Sobre

Princípio(s) Ativo(s)

  • Itraconazol

Classificaçāo

Antifúngico

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães

COMPOSIÇÃO

Cada cápsula de ITL100 contém:

Itraconazol 100,0 mg

Excipiente q.s.p. 1 cápsula


Cada cápsula de ITL 50 contém:

Itraconazol 50,0 mg

Excipiente q.s.p. 1 cápsula


Cada cápsula de ITL 25 contém:

Itraconazol 25,0 mg

Excipiente q.s.p. 1 cápsula


Cada cápsula de ITL 10 contém:

Itraconazol 10,0 mg

Excipiente q.s.p. 1 cápsula

ARMAZENAMENTO

Conservar em local fresco (até 25°C) e seco, ao abrigo da luz solar direta, fora do alcance de crianças e animais domésticos

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - ITL 10 mg, cápsula (4 un)
  • - ITL 10 mg, cápsula (6 un)
  • - ITL 10 mg, cápsula (10 un)
  • - ITL 10 mg, cápsula (20 un)
  • - ITL 25 mg, cápsula (4 un)
  • - ITL 25 mg, cápsula (6 un)
  • - ITL 25 mg, cápsula (10 un)
  • - ITL 25 mg, cápsula (20 un)
  • - ITL 50 mg, cápsula (4 un)
  • - ITL 50 mg, cápsula (6 un)
  • - ITL 50 mg, cápsula (10 un)
  • - ITL 50 mg, cápsula (20 un)
  • - ITL 100 mg, cápsula (4 un)
  • - ITL 100 mg, cápsula (6 un)
  • - ITL 100 mg, cápsula (10 un)
  • - ITL 100 mg, cápsula (20 un)

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

ITL apresenta um largo espectro de ação antimicótica, sendo ativo em infeções causadas por fungos e leveduras tais como: Microsporum spp., Trichophyton spp., Malassezia pachydermatis, Candida spp., Aspergilus spp., Cryptococcus spp., Blastomyces spp., Histoplasma spp., Coccidioides inmitis, Acremonium spp.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

O itraconazol deve ser utilizado com muita cautela em pacientes hipersensíveis à droga e a  outros agentes antifúngicos azólicos, em pacientes com problemas hepáticos e em pacientes com acloridria ou hipocloridria. 

EFEITOS ADVERSOS

O itraconazol é bastante seguro. As reações colaterais, apesar de raras, se manifestam através de distúrbios gastrointestinais (vômito, diarréia, anorexia, náuseas). A vasculite também foi relatada em raros casos.

É bastante rara a elevação de enzimas hepáticas, bem como sinais e sintomas de hepatotoxicidade.

Erupções cutâneas associadas a processo inflamatório superficial foram observadas em raros casos.

Caso sejam observados alguns destes sintomas, a administração do produto deverá ser descontinuada até que ocorra a diminuição dos mesmos.

Caso seja necessário, a administração da droga deve ser reiniciada em doses menores.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não administrar o produto durante a gestação. A segurança da utilização em cadelas gestantes não foi estabelecida, devendo ser indicado somente quando os benefícios da administração do fármaco forem maiores do que os eventuais riscos.

Administração e doses

Via(s)

Oral

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

1 a 2 vezes ao dia

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

10 a 14 dias.

Doses

Recomendado

Cães

5 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

- Pulsoterapia - Este tipo de terapia pode ser utilizado nos casos de dermatoses fúngicas recidivantes, nos casos de dermatites e otites recidivantes associadas à Malassezia pachidermatis ou em tratamentos de longa duração. Após 10 a 14 dias de tratamento, passar a administrar 1 cápsula, uma a duas vezes por semana, até que haja a total remissão dos sintomas clínicos.

- Ingestão por via oral, junto com o alimento. Em caso de dificuldade de ingestão, as cápsulas podem ser abertas e o conteúdo misturado em um pouco de alimento para ser fornecido ao animal. A critério do Médico Veterinário, a duração do tratamento pode ser aumentada dependendo da gravidade, da disseminação da infecção e da evolução do caso clínico.

Interações medicamentosas

Alprazolam

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento do efeito sedativo do Alprazolam, com aumento da depressão do SNC prolongada e disfunção psicomotora

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo oxidativo do Alprazolam

Conduta

Incompatível

Anticoagulantes

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Grave

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado dos anticoagulantes com risco de sangramento

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo hepático dos Anticoagulantes

Conduta

Evitar o uso

Astemizol

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado do astemizol

Mecanismo de Ação

Diminuição do metabolismo do astemizol

Conduta

Evitar o uso

Buspirona

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da buspirona

Mecanismo de Ação

Diminuição do metabolismo hepático da buspirona

Conduta

Ajustar dose

Carbamazepina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da carbamazepina, com possível reações adversas

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo da carbamazepina

Conduta

Ajustar dose

Ciclosporina

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da Ciclosporina, levando a toxicidade

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo hepático e intestinal da Ciclosporina

Conduta

Ajustar dose

Cimetidina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido do Itraconazol

Mecanismo de Ação

Diminuição da biodisponibilidade do Itraconazol causada pela diminuição da sua solubilidade em Phs aumentados

Conduta

Incompatível

Cisaprida

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Grave

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da Cisaprida, levando a cardiotoxicidade

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo hepático da Cisaprida

Conduta

Incompatível

Clonazepam

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento da depressão do SNC e disfunção psicomotora

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo oxidativo do Clonazepam

Conduta

Incompatível

Cloridrato de Fentanila

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Grave

Efeito Clínico

Efeito terapêutico e reações adversas aumentados do Citrato de Fentanila

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo do Citrato de Fentanila

Conduta

Evitar o uso

Dexametasona

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da Dexametasona, levando a toxicidade

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo da Dexametasona e diminuição da sua eliminação

Conduta

Ajustar dose

Digoxina

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da Digoxina , resultando em toxicidade

Mecanismo de Ação

Inibição da excreção renal da Digoxina

Conduta

Ajustar dose

Famotidina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido do Cetoconazol

Mecanismo de Ação

Diminuição da biodisponibilidade de Antifúngico Azol causada pela diminuição da sua solubilidade em Phs aumentados

Conduta

Evitar o uso

Fentanil

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Grave

Efeito Clínico

Efeito terapêutico e reações adversas aumentados do Citrato de Fentanila

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo do Citrato de Fentanila

Conduta

Evitar o uso

Loratadina

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado da Loratadina

Mecanismo de Ação

Antifúngicos azólicos inibem o metabolismo da Loratadina

Conduta

Ajustar dose

Midazolam

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento do efeito sedativo do Midazolam

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo oxidativo de certos benzodiazepínicos

Conduta

Ajustar dose

Nevirapina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido do cetoconazol

Mecanismo de Ação

Aumento do metabolismo hepático do Cetoconazol

Conduta

Evitar o uso

Pimozide

Grau de Interação

Grave

Efeito Clínico

Arritmia cardíaca grave

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo da Pimozida

Conduta

Incompatível

Rifampicina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terpêutico diminuido de ambas as substâncias

Mecanismo de Ação

Rifampicina induzir as enzimas hepáticas e o metabolismo do Cetoconazol. Cetoconazol interferi com a absorção da Rifampicina

Conduta

Ajustar dose

Triazolam

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento do efeito sedativo do Triazolam, com aumento da depressão do SNC prolongada e disfunção psicomotora

Mecanismo de Ação

Inibição do metabolismo oxidativo do Triazolam

Conduta

Incompatível

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

O Itraconazol é um derivado tiazólico sintético queratofílico e lipofílico que apresenta um amplo espectro de ação antimicótica. O mecanismo de ação do itraconazol baseia-se na capacidade de inibir a síntese do ergosterol, um componente vital da membrana da célula dos fungos. A conseqüência do bloqueio da síntese do ergosterol é um aumento da permeabilidade da membrana celular, desencadeando alterações morfológicas que resultam em necrose celular.

EFEITOS ADVERSOS

O itraconazol é bastante seguro. As reações colaterais, apesar de raras, se manifestam através de distúrbios gastrointestinais (vômito, diarréia, anorexia, náuseas). A vasculite também foi relatada em raros casos.

É bastante rara a elevação de enzimas hepáticas, bem como sinais e sintomas de hepatotoxicidade.

Erupções cutâneas associadas a processo inflamatório superficial foram observadas em raros casos.

Caso sejam observados alguns destes sintomas, a administração do produto deverá ser descontinuada até que ocorra a diminuição dos mesmos.

Caso seja necessário, a administração da droga deve ser reiniciada em doses menores.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não administrar o produto durante a gestação. A segurança da utilização em cadelas gestantes não foi estabelecida, devendo ser indicado somente quando os benefícios da administração do fármaco forem maiores do que os eventuais riscos.

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