Nome da Raça

Palomino

Altura na Cernelha

Mínima de 1,15 m

Temperamento

Bom caráter, Generoso e Inteligente

Introdução

Origem

O Palomino descende dos mesmo cavalos espanhóis que deram origem ao Mangalarga, Campolina e Crioulos de quase toda a América Latina. Entretanto, não derivou do “Mustang”, pois já era uma montaria de nobres, proibida aos plebeus à época da colonização espanhola do Sul e do Oeste Americano. Já tinha a pelagem atual e era cognominado “cavalo de Rainha”.

Pela sua beleza, tornou-se muito popular na Califórnia até os nossos dias. Nos últimos anos, sua popularidade, que se tinha esmaecido um pouco, teve novo alento, expandindo-se em área e número. Sua pelagem encontra-se também em outras raças.

País de origem

Estados Unidos

Curiosidades

A denominação de Palomino provavelmente se deve à presença do “branco pombo” entre as 3 pelagens possíveis nesta raça. Atualmente os cavalos Palominos têm por única característica racial importante sua pelagem, enquanto podem ser registrados como tal todo cavalo de sela da cor típica, bem conformado, descendente de pai e/ou mãe registrado, podendo um dos genitores ser American Quarter Horse, Árabe ou PSC.

A semelhança com o Mangalarga Paulista não é pura coincidência, pois tem a mesma origem e a mesma seleção funcional. “Golden Flight” foi registrado como Palomino e como Quarto-de-Milha, ganhou numerosos prêmios e competições e foi um bom raçador.

Características gerais

Aspectos raciais

É suficiente que seja bem conformado e apto para sela. Sua conformação geral se aproxima da de nossos cavalos melhorados: Campolina, Mangalarga e do Crioulo Argentino.

As caraterísticas físicas destes cavalos destacam-se pelo seu corpo forte e também por serem curtos. Apesar disso, no seu corpo muito compacto sobressaem as suas poderosas extremidades.

A cabeça destes cavalos é de tamanho pequeno, mas nela destaca-se a potência das suas mandíbulas. Além disto, outro traço da sua cabeça são as suas orelhas sempre erguidas e os seus olhos muito negros.

Também se destaca neste cavalo a sua força física, a sua inteligência e o seu bom caráter. Tal como sobressai a sua abundante crina e a sua formosa cauda que costuma apresentar-se em tons claros como o marfim ou o prateado.

Peso entre 450 e 550 kg.

Pelagem

A pelagem padrão é o “douradilho” (amarelo ouro, com as crinas claras – brancas, prateadas ou cor de marfim), porém corresponde a um fenótipo heterozigótico, que se dissocia nos acasalamentos entre animais douradilhos em alazões (amarilho), douradilhos e brancos “ovo-de-pato”, na proporção de 1:2:1.

Quando se acasalam os produtos “alazões” com os “brancos” obtém-se todos os filhos “douradilhos” ou Palominos. São admitidas as particularidas brancas na cabeça e nos membros. A pele e os olhos devem ser escuros.

Aptidões

Sua conformação e aptidão variam um pouco, principalmente por causa dos cruzamentos e mestiçagens, para obter: cavalos para passeio, desfile, rodeio, montaria, tiro de luxo, marchadores, etc.

Comportamento e cuidados

Vacinação e vermifugação

As vacinas previnem e/ou minimizam a ação de agentes que possam vir a causar doenças e gerar grandes perdas econômicas. Todos os equinos de uma mesma propriedade devem ser vacinados com o mesmo programa de vacinação. Os programas variam de acordo com a região em que o animal vive ou para qual será transportado.

As vacinas mais utilizadas em equinocultura são a contra influenza, tétano e encefalomielite equina. Em casos de propriedades com problemas de aborto equino a vírus, as éguas prenhas devem receber reforço adicional no 5º, 7º e 9º meses de gestação. Nos equinos os endoparasitas podem causar cólicas, anemias, diarréias, constipações e retardos no crescimento.

Programas de vermifugação devem ser implantados de acordo com o número de animais, extensão da propriedade, sendo importante a alternância do princípio ativo para evitar resistência parasitária e atingir todos os tipos de vermes.

Manejo

Alimentar

O alimento natural dos equinos são os volumosos. Os volumosos são ricos em fibras como as pastagens e as forragens que suprem parcialmente as necessidades nutricionais dos equinos.

Devido às maiores exigências decorrentes do esporte, concentrados enérgicos e/ou protéicos (rações, grãos), foram adicionados à dieta como complemento do volumoso, com quantidade oferecida de acordo com a categoria do animal. O aumento de consumo de concentrados pode causar diversas enfermidades graves como miopatia de esforço, laminite ou cólicas.

Adotar uma periodicidade do horário de alimentar os equinos, evitando longos períodos em jejum. Devidos as perdas constantes de minerais, a suplementação com sal é importante para evitar deficiências.

Casqueamento e ferrageamento

Os cascos de um cavalo devem ser limpos diariamente, principalmente antes do exercício. Um bom casqueamento e ferrageamento nos cascos dos equinos, previne o aparecimento de afecções no aparelho locomotor e oferece proteção do casco dos impactos com o solo, respectivamente.

Confinamento

Água limpa, fresca e a vontade deve estar sempre ao alcance do animal. Manter cavalos em baias é antinatural. Um cavalo chega a se deslocar por dia a distância de 9 a 12 quilômetros. Oferecer baias grandes com ventilação adequada, boa cama, cochos e bebedouros com altura adequada são fundamentais.

Odontológico

As alterações dentárias influenciam na mastigação e digestão dos alimentos, causando menor aproveitamento dos nutrientes, perda de peso, queda de desempenho e problemas no trato gastrointestinal. Os cavalos devem passar por manejo odontológico com um médico veterinário capacitado a cada 6 meses.

Vacinação e vermifugação

As vacinas previnem e/ou minimizam a ação de agentes que possam vir a causar doenças e gerar grandes perdas econômicas. Todos os equinos de uma mesma propriedade devem ser vacinados com o mesmo programa de vacinação. Os programas variam de acordo com a região em que o animal vive ou para qual será transportado.

As vacinas mais utilizadas em equinocultura são a contra influenza, tétano e encefalomielite equina. Em casos de propriedades com problemas de aborto equino a vírus, as éguas prenhas devem receber reforço adicional no 5º, 7º e 9º meses de gestação. Nos equinos os endoparasitas podem causar cólicas, anemias, diarréias, constipações e retardos no crescimento.

Programas de vermifugação devem ser implantados de acordo com o número de animais, extensão da propriedade, sendo importante a alternância do princípio ativo para evitar resistência parasitária e atingir todos os tipos de vermes.

Referências bibliográficas

CINTRA, A. G. de C. O Cavalo: Características, Manejo e Alimentação. Editora ROCA. 2014.

TORRES, A. P.; JARDIM, W.R. Criação do cavalo e de outros eqüinos. Livraria Nobel. 1987.

Raças-Cavalos. Cavalos Palomino. Disponível em: <http://www.racas-cavalos.com/Cavalos-palomino>. Acesso em: 20 Dez. 2017.

Imagem disponível em: http://www.racas-cavalos.com/imagens-cavalo-palomino-jpg