática.

Administração e doses

Via(s)

IV

IM

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

12/12 horas

Doses

Recomendado

Bovinos

11 - 22 mg / kg

calcular

Equinos

10 - 50 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

Em casos de infecções graves, a dosagem pode ser aumentada em até 40 mg/kg por via parenteral, a critério do Médico Veterinário. A escolha do antimicrobiano deve ser baseada na experiência do clínico, resultados dos testes de sensibilidade e função renal do paciente (CALVERT, 1982).

A administração do medicamento por via parenteral, deve seguir os procedimentos de assepsia e utilização de seringas e agulhas descartáveis.

Interações medicamentosas

Observações da interação

Não deve ser associada com drogas bacteriostáticas como cloranfenicol, eritromicina ou tetraciclina, pois pode ocorrer redução da atividade bacteriostática da ampicilina.

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

A ampicilina é uma penicilina semi-sintética e pertence ao grupo dos antibióticos beta-lactâmicos, cuja principal função é impedir a síntese da parece celular dos microorganismos. A parede celular é responsável pela proteção, sustenção e manutenção da forma da bactéria, logo a supressão da sua síntese conduz à morte da célula. As penicilinas inibem a transpeptidase, enzima que participa da última etapa da síntese da parece celular (SPINOSA, 2006).

FARMACOCINÉTICA

Em cães e gatos a ampicilina não é muito bem absorvida quando administrada por via oral, demonstrando maior resultado por via parenteral (VIEIRA & PINHEIRO, 2004).

EFEITOS ADVERSOS

Altas doses ou tratamento prolongado podem causar neurotoxicidade. Por outro lado, os derivados da penicilina não são considerados hepatotóxicos. Outros efeitos relatados são dispnéia, edema e taquicardia (VIEIRA & PINHEIRO, 2004). Reações alérgicas às penicilinas já foram descritas e podem manifestar-se desde reações cutâneas sem nenhuma gravidade a choque anafilático. Entretanto, sua ocorrência é bastante rara (SPINOSA, 2006)

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso seguro durante a gestação não foi estabelecido, embora não existam relatos de problemas fetais relacionados ao uso, logo a amoxicilina pode ser usada na gestação desde que os benefícios potenciais sejam maiores que os riscos potenciais associados ao tratamento. A amoxicilina é excretada no leite, porém em quantidades mínimas.

SUPERDOSAGEM

É pouco provável que ocorram problemas graves em caso de superdosagem. As reações mais comuns são enjoo, vômito e diarreia; há relatos de neurotoxicidade em algumas espécies. A terapia deve ser sintomática.

MONITORAMENTO

Deve ser monitorada a eficácia do tratamento, caso não haja melhora do paciente, nova terapia deve ser estabelecida.

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Referências Bibliográficas

ANDRADE, S.F. et al. Quimioterápicos, antimicrobianos e quimioterápicos. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica Veterinária, 3 ed. São Paulo:

Editora Roca, 2008, 912 p..

CALVERT, C. A. Valvular bacterial endocarditis in the dog. Journal of the American Veterinary Medical Association, v. 180, n. 9, p. 1080-1084, 1982.

SPINOSA, H. S. Antibióticos beta-lactâmicos: penicilinas e cefalosporinas. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

VIEIRA, F. C.; PINHEIRO, V. A. Monografias farmacêuticas. In: VIEIRA, F. C.; PINHEIRO, V. A. Formulário veterinário farmacêutico. 1. ed. São Paulo: Pharmabooks, 2004 p