Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Amoxicilina

Classificaçāo

Antibiótico (grupo Penicilinas)

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Na administração oral, recomenda-se faze-la junto com a alimentação ou logo após a alimentação do paciente para evitar possíveis efeitos adversos gastrointestinais.

Continue o tratamento pelo tempo determinado pelo médico veterinário, mesmo se o animal apresentar melhora.

ARMAZENAMENTO

Se suspensão: conservar o produto em pó na embalagem original, protegido da umidade, em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Após preparo da suspensão, conservar em geladeira (entre 2°C e 8°C), sendo o produto válido por 14 dias após a reconstituição.

Se comprimido: Conservar em local seco, à temperatura ambiente (15°C a 30°C), ao abrigo da luz solar direta e fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Opções veterinárias

Apresentações e concentrações

  • - Amoxicilina 400 mg/5 mL, suspensão oral
  • - Amoxicilina 500 mg / 5 mL, suspensão oral
  • - Amoxicilina 250 mg / 5 mL, suspensão oral
  • - Amoxicilina 500 mg, cápsula
  • - Velamox 500 mg, comprimido
  • - Amoxil 250 mg / 5 mL, suspensão oral
  • - Amoxil 400 mg/5 mL, suspensão oral
  • - Amoxil 500 mg / 5 mL, suspensão oral
  • - Amoxil 500 mg, cápsula

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Aminopenicilina, de amplo espectro, indicada para infecções bacterianas causadas por cocos Gram-positivos e Gram-negativos, além de vários gêneros de bacilos Gram-negativos (SPINOSA, 2006), sensíveis à ação da amoxicilina. É também indicada na prevenção e tratamento de infecções nas castrações e no pré e pós-operatório de outras intervenções cirúrgicas. O uso profilático deste medicamento fica a critério do Médico Veterinário.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não deve ser administrada a pacientes com histórico de hipersensibilidade à penicilinas e cefalosporinas. Não se recomenda a administração nas infecções por estafilococos penicilo resistentes e nas produzidas por bacilos piociânico, Ricketsias e vírus. Não administrar antibióticos sistêmicos por via oral em pacientes com septiciemia, choque, ou doença grave do trato gastrointestinal, pois a absorção do medicamento pode ser prejudicada. Pacientes com insuficiência renal de qualquer grau ou animais jovens devem receber doses em intervalos maiores.

EFEITOS ADVERSOS

Altas doses ou tratamento prolongado podem causar neurotoxicidade (ex: ataxia em cães). Por outro lado, os derivados da penicilina não são considerados hepatotóxicos. Outros efeitos relatados em cães são dispnéia, edema e taquicardia (VIEIRA & PINHEIRO, 2004). Reações alérgicas às penicilinas já foram descritas em cães e podem manifestar-se desde reações cutâneas sem nenhuma gravidade a choque anafilático. Entretanto, sua ocorrência é bastante rara (SPINOSA, 2006)

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso seguro durante a gestação não foi estabelecido, embora não existam relatos de problemas fetais relacionados ao uso, logo a amoxicilina pode ser usada na gestação desde que os benefícios potenciais sejam maiores que os riscos potenciais associados ao tratamento. A amoxicilina é excretada no leite, porém em quantidades mínimas.

SUPERDOSAGEM

É pouco provável que ocorram problemas graves em caso de superdosagem de amoxicilina. As reações mais comuns são enjoo, vômito e diarreia. A terapia deve ser sintomática.

Administração e doses

Via(s)

IM

SC

Oral

IV

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

8/8 horas

12/12 horas

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

A duração do tratamento com amoxicilina pode variar muito de acordo com a gravidade da infecção. Frequentemente usa-se de 5 a 10 dias. Em infecções mais graves ou como por exemplo, do sistema urinário, recomenda-se até 14 dias de tratamento.

Doses

Recomendado

Cães

10 - 30 mg / kg

calcular

Gatos

11 - 22 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

A escolha do antimicrobiano deve ser baseada na experiência do clínico, resultados dos testes de sensibilidade e função renal do paciente (CALVERT, 1982).

Interações medicamentosas

Alopurinol

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Risco de ocorrer reações alérgicas da pele

Conduta

Evitar o uso

Antibióticos bacteriostáticos

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da amoxicilina

Conduta

Ajustar dose

Contraceptivos orais

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido dos contraceptivos

Conduta

Evitar o uso

Digoxina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da digoxina

Mecanismo de Ação

Aumento na absorção da digoxina

Conduta

Ajustar dose

Probenecida

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da amoxicilina

Mecanismo de Ação

Inibiçao da excreção renal de amoxicilina

Conduta

Ajustar dose

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

A amoxicilina é uma penicilina semi-sintética e pertence ao grupo dos antibióticos beta-lactâmicos, cuja principal função é impedir a síntese da parece celular dos microorganismos. A parede celular é responsável pela proteção, sustenção e manutenção da forma da bactéria, logo a supressão da sua síntese conduz à morte da célula. As penicilinas inibem a transpeptidase, enzima que participa da última etapa da síntese da parece celular (SPINOSA, 2006).

FARMACOCINÉTICA

Quando administrados por via oral, os análogos da ampicilina (amoxicilina) são mais bem absorvidos (na presença de alimentos) do que a ampicilina. Difundem-se bem em todos os tecidos corpóreos e a amoxicilina, em especial, apresenta concentrações elevadas em secreções nasais, seios nasais, bile e ouvido médio. Apresentam baixo percentual de ligação a proteínas plasmáticas (10 a 30%), sendo excretados via renal.

EFEITOS ADVERSOS

Altas doses ou tratamento prolongado podem causar neurotoxicidade (ex: ataxia em cães). Por outro lado, os derivados da penicilina não são considerados hepatotóxicos. Outros efeitos relatados em cães são dispnéia, edema e taquicardia (VIEIRA & PINHEIRO, 2004). Reações alérgicas às penicilinas já foram descritas em cães e podem manifestar-se desde reações cutâneas sem nenhuma gravidade a choque anafilático. Entretanto, sua ocorrência é bastante rara (SPINOSA, 2006)

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso seguro durante a gestação não foi estabelecido, embora não existam relatos de problemas fetais relacionados ao uso, logo a amoxicilina pode ser usada na gestação desde que os benefícios potenciais sejam maiores que os riscos potenciais associados ao tratamento. A amoxicilina é excretada no leite, porém em quantidades mínimas.

SUPERDOSAGEM

É pouco provável que ocorram problemas graves em caso de superdosagem de amoxicilina. As reações mais comuns são enjoo, vômito e diarreia. A terapia deve ser sintomática.

MONITORAMENTO

Deve ser monitorada a eficácia do tratamento, caso não haja melhora do paciente, nova terapia deve ser estabelecida.

Avaliações

Como você avaliaria a performance do produto?

Desempenho do Produto

Muito satisfatório
Satisfatório
Insatisfatório
Muito insatisfatório

Distribuidores

Este produto ainda não tem distribuidores

Referências Bibliográficas

ANDRADE, S.F. et al. Quimioterápicos, antimicrobianos e quimioterápicos. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica Veterinária, 3 ed. São Paulo:

Editora Roca, 2008, 912 p. .

CALVERT, C. A. Valvular bacterial endocarditis in the dog. Journal of the American Veterinary Medical Association, v. 180, n. 9, p. 1080-1084, 1982.

SPINOSA, H. S. Antibióticos beta-lactâmicos: penicilinas e cefalosporinas. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

VIEIRA, F. C.; PINHEIRO, V. A. Monografias farmacêuticas. In: VIEIRA, F. C.; PINHEIRO, V. A. Formulário veterinário farmacêutico. 1. ed. São Paulo: Pharmabooks, 2004 p