Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Ácido Pipemídico

Classificaçāo

Antibiótico (grupo Quinolonas)

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães e Gatos

ARMAZENAMENTO

Conservar em local seco, à temperatura ambiente (15°C a 30°C), ao abrigo da luz solar direta e fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Ácido Pipemídico, cápsula

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Infecções das vias urinárias.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

É contra-indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade a quinolonas.

EFEITOS ADVERSOS

Pode causar reações alérgicas cutâneas e distúrbios gastrointestinais.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Evitar o uso durante gestação e lactação.

SUPERDOSAGEM

Altas dosagens podem aumentar a intensidade dos efeitos adversos. Dispneia e hipotensão foram relatados em humanos.

Administração e doses

Via(s)

Oral

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

12 / 12 horas

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

De acordo com protocolo médico.

Doses

Recomendado

Cães e Gatos

15 - 40 mg / kg

calcular

Interações medicamentosas

Anticoagulantes orais

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado do anticoagulante

Conduta

Ajustar dose

Nitrofurantoína

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido do ácido pipemídico

Conduta

Ajustar dose

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

São substâncias químicas pertencentes ao grupo das quinolonas de 1ª geração. São antimicrobianos bactericidas e sua atividade se relaciona com a inibição das topoisomerases bacterianas do tipo II, também conhecida como DNA girase, impedindo o enrolamento da hélice de DNA numa forma superespiralada (GÓRNIAK, 2006).

FARMACOCINÉTICA

Após a administração oral, a absorção é rápida, o pico máximo e biotransformação é variável entre as espécies, a excreção é feita por via urinária.

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

Pode ocorrer aumento dos níveis séricos de uréia e creatinina, leucopenia e tromcitopenia

EFEITOS ADVERSOS

Pode causar reações alérgicas cutâneas e distúrbios gastrointestinais.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Evitar o uso durante gestação e lactação.

SUPERDOSAGEM

Altas dosagens podem aumentar a intensidade dos efeitos adversos. Dispneia e hipotensão foram relatados em humanos.

MONITORAMENTO

Pacientes com insuficiência renal devem ser monitorados para acompanhar o aparecimento de cristalúria, hematúria ou nefrite intersticial.

Avaliações

Como você avaliaria a performance do produto?

Desempenho do Produto

Muito satisfatório
Satisfatório
Insatisfatório
Muito insatisfatório

Distribuidores

Este produto ainda não tem distribuidores

Referências Bibliográficas

GÓRNIAK, S. L. Quimioterápicos. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

VALGAS, S. Desenvolvimento de um novo sistema de liberação controlada do fármaco enrofloxacina a partir de microesferas de malonilquitosana a ser aplicado em medicina veterinária. Tese (doutorado) - Química, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2005

VIEIRA NETO, O. M. Infecção do trato urinário. Medicina, Ribeirão Preto, Simpósio: URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS INFECCIOSAS 36: 365-369, abr./dez.2003