Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Naloxona

Classificaçāo

Antagonista Opióide

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Não faça uso deste medicamento sem orientação Médica. Opioides são hipnoanalgésicos e o uso indevido pode causar dependência química.

ARMAZENAMENTO

Conservar em local seco, entre 15°C e 30°C, ao abrigo da luz solar direta e fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Naloxona 0,02 mg/mL, ampola
  • - Naloxona 0,4 mg/mL, ampola
  • - Narcan 0,02 mg/mL, ampola
  • - Narcan 0,4 mg/mL, ampola

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

É o antagonista de todos os receptores opiáceos, sendo utilziado para reversão dos efeitos adversos, como bradicardia, depressão respiratória inclusive, excitação ou efeitos comportamentais.

EFEITOS ADVERSOS

Entre os efeitos adversos mais observados encontram-se náusea, vômito, taquicardia, hipertensão arterial, edema pulmonar e arritmias cardíacas.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso seguro durante a gestação e lactação não foi estabelecido, embora não existam relatos de problemas fetais relacionados. A avaliação do clínico quanto aos benefícios e riscos do tratamento é fundamental.

SUPERDOSAGEM

A superdosagem ou o uso frequente da naloxona pode aumentar os efeitos adversos, colocando em risco a vida do paciente quando há edema pulmonar e arritmias cardíacas.

Administração e doses

Via(s)

IV

SC

IM

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

Possui curta duração de ação, em torno de 30 minutos, pidendo haver necessidade de reaplicações.

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

De acordo com protocolo médico.

Doses

Recomendado

Cães e Gatos

04 - 1 mg / kg

calcular

Gatos

05 - 0,1 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

Como a naloxona é antagonista em todos os receptores, ela antagonizará também a ação analgésica do opióide, assim outra classe de analgésicos poderá ser empregada para aliviar a dor dos pacientes.

Interações medicamentosas

Observações da interação

Não informado

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

A naloxona se liga firmemente a todos os receptores opióides, particularmente ao receptor mu, entretanto não produz efeito; assim essa substância desloca, competitivamente a substância agonista.

FARMACOCINÉTICA

Após a absorção os opióides se distribuem pelos diferentes tecidos, em particular, atinge o SNC, fígado, rins, músculos, pulmões. São metabolizados no fígado e excretados em grande parte pelos rins, com pequena excreção nas fezes através da bile.

EFEITOS ADVERSOS

Entre os efeitos adversos mais observados encontram-se náusea, vômito, taquicardia, hipertensão arterial, edema pulmonar e arritmias cardíacas.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso seguro durante a gestação e lactação não foi estabelecido, embora não existam relatos de problemas fetais relacionados. A avaliação do clínico quanto aos benefícios e riscos do tratamento é fundamental.

SUPERDOSAGEM

A superdosagem ou o uso frequente da naloxona pode aumentar os efeitos adversos, colocando em risco a vida do paciente quando há edema pulmonar e arritmias cardíacas.

MONITORAMENTO

Pacientes submetidos a terapia com opióides, devem ser monitorados quanto a frequência cardíaca, frequência respiratória e pressão arterial.

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Referências Bibliográficas

FANTONI, D. T.; CORTOPASSI, S. R. G. Hipnoanalgésicos.In: Andrade SF. Manual de terapêutica veterinária. 3. ed. São Paulo: Roca, 2008.

GÓRNIAK, S. L. Hipnoanalgésicos e Neuroleptoanalgesia. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.