Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Dietilestilbestrol

Classificaçāo

Hormônio

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães e Gatos

ARMAZENAMENTO

Conservar em local seco, entre 15°C e 30°C, ao abrigo da luz solar direta e fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Dietilestilbestrol 1 mg, comprimido
  • - Destilbenol 1 mg, comprimido

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Indicado quando se necessita de efeitos estrogênicos; tem uso no tratamento da incontinência urinária; na hipertrofia prostática e adenoma da glândula perianal.

Pode ser usado para provocar aborto em casos de prenhez indesejadas

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não deve ser administrado em animais com hipersensibilidade ao princípio ativo ou pacientes com histórico de anemia grave.

EFEITOS ADVERSOS

Pode aumentar o risco de piometra, neoplasias mamárias e anemias devido a mielotoxicidade.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não deve ser usada em pacientes gestantes ou lactantes.

SUPERDOSAGEM

Alguns sinais de toxicidade incluem distúrbios gastrointestinais, polidipsia, poliúria, fadiga.

Administração e doses

Via(s)

Oral

Videos da(s) via(s)

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

Cães: Tratamento da Incontinência Urinária Idiopática ou Hormônio responsiva - 5 dias, depois em dias alternados, diminuindo para a dose de manutenção mínima.

Gatos: 5 dias.

Canino - Cães

Tratamento da Incontinência Urinária Idiopática ou Hormônio responsiva

0,1 - 0,4 mg / kg

calcular

Tratamento da Hiperplasia Prostática Benigna

1 mg / animal

Felino

Comum

Gatos

05 - 0,1 mg / animal

Interações medicamentosas

Barbitúricos

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido do Dietilestilbestrol

Mecanismo de Ação

Indução das enzimas que metabolizam o Dietilestilbestrol no fígado

Conduta

Evitar o uso

Rifampicina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido do Dietilestilbestrol

Mecanismo de Ação

Indução das enzimas que metabolizam o Dietilestilbestrol no fígado

Conduta

Evitar o uso

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

É uma substância sintética capaz de produzir todas as respostas farmacológicas dos estrógenos naturais;

Tem ação antineoplásica, pois inibe a secreção de LH e diminui a secreção de testosterona; produz ação citotóxica direto em algumas células tumorais.

Ligam-se a uma proteína receptora citoplásmica e o complexo estrógeno-proteína migra para o núcleo, onde liga-se a regiões específicas no DNA, desencadeando várias respostas celulares.

FARMACOCINÉTICA

É rapidamente hidrolisado e metabolizado no fígado;

Durante esta circulação êntero-hepática, ocorre a degradação do estrógeno por meio da sua conversão em produtos menos ativos;

A excreção é feita pela urina.

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

Pode causar elevação nas concentrações plasmáticas de triglicerídeos e fosfolipídeos; aumento da pró-trombina e fatores de coagulação.

EFEITOS ADVERSOS

Pode aumentar o risco de piometra, neoplasias mamárias e anemias devido a mielotoxicidade.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não deve ser usada em pacientes gestantes ou lactantes.

SUPERDOSAGEM

Alguns sinais de toxicidade incluem distúrbios gastrointestinais, polidipsia, poliúria, fadiga.

MONITORAMENTO

Monitorar o hemograma para detectar mielotoxicidade.

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Referências Bibliográficas

ANDRADE, S. F. Principais grupos antineoplásicos. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica Veterinária, 3 ed. São Paulo: Editora Roca, 2008

PALERMO-NETO, J. Anabolizantes. In: SPINOSA, H. S.; GÓRNIAK, S. L.; BERNARDI, M. M. Farmacologia aplicada à medicina veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 4ª edição, 2006

PAPICH, M. G. Manual Saunders de terapia veterinária. 3ª ed. Elsevier, Rio de Janeiro, 2012