Nome da Raça

Westfalen

Altura na Cernelha

Varia entre 1,54m e 1,64m

Temperamento

Inteligente, fácil manejo, obediente

Introdução

Origem

Esta raça foi desenvolvida no Estado da Westphalia (Nordrhein-Westfalen), situado na parte ocidental da Alemanha. Esta região é considerada o coração germânico dos esportes equestres.

No início do processo de seleção, os Westfalen foram cruzados com cavalos Oldenburg e Anglo-normandos. Entretanto, a partir de 1920, o sangue Hanoveriano passou a ser a base do aprimoramento do Westfalen. Por algum tempo, foi considerado um Hanoveriano mais pesado e corpulento.

Na década de 60, a mistura com o Puro-sangue Inglês modificou sua estrutura, tornando-o mais leve e refinado. Para aumentar sua resistência, introduziu-se o cavalo Árabe.

País de origem

Alemanha

Curiosidades

Atualmente, o Westfalen apresenta grande qualidade técnica e morfológica. É um cavalo extremamente inteligente e de fácil manejo. É obediente, porém não perde uma de suas principais características: a vivacidade.

Características gerais

Aspectos raciais

Seu corpo é forte, com cabeça elegante e larga, orelhas médias bem afastadas, nariz retilíneo e olhos atentos. Possui pescoço longo e bem desenvolvido, pernas proporcionais e fortes, com ossos bastante resistentes.

Pelagem

Todas as colorações sólidas são aceitas por seu Stud Book, sendo permitidas marcas brancas na parte inferior das pernas e cabeça.

Aptidões

Inicialmente usado para a agricultura e tração leve, hoje é popular como cavalo de sela. Todas essas misturas resultaram em um animal excelente para a montaria e que pode ser utilizado em todas as modalidades equestres. É especialmente talentoso no salto e adestramento.

Comportamento e cuidados

Vacinação e vermifugação

As vacinas previnem e/ou minimizam a ação de agentes que possam vir a causar doenças e gerar grandes perdas econômicas. Todos os equinos de uma mesma propriedade devem ser vacinados com o mesmo programa de vacinação. Os programas variam de acordo com a região em que o animal vive ou para qual será transportado.

As vacinas mais utilizadas em equinocultura são a contra influenza, tétano e encefalomielite equina. Em casos de propriedades com problemas de aborto equino a vírus, as éguas prenhas devem receber reforço adicional no 5º, 7º e 9º meses de gestação. Nos equinos os endoparasitas podem causar cólicas, anemias, diarréias, constipações e retardos no crescimento.

Programas de vermifugação devem ser implantados de acordo com o número de animais, extensão da propriedade, sendo importante a alternância do princípio ativo para evitar resistência parasitária e atingir todos os tipos de vermes.

Manejo

Alimentar

O alimento natural dos equinos são os volumosos. Os volumosos são ricos em fibras como as pastagens e as forragens que suprem parcialmente as necessidades nutricionais dos equinos.

Devido às maiores exigências decorrentes do esporte, concentrados enérgicos e/ou protéicos (rações, grãos), foram adicionados à dieta como complemento do volumoso, com quantidade oferecida de acordo com a categoria do animal. O aumento de consumo de concentrados pode causar diversas enfermidades graves como miopatia de esforço, laminite ou cólicas.

Adotar uma periodicidade do horário de alimentar os equinos, evitando longos períodos em jejum. Devidos as perdas constantes de minerais, a suplementação com sal é importante para evitar deficiências.

Casqueamento e ferrageamento

Os cascos de um cavalo devem ser limpos diariamente, principalmente antes do exercício. Um bom casqueamento e ferrageamento nos cascos dos equinos, previne o aparecimento de afecções no aparelho locomotor e oferece proteção do casco dos impactos com o solo, respectivamente.

Confinamento

Água limpa, fresca e a vontade deve estar sempre ao alcance do animal. Manter cavalos em baias é antinatural. Um cavalo chega a se deslocar por dia a distância de 9 a 12 quilômetros. Oferecer baias grandes com ventilação adequada, boa cama, cochos e bebedouros com altura adequada são fundamentais.

Odontológico

As alterações dentárias influenciam na mastigação e digestão dos alimentos, causando menor aproveitamento dos nutrientes, perda de peso, queda de desempenho e problemas no trato gastrointestinal. Os cavalos devem passar por manejo odontológico com um médico veterinário capacitado a cada 6 meses.

Vacinação e vermifugação

As vacinas previnem e/ou minimizam a ação de agentes que possam vir a causar doenças e gerar grandes perdas econômicas. Todos os equinos de uma mesma propriedade devem ser vacinados com o mesmo programa de vacinação. Os programas variam de acordo com a região em que o animal vive ou para qual será transportado.

As vacinas mais utilizadas em equinocultura são a contra influenza, tétano e encefalomielite equina. Em casos de propriedades com problemas de aborto equino a vírus, as éguas prenhas devem receber reforço adicional no 5º, 7º e 9º meses de gestação. Nos equinos os endoparasitas podem causar cólicas, anemias, diarréias, constipações e retardos no crescimento.

Programas de vermifugação devem ser implantados de acordo com o número de animais, extensão da propriedade, sendo importante a alternância do princípio ativo para evitar resistência parasitária e atingir todos os tipos de vermes.

Referências bibliográficas

CINTRA, A. G. de C. O Cavalo: Características, Manejo e Alimentação. Editora ROCA. 2014.

TORRES, A. P.; JARDIM, W.R. Criação do cavalo e de outros eqüinos. Livraria Nobel. 1987.

Imagem disponível em: http://cavalosexoticos.blogspot.com.br/2013/05/westfalen-westphalian.html

Cavalos Exóticos. Westfalen. Disponível em: http://cavalosexoticos.blogspot.com.br/2013/05/westfalen-westphalian.html

American Westfalen Registry. Disponível em: https://www.westfalenhorse.org/