Nome da Raça

Brasileiro de Hipismo

Altura na Cernelha

Entre 1,35 m e 1,50 m

Temperamento

Energético, vivaz, dócil, de temperamento ardente.

Introdução

Origem

No início da década de 1970, o criador Ênio Monte resolveu criar uma raça brasileira destinada ao hipismo. Para tanto, cruzou as raças Orloff, de origem russa, com Westfalen e Trakehner, alemãs, e pequenas doses de PSI, Hanoveriano, Holsteiner e Hackney, Oldenburg, Sela Argentina, Sela Francesa, etc.

Cavalos importados dessas raças são registrados na Associação Brasileira de Criadores de Cavalo de Hipismo (ABCCH), fundada em 1975.

A ABCCH, nasceu da firme determinação de um grupo de amantes do hipismo que se uniram em torno de um ideal comum: criar e desenvolver uma raça de cavalos com aptidão para os esportes hípicos. Partindo de animais rigorosamente selecionados, já existentes no país, os fundadores definiram como Raças Formadoras, nacionais e estrangeiras, aquelas que comprovadamente eram reconhecidas como altamente dotadas para os esportes eqüestres.

País de origem

Brasil

Características gerais

Aspectos raciais

Cavalo leve, ágil e de grande porte, com altura superior a 1,65m, perímetro torácico de 1,90m e perímetro de canela de 21 cm. Cabeça média de perfil reto ou subconvexo, olhos vivos, narinas grandes e largas e as orelhas de tamanho médio e bem implantadas, pescoço médio bem destacado do peito e espáduas, cernelha destacada, dorso bem ligado ao lombo e à garupa, membros fortes. Possuem excelente mecânica de salto, coragem, inteligência e elegância nos movimentos.

Peso:

    Médio para machos: 600kg.

    Médio para fêmeas: 550kg.

    Pelagem

    São permitidas todas as pelagens, em todas as suas matrizes.

    Aptidões

    A raça é mais utilizada para salto, adestramentos, CCE, equitação de trabalho e volteio.

    É um cavalo de trote muito cômodo, ágil e esperto. Muito dócil.

Comportamento e cuidados

Vacinação e vermifugação

As vacinas previnem e/ou minimizam a ação de agentes que possam vir a causar doenças e gerar grandes perdas econômicas. Todos os equinos de uma mesma propriedade devem ser vacinados com o mesmo programa de vacinação. Os programas variam de acordo com a região em que o animal vive ou para qual será transportado.

As vacinas mais utilizadas em equinocultura são a contra influenza, tétano e encefalomielite equina. Em casos de propriedades com problemas de aborto equino a vírus, as éguas prenhas devem receber reforço adicional no 5º, 7º e 9º meses de gestação. Nos equinos os endoparasitas podem causar cólicas, anemias, diarréias, constipações e retardos no crescimento.

Programas de vermifugação devem ser implantados de acordo com o número de animais, extensão da propriedade, sendo importante a alternância do princípio ativo para evitar resistência parasitária e atingir todos os tipos de vermes.

Manejo

Alimentar

O alimento natural dos equinos são os volumosos. Os volumosos são ricos em fibras como as pastagens e as forragens que suprem parcialmente as necessidades nutricionais dos equinos.

Devido às maiores exigências decorrentes do esporte, concentrados enérgicos e/ou protéicos (rações, grãos), foram adicionados à dieta como complemento do volumoso, com quantidade oferecida de acordo com a categoria do animal. O aumento de consumo de concentrados pode causar diversas enfermidades graves como miopatia de esforço, laminite ou cólicas.

Adotar uma periodicidade do horário de alimentar os equinos, evitando longos períodos em jejum. Devidos as perdas constantes de minerais, a suplementação com sal é importante para evitar deficiências.

Casqueamento e ferrageamento

Os cascos de um cavalo devem ser limpos diariamente, principalmente antes do exercício. Um bom casqueamento e ferrageamento nos cascos dos equinos, previne o aparecimento de afecções no aparelho locomotor e oferece proteção do casco dos impactos com o solo, respectivamente.

Confinamento

Água limpa, fresca e a vontade deve estar sempre ao alcance do animal. Manter cavalos em baias é antinatural. Um cavalo chega a se deslocar por dia a distância de 9 a 12 quilômetros. Oferecer baias grandes com ventilação adequada, boa cama, cochos e bebedouros com altura adequada são fundamentais.

Odontológico

As alterações dentárias influenciam na mastigação e digestão dos alimentos, causando menor aproveitamento dos nutrientes, perda de peso, queda de desempenho e problemas no trato gastrointestinal. Os cavalos devem passar por manejo odontológico com um médico veterinário capacitado a cada 6 meses.

Vacinação e vermifugação

As vacinas previnem e/ou minimizam a ação de agentes que possam vir a causar doenças e gerar grandes perdas econômicas. Todos os equinos de uma mesma propriedade devem ser vacinados com o mesmo programa de vacinação. Os programas variam de acordo com a região em que o animal vive ou para qual será transportado.

As vacinas mais utilizadas em equinocultura são a contra influenza, tétano e encefalomielite equina. Em casos de propriedades com problemas de aborto equino a vírus, as éguas prenhas devem receber reforço adicional no 5º, 7º e 9º meses de gestação. Nos equinos os endoparasitas podem causar cólicas, anemias, diarréias, constipações e retardos no crescimento.

Programas de vermifugação devem ser implantados de acordo com o número de animais, extensão da propriedade, sendo importante a alternância do princípio ativo para evitar resistência parasitária e atingir todos os tipos de vermes.

Referências bibliográficas

CINTRA, A. G. de C. O Cavalo: Características, Manejo e Alimentação. Editora ROCA. 2014.

TORRES, A. P.; JARDIM, W.R. Criação do cavalo e de outros eqüinos. Livraria Nobel. 1987.

Haras Cabana. História da Raça Brasileiro de Hipismo. Disponível em: http://www.harasdacabana.com.br/institucional/historia-da-raca-brasileiro-de-hipismo.php. Acesso em: 02 Dez. 2017.

Hipismo Brasil. Cavalo Brasileiro de Hipismo. Disponível em: http://www.portalsaofrancisco.com.br/animais/cavalo-brasileiro-de-hipismo. Acesso em: 02 Dez. 2017.

Imagem disponível em: http://www.fph.com.br/listas/Detalhe.aspx?ID=47564