Nome da Raça

Hanoveriano

Altura na Cernelha

1,52 a 1,58 m

Temperamento

Dócil, regular e voluntarioso

Introdução

Origem

Essa famosa raça de cavalos alemães nasceu do interesse dos reis da Inglaterra e de Hanover pelos cavalos da região. O rei George I possuía vários garanhões PSI cruzados com muitas éguas da região, algumas delas eram descendentes dos cavalos de tração medievais. O rei George II fundou o haras "Landgestuet" em Cell, no ano de 1735, mantendo os garanhões PSI e Holsteiner.

Por muitos anos o propósito do Haras era produzir cavalos para montaria, para puxar carroças e para trabalhar no campo. Após a Segunda Guerra Mundial, mudou-se o objetivo da criação da raça e começou-se a produzir cavalos para o esporte. Para isso tiveram grande ajuda dos PSI e Trakehner.

Foi introduzido no Brasil à partir da década de 70, exclusivamente para formação de cavalos de salto.

País de origem

Alemanha

Características gerais

Aspectos raciais

Pescoço comprido e elegante, cabeça leve e de tamanho médio, bem delineada e expressiva, olhos grandes e vivos, membros poderosos e simétricos, com articulações bem desenvolvidas. Passada alongada. É considerado um dos animais mais altos entre as raças, com um porte esguio.

Peso em torno de 600 a 650 kg.

Pelagem

Nas pelagens deste cavalo encontram-se cores como o castanho em tons escuros ou o alazão.

Aptidões

A seleção subsequente produziu animais muito robustos, tranquilos e direcionados para esportes como equitação e hipismo. Mas é no salto e no adestramento que eles se destacam.

Comportamento e cuidados

Vacinação e vermifugação

As vacinas previnem e/ou minimizam a ação de agentes que possam vir a causar doenças e gerar grandes perdas econômicas. Todos os equinos de uma mesma propriedade devem ser vacinados com o mesmo programa de vacinação. Os programas variam de acordo com a região em que o animal vive ou para qual será transportado.

As vacinas mais utilizadas em equinocultura são a contra influenza, tétano e encefalomielite equina. Em casos de propriedades com problemas de aborto equino a vírus, as éguas prenhas devem receber reforço adicional no 5º, 7º e 9º meses de gestação. Nos equinos os endoparasitas podem causar cólicas, anemias, diarréias, constipações e retardos no crescimento.

Programas de vermifugação devem ser implantados de acordo com o número de animais, extensão da propriedade, sendo importante a alternância do princípio ativo para evitar resistência parasitária e atingir todos os tipos de vermes.

Manejo

Alimentar

O alimento natural dos equinos são os volumosos. Os volumosos são ricos em fibras como as pastagens e as forragens que suprem parcialmente as necessidades nutricionais dos equinos.

Devido às maiores exigências decorrentes do esporte, concentrados enérgicos e/ou protéicos (rações, grãos), foram adicionados à dieta como complemento do volumoso, com quantidade oferecida de acordo com a categoria do animal. O aumento de consumo de concentrados pode causar diversas enfermidades graves como miopatia de esforço, laminite ou cólicas.

Adotar uma periodicidade do horário de alimentar os equinos, evitando longos períodos em jejum. Devidos as perdas constantes de minerais, a suplementação com sal é importante para evitar deficiências.

Casqueamento e ferrageamento

Os cascos de um cavalo devem ser limpos diariamente, principalmente antes do exercício. Um bom casqueamento e ferrageamento nos cascos dos equinos, previne o aparecimento de afecções no aparelho locomotor e oferece proteção do casco dos impactos com o solo, respectivamente.

Confinamento

Água limpa, fresca e a vontade deve estar sempre ao alcance do animal. Manter cavalos em baias é antinatural. Um cavalo chega a se deslocar por dia a distância de 9 a 12 quilômetros. Oferecer baias grandes com ventilação adequada, boa cama, cochos e bebedouros com altura adequada são fundamentais.

Odontológico

As alterações dentárias influenciam na mastigação e digestão dos alimentos, causando menor aproveitamento dos nutrientes, perda de peso, queda de desempenho e problemas no trato gastrointestinal. Os cavalos devem passar por manejo odontológico com um médico veterinário capacitado a cada 6 meses.

Vacinação e vermifugação

As vacinas previnem e/ou minimizam a ação de agentes que possam vir a causar doenças e gerar grandes perdas econômicas. Todos os equinos de uma mesma propriedade devem ser vacinados com o mesmo programa de vacinação. Os programas variam de acordo com a região em que o animal vive ou para qual será transportado.

As vacinas mais utilizadas em equinocultura são a contra influenza, tétano e encefalomielite equina. Em casos de propriedades com problemas de aborto equino a vírus, as éguas prenhas devem receber reforço adicional no 5º, 7º e 9º meses de gestação. Nos equinos os endoparasitas podem causar cólicas, anemias, diarréias, constipações e retardos no crescimento.

Programas de vermifugação devem ser implantados de acordo com o número de animais, extensão da propriedade, sendo importante a alternância do princípio ativo para evitar resistência parasitária e atingir todos os tipos de vermes.

Referências bibliográficas

CINTRA, A. G. de C. O Cavalo: Características, Manejo e Alimentação. Editora ROCA. 2014.

TORRES, A. P.; JARDIM, W.R. Criação do cavalo e de outros eqüinos. Livraria Nobel. 1987.

Raças-Cavalos. Cavalos Hanoverianos. Disponível em: <http://www.racas-cavalos.com/cavalos-hanoverianos>. Acesso em: 13 Dez. 2017.

Equitação. Cavalo Hanoveriano. Disponível em: <http://wwwequitacao.blogspot.com.br/2009/05/cavalo-hanoveriano.html>. Acesso em: 13 Dez. 2017.

Via Rural. Hanoveriano. Disponível em: <http://br.viarural.com/animais/a-equinos/exteriorequinos/asoccriadoresexterior-hanoveriano.htm>. Acesso em: 13 Dez. 2017.

Imagem disponível em: http://www.racas-cavalos.com/cavalos-hanoverianos