Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Anlodipino

Classificaçāo

Bloqueador de Canais de Cálcio, Anti-hipertensivo

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães e Gatos

ARMAZENAMENTO

Deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz e umidade.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Anlodipino 10 mg, comprimido
  • - Anlodipino 5 mg, comprimido
  • - Anlodipino 2,5 mg, comprimido
  • - Nicord 2,5 mg, comprimido
  • - Nicord 5 mg, comprimido
  • - Nicord 10 mg, comprimido
  • - Norvasc 2,5 mg, comprimido
  • - Norvasc 5 mg, comprimido
  • - Norvasc 10 mg, comprimido

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

É utilizado para o tratamento de hipertensão sistêmica (VIEIRA & PINHEIRO, 2004) e como agente hipotensor, tanto nos casos de cardiomiopatia como na insuficiência valvar mitral (TÁRRAGA, 2006).

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Como o Anlodipino possui um leve efeito inotrópico negativo, deve ser usada com cautela em pacientes com problema no coração ou choque cardiogênico. Também deve ser utiliada com cautela em pacientes com problemas hepáticos ou com risco de desenvolver hipotensão.

EFEITOS ADVERSOS

Como o Anlopidino possui uma ação relativamente lente, hipotensão e inapetência geralmente são ausentes em gatos, mas podem ocorrer. Dificilmente gatos também desenvolvem azotemia, letargia, hipocalemia, taquicardia e perda de peso.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Estudos com animais de laboratório demonstraram que o Anlodipino em altas doses é fetotóxica.

SUPERDOSAGEM

Doses elevadas de Anlodipino, podem causar hipotensão acentuada e prolongada, resultando em choque e possivelmente óbito.

Administração e doses

Via(s)

Oral

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

Cães: A cada 12-24 horas

Gatos: A cada 24 horas. Animais com mais de 4 kg ou portadores de hipertensão podem necessitar de doses a cada 12 horas.

Cães (VIANA, 2014)

Recomendado

Cães

0,25 - 0,1 mg / kg

calcular

Gatos (VIANA, 2014) - Gatos

A cada 24 horas

0,625 mg / animal

A cada 12 horas

1,25 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

Também conhecido como Anlodipina, Amlodipino e Amlodipina.

Interações medicamentosas

Atenolol

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado do Anlodipino e suas reações adversas

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo hepático do Anlodipino

Conduta

Ajustar dose

Lopinavir

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado do Anlodipino e suas reações adversas

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo hepático do Anlodipino

Conduta

Ajustar dose

Propanolol

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado do Anlodipino e suas reações adversas

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo hepático do Anlodipino

Conduta

Ajustar dose

Remifentanila

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Hipotensão e bradicardia

Conduta

Ajustar dose

Ritonavir

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado do Anlodipino e suas reações adversas

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo hepático do Anlodipino

Conduta

Ajustar dose

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

O besilato de Anlodipino é uma diidropiridina bloqueadora de canais de cálcio que causa vasodilatação sem efeitos cardíacos apreciáveis (WARE, 2010).

FARMACOCINÉTICA

A meia-vida deste medicamento é de cerca de 30 horas, seus efeitos máximos são observados 4 a 7 dias após a instituição do tratamento. Sua biodisponibilidade oral é alta e as concentrações plasmáticas máximas são atingidas 3 a 8 horas após a administração; estes níveis aumentam com a continuidade da terapia. A droga sofre metabolismo hepático e é excretada pela urina e fezes (WARE, 2010).

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

De modo geral, não altera a concentração sérica de creatinina; a hipocalemia branda deve responder à suplementação com potássio por via oral.

EFEITOS ADVERSOS

Como o Anlopidino possui uma ação relativamente lente, hipotensão e inapetência geralmente são ausentes em gatos, mas podem ocorrer. Dificilmente gatos também desenvolvem azotemia, letargia, hipocalemia, taquicardia e perda de peso.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Estudos com animais de laboratório demonstraram que o Anlodipino em altas doses é fetotóxica.

SUPERDOSAGEM

Doses elevadas de Anlodipino, podem causar hipotensão acentuada e prolongada, resultando em choque e possivelmente óbito.

MONITORAMENTO

Deve-se monitorar a pressão arterial semanalmente até que os valores atinjam níveis normais e, posteriormente, no intervalo de três a quatro meses (POLZIN, 2007)

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Referências Bibliográficas

GALVÃO, A. L. B. et al. Hipertensão arterial na doença renal crônica em pequenos animais - revisão de literatura. Nucleus Animalium, v.2, n.2, nov.2010

POLZIN, D.J. 11 Guidelines for conservatively treating chronic kidney disease. Veterinary Medicine, peer-reviewed p.788- 799, 2007.

TÁRRAGA, K. M. Medicamentos que atuam no sistema cardiovascular: inotrópicos positivos e vasodilatadores. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

VIANA, F. A. B. Guia Terapêutico Veterinário. 3 ed. Minas Gerais: Editora CEM, 2014. 560 p.

WARE, W. A. Hipertensão arterial sistêmica. In: NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Medicina Interna de Pequenos Animais; tradução: Aline Santana da Hora. Rio de Janeiro: Elsevier, 4ª edição, 2010.