Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Dopamina

Classificaçāo

Vasopressor

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães e Gatos

ARMAZENAMENTO

Estabilidade após reconstituição: 24 horas em temperatura ambiente após diluída em outra solução.

Não refrigerar ou congelar.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Cloridrato de Dopamina Solução Injetável 5 mg/mL, ampola (10 mL)

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Indicado para hipotensão severa e choque. Agonista adrenérgico indicado no tratamento de choque hipovolêmico, insuficiência renal aguda oligúrica e insuficiência cardíaca aguda.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não administrar em portadores de fibrilação vascular e taquiarritimias.

EFEITOS ADVERSOS

A dopamina causa principalemente alterações na frequência cardíaca.

Pode causar arritmias, hipertensão, vômito e náuseas.

Os efeitos podem ser diminuídos alterando a velocidade de infusão.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

A dopamina atravessa a barreira placentária.

SUPERDOSAGEM

Doses altas provocam vasoconstrição renal, mesentérica, arterial periférica e venosa, com aumento expressivo da resistência vascular sistêmica e pulmonar.

Provoca taquicardia e arritimia.

Administração e doses

Via(s)

IV

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

De acordo com protocolo médico.

Doses

Recomendado

Cães e Gatos

1 - 10 mcg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

A dose da droga deve ser ajustada ao efeito hemodinâmico desejado.

Dissolver 40 mg em 500 mL de Solução Salina, Ringer Lactato ou Glicose 5%.

Após diluir, manter em temperatura ambiente por até 24 / 24 horas.

Interações medicamentosas

Antidepressivos tricíclicos

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da Dopamina

Mecanismo de Ação

Antidepressivos tricíclicos inibem a recaptação da Dopamina no neurônio, aumentando ou diminuindo sua sensibilidade no receptor

Conduta

Evitar o usoObservações:

Fenitoína

Grau de Interação

Grave

Efeito Clínico

Hipotensão profunda e possível parada cardíaca

Mecanismo de Ação

Desconhecido

Conduta

Incompatível, quando a Dopamina está sendo feita por infusão contínua

Inibidores da MAO

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Grave

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da Dopamina

Mecanismo de Ação

Quando a MAO é inibida, aDopamina acumula

Conduta

Usar 1/10 da dose usual da Dopamina

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

COMPATIBILIDADE

O cloridrato de dopamina é sensível a álcalis, sais de ferro e agentes oxidantes.

FARMACODINÂMICA

A dopamina é um agente adrenérgico precursor da norepinefrina que estimula receptores dopaminérgicos, beta1-adrenérgicos e alfa-adrenérgicos, dependendo da dose utilizada.

Não atravessa a barreira hematencefálica, portanto não apresenta efeitos centrais.

Atua na zona quimiorreceptora deflagradora, ocasionando náusea e vômito.

Concentrações de 1 a 1,5 mcg/kg/min de dopamina estimulam os receptores dopaminérgicos a provocar vasodilatação renal, mesentérica e coronariana e aumento do fluxo sanguíneo.

Em doses maiores a dopamina estimula os receptores beta1 e alfa-adrenérgicos.

Concentrações entre 5 e 10 mcg/kg/min de dopamina aumentam o débito cardíaco pelo efeito inotrópico positivo cardíaco e provoca aumento da resistência vascular sistêmica.

FARMACOCINÉTICA

A atividade da dopamina após administração intravenosa (efeito dopaminérgico) ocorre a partir de 5 minutos.

É metabolizada principalmente no fígado e excretada pela urina em forma de metabólitos.

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

Pode causar interferência em valores de: Hormônio do crescimento, prolactina e TSH.

EFEITOS ADVERSOS

A dopamina causa principalemente alterações na frequência cardíaca.

Pode causar arritmias, hipertensão, vômito e náuseas.

Os efeitos podem ser diminuídos alterando a velocidade de infusão.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

A dopamina atravessa a barreira placentária.

SUPERDOSAGEM

Doses altas provocam vasoconstrição renal, mesentérica, arterial periférica e venosa, com aumento expressivo da resistência vascular sistêmica e pulmonar.

Provoca taquicardia e arritimia.

MONITORAMENTO

Monitorar sinais adversos para ajuste de dose e velocidade de infusão.

Monitorar pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória.

Acompanhar os animais durante infusão para que não haja extravasamento de medicamento no local de infusão.

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Referências Bibliográficas

TÁRRAGA, K. M. Medicamentos que Atuam no Sistema Cardiovascular: Inotrópicos Positivos e Vasodilatadores. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.