Informações

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Substância(s) Ativa(s)

Clindamicina

Tipo

Antibiótico (grupo Lincosamidas)

Apresentações e concentrações

  • - Clindamicina 150 mg/mL, solução injetável
  • - Clindamicina 300 mg, cápsula

INDICAÇÕES

É utilizada como alternativas ao uso das penicilinas, quando há possibilidade de hipersensibilidade a ela. Em cães é usada no tratamento de osteomielite, piodermites, doenças periodontais e infecções profundas de tecidos moles causadas por bactérias gram-positivas, além do tratamento de toxoplasmose e Neospora caninum (ANDRADE & GIUFFRIDA, 2008).

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

É contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo.

Espécie de animal

Canino, Felino

Interações

Besilato de Atracúrio

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Depressão respiratória prolongada

Mecanismo de Ação

Possível sinergismo farmacológico

Conduta

Evitar o usoObservações:

Eritromicina

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Grave

Efeito Clínico

Arritmia cardíaca grave, taquicardia ventricular e fibrilação

Mecanismo de Ação

Efeito aditivo no prolongamento do intervalo QT

Conduta

Evitar o uso

Hidróxido de Alumínio

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Clindamicina

Mecanismo de Ação

A Clindamicina é adsorvida pelos sais de Alumínio

Conduta

Administrar com intervalo de pelo menos 2 horas

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Utilização

Via

IM, VO

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

12/12 horas 24/24 horas

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

Tratamento toxoplasmose: 2 a 4 semanas.

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Medicamentos parenterais devem ser bem inspecionados visualmente antes da administração, para se detectar alterações de coloração ou presença de partículas sempre que o recipiente e a solução assim o permitirem. Informe ao Médico Veterinário a ocorrência de gestação ou lactação durante ou logo após o tratamento. A interrupção do tratamento e a modificação de dose não devem ser feitas sem a orientação do Médico Veterinário. Os microrganismos são capazes de desenvolver resistência nos casos de subdosagem. O medicamento só deve ser prescrito por um Médico Veterinário. O uso indiscriminado de antimicrobianos pode ser perigoso para a saúde dos animais.

Canino - Cães

Infecções bacterianas

11 mg / kg

calcular

Toxoplasmose

10 - 20 mg / kg

calcular

Felino - Gatos

Infecções bacterianas

5,5 mg / kg

calcular

Toxoplasmose

12,5 - 25 mg / kg

calcular

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Inibe a síntese protéica pela ligação à subunidade ribossômica 50S bacteriana, que é o mesmo local de ligação do cloranfenicol e dos macrolídeos. Deve-se evitar, portanto, associações com esse grupo antimicrobiano.

FARMACOCINÉTICA

A absorção oral da clindamicina é em torno de 90%. Sua distribuição é ampla, com excelente penetração nos ossos e nos tecidos moles, incluindo tendões. Não penetram prontamente em meninges normais ou inflamadas. As lincosamidas são metabolizadas pelo fígado (90%). O fármaco inalterado e seus metabólitos são excretados pela urina, pela bile e pelas fezes.

EFEITOS ADVERSOS

Em cães e gatos, as lincosamidas são pouco tóxicas, ocorrendo raramente vômitos e diarreia.

SUPERDOSAGEM

Em altas doses ou em administração concomitante com analgésicos pode haver bloqueio neuromuscular.

MONITORAMENTO

Deve ser monitorada a eficácia do tratamento, caso não haja melhora do paciente, nova terapia deve ser estabelecida.

Referências Bibliográficas

ANDRADE, S.F. et al. Quimioterápicos, antimicrobianos e quimioterápicos. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica Veterinária, 3 ed. São Paulo: Editora Roca, 2008,

BRESCIANI, K. D. S. et al. Toxoplasmose canina: aspectos clínicos e patológicos.Semina: Ciências Agrárias, Londrina, v. 29, n. 1, p. 189-202, jan./mar. 2008

PLUGGE, N. F. Diagnóstico sorológico de neosporose em populações de cães sadios e com sinais neurológicos da microrregião de Curitiba. Dissertação (mestrado) - Patologia Animal. Universidade Federal do Paraná, 2008

SPINOSA, H. S. Antibióticos: macrolídeos, lincosamidas, rifamicinas, fosfamicina e novobiocina. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

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