Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Metilprednisolona

Classificaçāo

Anti-inflamatório Esteroidal

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

O tratamento não deve ser interrompido abruptamente ou sem o conhecimento do médico veterinário. A interrupção abrupta do tratamento pode causar efeitos adversos graves. Os corticosteroides podem aumentar a suscetibilidade a infecções ou mascarar sinais de infecção, observe constantemente o animal e informe ao médico veterinário responsável sobre qualquer efeito adverso observado.

ARMAZENAMENTO

Após administração da dose desejada, qualquer suspensão remanescente deve ser descartada.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Metilprednisolona 80 mg / 2 mL, suspensão injetável
  • - Metilprednisolona 125 mg / 2 mL, suspensão injetável
  • - Metilprednisolona 500 mg / 8 mL, suspensão injetável
  • - Metilprednisolona 40 mg/mL, suspensão injetável
  • - Metilprednisolona 1 g / 16 mL, suspensão injetável
  • - Predi-Medrol 40 mg/mL, solução injetável
  • - Depo-medrol 80 mg / 2 mL, suspensão injetável
  • - Solu-medrol 40 mg/mL, suspensão injetável
  • - Solu-medrol 125 mg / 2 mL, suspensão injetável
  • - Solu-medrol 500 mg / 8 mL, suspensão injetável
  • - Solu-medrol 1 g / 16 mL, suspensão injetável

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Os glicocorticóides são indicados para o tratamento de doenças inflamatórias, neoplásicas e autoimunes. A metilprednisolona é um potente anti-inflamatório esteroide, com maior potência anti-inflamatória do quea prednisolona e menor tendência do que prednisolona para induzir a retenção de sódio e água. Pode ser indicada via intra-articular para o tratamento de osteoartrite e osteoartrose em cães (ROCHA e JOAQUIM, 2012). Indicado para o tratamento do complexo granuloma eosinofílico em felinos (SANDOVAL, 2005; LERNER 2013).

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não utilizar em animais em crescimento e portadores de trombocitopenia idiopática, micoses profundas ou processos cicatriciais, sobretudo aqueles envolvendo córnea e ossos. Contraindicado para uso por via intratecal, epidural e intravenosa quando apresentado em forma de acetato.

EFEITOS ADVERSOS

A retirada abrupta do tratamento com glicocorticoides pode ocasionar efeitos como febre, mialgia e artralgia, podendo ser confundidos com a exacerbação dos sintomas prévios da doença tratada (MACEDO e OLIVEIRA, 2010). Os glicocorticoides causam diversos efeitos adversos, que podem porém, ser controlados com o ajuste adequado da dose durante o tratamento. Dentre eles estão: Distúrbios eletrolíticos como retenção de sódio e edema (poliúria), excreção aumentada de potássio (polidipsia), excreção aumentada de cálcio (polifagia), náuseas, vômitos, úlcera péptica, esofagite, pancreatite, hipercortisolismo, insuficiência suprarrenal secundária, diabete melito, hipertensão arterial, tromboembolismo, glaucoma, fraqueza muscular, fraturas ósseas, necrose asséptica da cabeça do fêmur, neutrofilia, eosinopenia, linfopenia, monocitopenia e púrpuras (ROCHA e JOAQUIM, 2012). Como os glicocorticoides dificultam a deposição de fibrina e a proliferação de fibroblastos acabam por retardar o processo de cicatrização (MACEDO e OLIVEIRA, 2010). Altas doses de metilprednisolona podem causar hemorragias gástricas em cães (LASCELLES, 2005).

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Os corticosteróides podem induzir o aparecimento de sinais de parto ou o parto prematuro quando utilizado no terço final da gestação. Os glicocorticóides devem ser evitados em animais de reprodução, pois podem apresentar efeitos teratogênicos quando utilizados durante o início da prenhez (FERGUSON e HOENIG, 2013), principalmente malformações ósseas, além de retardo do crescimento intrauterino. Quando usado de maneira crônica pode resultar em infertilidade temporária, modificação do ciclo estral das fêmeas e distúrbios de libido e capacidade de fecundação nos machos. Esses efeitos podem ser revertidos suspendendo o uso do glicocorticoide (ROCHA e JOAQUIM, 2012).

SUPERDOSAGEM

Os principais efeitos de doses altas de glicocorticoides são infecções secundárias quando utilizados com finalidade de imunossupressão, porém todos os efeitos adversos listados podem ser exacerbados.

Administração e doses

Via(s)

Intra-articular

IM

IV

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

- Caso de Choque: De acordo com protocolo médico.

- Trauma do SNC: 8 / 8 horas;

- 14 / 14 dias.

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

De acordo com protocolo médico.

Doses - Cães e Gatos

Dose em caso de choque

25 - 30 mg / kg

calcular

Dose para trauma do SNC

10 mg / kg

calcular

Recomendado

1 - 2 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

Soluções de succinato sódico de Metilprednisolona podem ser administrados por injeção ou infusão IV

Interações medicamentosas

Anticoagulantes orais

Tipo de Interação

Sinergismo/Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico dos anticoagulantes exacerbado/diminuido

Conduta

Monitorar coagulação

Aprepitanto/Fosaprepitanto

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico do acetato de metilprednisolona exacerbado

Mecanismo de Ação

Diminuição do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

Carbamazepina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico do acetato de metilprednisolona diminuido

Mecanismo de Ação

Aumento do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

Cetoconazol

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico do acetato de metilprednisolona exacerbado

Mecanismo de Ação

Diminuição do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

Ciclosporina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Grave

Efeito Clínico

Efeito terapêutico exacerbado de um ou ambos os fármacos. Risco de convulsão

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo

Conduta

Incompatível

Claritromicina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico do acetato de metilprednisolona exacerbado

Mecanismo de Ação

Diminuição do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

Contraceptivos orais

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico do acetato de metilprednisolona exacerbado

Mecanismo de Ação

Diminuição do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

Diltiazem

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico do acetato de metilprednisolona exacerbado

Mecanismo de Ação

Diminuição do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

Eritromicina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico do acetato de metilprednisolona exacerbado

Mecanismo de Ação

Diminuição do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

Fenitoína

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico do acetato de metilprednisolona diminuido

Mecanismo de Ação

Aumento do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

Fenobarbital

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico do acetato de metilprednisolona diminuido

Mecanismo de Ação

Aumento do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

Isoniazida

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico do acetato de metilprednisolona exacerbado

Mecanismo de Ação

Diminuição do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

Itraconazol

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico do acetato de metilprednisolona exacerbado

Mecanismo de Ação

Diminuição do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

Rifampicina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico do acetato de metilprednisolona diminuido

Mecanismo de Ação

Aumento do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

Troleandomicina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico da acetilcisteína diminuido

Mecanismo de Ação

Diminuição do clearance hepático

Conduta

Ajustar dose

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

COMPATIBILIDADE

A suspensão de acetato de metilprednisolona não deve ser misturada ou diluída em outras substâncias.

FARMACODINÂMICA

Os hormônios esteroides se difundem facilmente através da membrana celular por serem lipossolúveis e seus efeitos podem ser observados em quase todo o organismo (MACEDO e OLIVEIRA, 2010; ROCHA e JOAQUIM, 2012). Se ligam aos receptores dentro da célula, formando um complexo no citoplasma e modificando a conformação da molécula no receptor. Após penetração no núcleo da célula a regulação da transcrição do RNA passa a ser mediada por alterações na atividade do gene promotor (MACEDO e OLIVEIRA, 2010; FERGUSON e HOENIG, 2013). O uso de glicocorticoides interfere bloqueando ou diminuindo as etapas do processo inflamatório. A supressão da formação de edema se dá pela redução da permeabilidade do endotélio capilar que diminuição do extravasamento de líquidos e proteínas dos capilares. A migração de células fica diminuída, reduzindo a quantidade leucócitos (por até 12 horas após dose única) e neutrófilos no local da inflamação (DAMIANI, 2001; MACEDO e OLIVEIRA, 2010). Também ocorre a redução da proliferação e sobrevivência dos eosinófilos, linfócitos T e bloqueio da oferta de diversas citoquinas (DAMIANI, 2001; ROCHA e JOAQUIM, 2012) e principalmente do ácido araquidônico (MACEDO e OLIVEIRA, 2010).

FARMACOCINÉTICA

Os corticosteroides tópicos podem ser absorvidos através da pele saudável e intacta. A extensão da absorção percutânea de corticosteroides tópicos é determinada por vários fatores, incluindo o veículo da formulação e a integridade da barreira epidérmica. Curativos oclusivos, inflamações e/ou outros processos patológicos da pele também podem aumentar a absorção percutânea. Uma vez absorvidos através da pele, os corticosteroides tópicos têm farmacocinética similar aos corticosteroides administrados sistemicamente. Os glicocorticoides são bem absorvidos quando administradas por via oral. As preparações intravenosas geralmente contêm sais fosfatos e succinatos sódicos, o que torna altamente solúvel em água e proporciona rápido início da ação do glicocorticoide (ROCHA e JOAQUIM, 2012). Os efeitos dos glicocorticoides no organismo ocorrem em média em 2 horas, porém alguns efeitos já podem ser observados em 10 a 30 minutos e duram horas ou dias após o desaparecimento do composto do sangue (MACEDO e OLIVEIRA, 2010). Aproximadamente 90% do glicocorticoide encontra-se na circulação sanguínea ligado às proteínas plasmáticas, de modo reversível após a absorção e sua metabolização geralmente ocorre no fígado (ROCHA e JOAQUIM, 2012).

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

O uso de glicocorticoides pode causar aumento nas contagens de neutrófilos, eritrócitos, monócitos, plaquetas, além de aumentar também níveis de glicose, fosfatase alcalina e colesterol. Ainda pode causar alterações como a diminuição de eosinófilos (mais comum em cães), linfócitos e nitrogênio uréico sangüíneo (FERGUSON e HOENIG 2013). Provocam grandes alterações nos testes de função tireóidea no cão e com menor intensidade no gato (FERGUSON, 2013).

EFEITOS ADVERSOS

A retirada abrupta do tratamento com glicocorticoides pode ocasionar efeitos como febre, mialgia e artralgia, podendo ser confundidos com a exacerbação dos sintomas prévios da doença tratada (MACEDO e OLIVEIRA, 2010). Os glicocorticoides causam diversos efeitos adversos, que podem porém, ser controlados com o ajuste adequado da dose durante o tratamento. Dentre eles estão: Distúrbios eletrolíticos como retenção de sódio e edema (poliúria), excreção aumentada de potássio (polidipsia), excreção aumentada de cálcio (polifagia), náuseas, vômitos, úlcera péptica, esofagite, pancreatite, hipercortisolismo, insuficiência suprarrenal secundária, diabete melito, hipertensão arterial, tromboembolismo, glaucoma, fraqueza muscular, fraturas ósseas, necrose asséptica da cabeça do fêmur, neutrofilia, eosinopenia, linfopenia, monocitopenia e púrpuras (ROCHA e JOAQUIM, 2012). Como os glicocorticoides dificultam a deposição de fibrina e a proliferação de fibroblastos acabam por retardar o processo de cicatrização (MACEDO e OLIVEIRA, 2010). Altas doses de metilprednisolona podem causar hemorragias gástricas em cães (LASCELLES, 2005).

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Os corticosteróides podem induzir o aparecimento de sinais de parto ou o parto prematuro quando utilizado no terço final da gestação. Os glicocorticóides devem ser evitados em animais de reprodução, pois podem apresentar efeitos teratogênicos quando utilizados durante o início da prenhez (FERGUSON e HOENIG, 2013), principalmente malformações ósseas, além de retardo do crescimento intrauterino. Quando usado de maneira crônica pode resultar em infertilidade temporária, modificação do ciclo estral das fêmeas e distúrbios de libido e capacidade de fecundação nos machos. Esses efeitos podem ser revertidos suspendendo o uso do glicocorticoide (ROCHA e JOAQUIM, 2012).

SUPERDOSAGEM

Os principais efeitos de doses altas de glicocorticoides são infecções secundárias quando utilizados com finalidade de imunossupressão, porém todos os efeitos adversos listados podem ser exacerbados.

MONITORAMENTO

Infecções secundárias podem ocorrer durante o tratamento, o médico veterinário deve estar atento e constantemente monitorando o paciente pois os sinais de infecção podem ser ocultados pelo uso do medicamento. O paciente também deve ser monitorado quanto a perda de peso e desenvolvimento normal quando utilizado em animais jovens.

Avaliações

Como você avaliaria a performance do produto?

Desempenho do Produto

Muito satisfatório
Satisfatório
Insatisfatório
Muito insatisfatório

Distribuidores

Este produto ainda não tem distribuidores

Referências Bibliográficas

ANDREWS. J. M. Cortisol. In: VADEN, S. L. et al. Exames Laboratoriais e Procedimentos Diagnósticos em Cães e Gatos. [tradução: Adriana É. W. B. Meirelles et. al.]. – 1. ed. São Paulo: Roca, 2013.

DAMIANI, Durval et al. Corticoterapia e suas repercussões: a relação custo-benefício. Pediatria (São Paulo), v. 23, p. 71-82, 2001.

GROSS M. E. Tranqüilizantes, agonistas α2-adrenérgicos e agentes relacionados. In: ADAMS, H. R. Farmacologia e terapêutica em veterinária / editoria de H. Richard Adams; [tradução Cid Figueiredo]. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

FERGUSON D. C. Hormônios tireóideos e fármacos antitireóideos. In: ADAMS, H. R. Farmacologia e terapêutica em veterinária / editoria de H. Richard Adams; [tradução Cid Figueiredo]. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

FERGUSON D. C. e HOENIG M. Glicocorticóides, Mineralocorticóides e Inibidores da síntese de esteróides. In: ADAMS, H. R. Farmacologia e terapêutica em veterinária / editoria de H. Richard Adams; [tradução Cid Figueiredo]. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

LASCELLES, B. Duncan X. et al. Gastrointestinal tract perforation in dogs treated with a selective cyclooxygenase-2 inhibitor: 29 cases (2002–2003). Journal of the American Veterinary Medical Association, v. 227, n. 7, p. 1112-1117, 2005.

LERNER, D. D. Complexo granuloma eosinofílico em felinos domésticos. 2013.

LIMA, R. et al. Efeitos determinados pela metilprednisolona, administrada pela via subaracnóidea, sobre a medula espinhal e as meninges: estudo experimental em cães. 2008.

MACEDO J. M. S. e OLIVEIRA I. R. Corticosteroides. In: SILVA, P., 1921. Farmacologia/Penildon Silva – 8 ed. [Reimpr.]. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

ROCHA N. P. e JOAQUIM J. G. F. Glicocorticoides: atividades metabólicas, anti-inflamatórias e imunossupressoras. In: BARROS, C. M. e DI STASI, L. C. Farmacologia veterinária. Manole. Barueri-SP, 2012.

SANDOVAL, J. G. et al. Complexo granuloma eosinofílico em felinos: revisão de literatura. Veterinária em Foco, v. 2, n. 2, p. 109-119, 2005.

THOMPSON F. N. Hormônios que afetam a reprodução. In: ADAMS, H. R. Farmacologia e terapêutica em veterinária / editoria de H. Richard Adams; [tradução Cid Figueiredo]. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.