Sobre

Princípio(s) Ativo(s)

  • Maleato de Enalapril

Classificaçāo

Inibidor da ECA

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães

COMPOSIÇÃO

Enalaprev 5 mg

Cada comprimido de 230 mg contém:

Maleato de enalapril 5,0 mg

Excipiente q.s.p. 230,0 mg


Enalaprev 20 mg

Cada comprimido de 230 mg contém:

Maleato de enalapril 20,0 mg

Excipiente q.s.p. 230,0 mg

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

A observação por parte do proprietário é fundamental para o sucesso da monitoração do paciente.

ARMAZENAMENTO

Conservar em local fresco e seco, ao abrigo da luz solar direta, fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Enalaprev 5 mg, comprimido (10 un)
  • - Enalaprev 5 mg (20 un)
  • - Enalaprev 5 mg (30 un)
  • - Enalaprev 20 mg, comprimido (10 un)
  • - Enalaprev 20 mg (20 un)
  • - Enalaprev 20 mg (30 un)

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Tratamento e controle da insuficiência cardíaca leve, moderada ou severa em cães (classe II, III e IV), causadas por regurgitação da válvula mitral (doença valvular crônica) e/ou contratilidade ventricular reduzida (cardiomiopatia dilatada); no tratamento de todos os graus de hipertensão arterial e hipertensão renovascular.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

A segurança do maleato de enalapril em cães reprodutores ainda não foi estabelecida.

EFEITOS ADVERSOS

Podem ocorrer hipotensão, insuficiência renal aguda e raramente hipercalemia.

Como o tratamento de insuficiência cardíaca envolve 3 drogas, torna-se difícil relacionar efeitos adversos a uma droga individualmente.

Foi observada ocorrência de azotemia em 20% a 30% dos animais recebendo tratamento. Outros efeitos observados foram atribuídos ao tratamento com furosemida e digoxina e ao processo da doença e redução da atividade. Vômitos e outros sinais associados com o trato gastrointestinal podem ser encarados como resultado de toxicidade da associação digoxina e furosemida ou furosemida e maleato de enalapril.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso em cadelas gestantes e em lactação não é recomendado.

SUPERDOSAGEM

Animais que receberam maleato de enalapril na dose de 15 mg/kg/dia (15 vezes a dose recomendada) durante cerca de 1 ano, não demonstraram efeitos adversos. Em estudos de toxicidade subaguda, foram administrados em cães, doses de 10 mg, 30 mg, 90 mg , 100 mg e 200 mg/kg/dia por períodos mais curtos. Em estudo de toxicidade oral aguda, foi observada morte com a dose de 200 mg/kg/dia mas isso não ocorreu com a dosagem de 100 mg/kg/dia. Em estudos com duração de 1 a 3 meses, foi observada morte em cães que receberam doses muito altas de 30mg a 90 mg/kg/dia. Os sinais registrados nesses animais foram vômitos, anorexia, perda de peso, redução da atividade, desidratação e tremores. Na dose mais alta de 90 mg/kg/dia foi observada nefrose, caracterizada por danos aos túbulos, cristais e mineralização, vacuolização citoplasmática e lipídios difusamente distribuídos nos túbulos renais. Alterações secundárias consistiram em aumento da uréia e do potássio sérico, com redução de íons cloro no sangue. Não foram verificadas alterações causadas pela droga nas eletrocardiografias.

Administração e doses

Via(s)

Oral

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

Inicialmente 24/24 horas. Na ausência de uma resposta clínica adequada dentro de duas semanas, a freqüência de administração deve ser aumentada para duas vezes ao dia (12/12 horas)

Doses

Recomendado

Cães

0,5 - 1 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

A síndrome da insuficiência cardíaca congestiva é complexa e usualmente requer múltiplas terapias, sendo importante estabelecer um diagnóstico preciso. O diagnóstico é baseado num exame clínico completo, auscutação, eletrocardiografia, radiografia, ecocardiografia e testes laboratorias pertinentes que incluem hematologia, bioquímica e urinálise. A observação por parte do proprietário é fundamental para o sucesso da monitoração do paciente.

Terapias associadas devem ser utilizadas com ENALAPREV® incluindo a furosemida com ou sem digoxina no tratamento da doença valvular crônica e furosemida com digoxina no tratamento de cardiomiopatia dilatada. A resposta clínica deve ser avaliada com base em critérios que incluem exame físico, nível da congestão pulmonar e/ou edema demonstrado por radiografia torácica, nível de atividade do paciente e tolerância a exercícios físicos. O início do aumento da dosagem pode ser antecipado, caso haja sinais de piora dos sintomas clínicos na insuficiência cardíaca. Os cães devem estar recebendo doses adequadas da furosemida pelo menos 2 dias antes do tratamento com ENALAPREV® e caso seja necessário, doses adequadas de digoxina devem estar sendo administradas pelo menos 4 dias antes do início da terapia com o produto.

Interações medicamentosas

Digoxina

Tipo de Interação

Sinergismo/Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado ou diminuido da Digoxina

Mecanismo de Ação

Desconhecido

Conduta

Ajustar dose

Espironolactona

Grau de Interação

Grave

Efeito Clínico

Hipercalemia

Mecanismo de Ação

Desconhecido

Conduta

Evitar o uso

Glipizida

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Hipoglicemia

Mecanismo de Ação

Aumento temporário na sensibilidade à insulina

Conduta

Monitorar glicemia, ajustar dose

Suplementos de Potássio

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Hipercalemia

Mecanismo de Ação

Os inibidores da ECA diminuem a secreção de aldosterona, possivelmente resultando em retenção de potássio

Conduta

Evitar o uso

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

O maleato de enalapril age mais no sentido de melhorar e controlar os sinais clínicos associados com a insuficiência cardíaca do que para reverter a degeneração das válvulas átrio-ventriculares ou de resolver as causas correlatas da doença miocárdica na cardiomiopatia dilatada.

EFEITOS ADVERSOS

Podem ocorrer hipotensão, insuficiência renal aguda e raramente hipercalemia.

Como o tratamento de insuficiência cardíaca envolve 3 drogas, torna-se difícil relacionar efeitos adversos a uma droga individualmente.

Foi observada ocorrência de azotemia em 20% a 30% dos animais recebendo tratamento. Outros efeitos observados foram atribuídos ao tratamento com furosemida e digoxina e ao processo da doença e redução da atividade. Vômitos e outros sinais associados com o trato gastrointestinal podem ser encarados como resultado de toxicidade da associação digoxina e furosemida ou furosemida e maleato de enalapril.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso em cadelas gestantes e em lactação não é recomendado.

SUPERDOSAGEM

Animais que receberam maleato de enalapril na dose de 15 mg/kg/dia (15 vezes a dose recomendada) durante cerca de 1 ano, não demonstraram efeitos adversos. Em estudos de toxicidade subaguda, foram administrados em cães, doses de 10 mg, 30 mg, 90 mg , 100 mg e 200 mg/kg/dia por períodos mais curtos. Em estudo de toxicidade oral aguda, foi observada morte com a dose de 200 mg/kg/dia mas isso não ocorreu com a dosagem de 100 mg/kg/dia. Em estudos com duração de 1 a 3 meses, foi observada morte em cães que receberam doses muito altas de 30mg a 90 mg/kg/dia. Os sinais registrados nesses animais foram vômitos, anorexia, perda de peso, redução da atividade, desidratação e tremores. Na dose mais alta de 90 mg/kg/dia foi observada nefrose, caracterizada por danos aos túbulos, cristais e mineralização, vacuolização citoplasmática e lipídios difusamente distribuídos nos túbulos renais. Alterações secundárias consistiram em aumento da uréia e do potássio sérico, com redução de íons cloro no sangue. Não foram verificadas alterações causadas pela droga nas eletrocardiografias.

MONITORAMENTO

Os cães devem ser monitorados cuidadosamente durante as primeiras 48 horas após o início do tratamento ou após o aumento da dosagem e para verificação de sinais clínicos consistentes com hipotensão tais como: fraqueza ou depressão. Além disso, a função renal deve ser monitorada antes do início do tratamento, 2 e 7 dias após o início do tratamento com maleato de enalapril.

Durante a terapia de longa duração os cães devem ser avaliados aproximadamente a cada 3 meses, a não ser que necessitem uma avaliação mais freqüente. Para cães que recebem terapia com digoxina, a concentração sérica desta droga deve ser monitorada durante as avaliações de rotina ou quando houver sintomas de inapetência, vômitos e diarréia.

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Referências Bibliográficas

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