Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Brometo de Potássio

Classificaçāo

Anticonvulsivante

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães e Gatos

ARMAZENAMENTO

Armazene em frasco bem fechado. As formulações compostas em soluções aquosas são estáveis por, pelo menos, 180 dias. Refrigere a solução injetável para prevenir crescimento bacteriano. Mantido fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Brometo de potássio, manipulação

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Em casos de convulsões generalizadas refratárias a outros anticonvulsivantes.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Em pacientes com hipoadrenocorticismo ou qualquer distúrbios que interfira nos níveis de potássio, insuficiência cardíaca congestiva ou hipertensão recomenda-se a substituição do potássio por sódio.

EFEITOS ADVERSOS

Incluem poliúria/polidipsia, polifagia, sedação e distúrbios gastrointestinais.

SUPERDOSAGEM

Em altas doses: depressão do SNC, delírio, hiperexcitabilidade, fraqueza e ataxia; rigidez dos membros pélvicos e marcha anormal.

Administração e doses

Via(s)

IV

Oral

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

24 / 24 horas

Felino

Comum

Gatos

30 mg / kg

calcular

Canino - Cães

Com fenobarbital

30 - 40 mg / kg

calcular

Sem fenobarbital

40 - 50 mg / kg

calcular

Dose de ataque

60 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

Se os animais estiverem em dietas com alto teor de cloreto, podem ser necessárias doses maiores.

A administração IV pode ser usada na dose de ataque: 800 a 1.200 mg/kg infundidas durante 8 horas. IMPORTANTE: é imprescindível usar brometo de sódio em vez de brometo de potássio no caso do uso intravenoso.

Para dose de ataque oral: 600 mg/kg por via oral dividida durante 3 a 5 dias. Alternativamente, 60 mg/kg/dia são administradas por 15 dias para alcançar uma concentração plasmática de 100 mg/dL e 200 mg/dL por 60 dias.

Interações medicamentosas

Observações da interação

Desconhecida

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

COMPATIBILIDADE

Não misturar com palatabilizantes ou soluções que contenham sal.

FARMACODINÂMICA

O mecanismo de ação do brometo não está muito bem explicado, sugere-se que a alteração da condutância do cloreto nas membranas neuronais, estabilizando as células e focos epiléticos no cérebro. O brometo de potássio contém 67% de brometo enquanto o brometo de sódio contém 78% de brometo. A dose de brometo de sódio deve ser

aproximadamente 15% menor (p. ex. 30 mg/kg de brometo de potássio são equivalentes a 25 mg/kg de brometo de sódio).

FARMACOCINÉTICA

Está disponível também na forma de brometo de sódio. A meia-vida está entre 11 a 25 dias, por isso pode ser utilizada uma vez ao dia. Não é biotransformada e a eliminação se dá em grande parte pelos rins.

EFEITOS ADVERSOS

Incluem poliúria/polidipsia, polifagia, sedação e distúrbios gastrointestinais.

SUPERDOSAGEM

Em altas doses: depressão do SNC, delírio, hiperexcitabilidade, fraqueza e ataxia; rigidez dos membros pélvicos e marcha anormal.

MONITORAMENTO

Monitorar as concentrações séricas de brometo para ajustar a dose.

Avaliações

Como você avaliaria a performance do produto?

Desempenho do Produto

Muito satisfatório
Satisfatório
Insatisfatório
Muito insatisfatório

Distribuidores

Este produto ainda não tem distribuidores

Referências Bibliográficas

ANDRADE NETO, J. P. Anticonvulsivantes. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

ANDRADE NETO, J. P. Anticonvulsivantes. In: Andrade SF. Manual de terapêutica veterinária. 3. ed. São Paulo: Roca, 2008.

PAPICH, M. G. Manual Saunders de terapia veterinária. 3ª ed. Elsevier, Rio de Janeiro, 2012