Meticorten® Veterinário 5 mg (8 x 8 mm)

Sobre

Princípio(s) Ativo(s)

  • Prednisona

Classificaçāo

Anti-inflamatório Esteroidal

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães e Gatos

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido contém:

Prednisona 5,00 mg

Excipiente q.s.p. 200,00 mg

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Meticorten Veterinário 5 mg, comprimido (10 un)

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Meticorten® Veterinário 5 mg é indicado para cães e gatos, no tratamento de patologias endócrinas, distúrbios músculo-esqueléticos, doenças reumáticas, do colágeno, dermatológicas, alérgicas, oftálmicas, respiratórias, hematológicas e outras que respondem à terapia com corticóides. A terapia hormonal é complementar à terapia convencional.

1. Condições dermatológicas: eczemas não específicos, dermatite de verão e queimaduras.

2. Manifestações alérgicas: urticária, dermatite alérgica, reações a medicamentos e soros, asma brônquica e sensibilidade ao pólen.

3. Condições oculares: irite, iridociclite, glaucoma secundário, uveíte e corioretinite.

4. Condições otológicas: otite externa.

5. Condições músculo-esqueléticas: miosite, artrite reumatóide, osteoartrite e bursite.

6. Várias doenças crônicas de etiologia desconhecida como colite ulcerativa e nefrite. Na insuficiência adrenal aguda a prednisona pode ser eficaz devido a sua capacidade de corrigir o defeito no metabolismo de carboidratos e aliviar a resposta diurética prejudicada à água, características primária e secundária de insuficiência adrenal. De qualquer forma, devido à significativa ausência de atividade mineralocorticóide, succinato sódico de hidrocortisona ou cortisona devem ser usados quando é indicada a retenção de sal.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

• Não administrar em animais com úlcera péptica, úlcera da córnea e hiperadrenocorticismo (Síndrome de Cushing).

• Assim como qualquer medicamento de natureza corticóide, não deve ser administrado durante o último terço da gestação.

• Pacientes apresentando diabetes, osteoporose, predisposição à tromboflebite, hipertensão, doença cardíaca congestiva, insuficiência renal e tuberculose ativa requerem uso cuidadosamente controlado, sob orientação do Médico Veterinário. Algumas dessas condições são raras em cães, porém devem ser mantidas em mente.

• Devido ao seu efeito inibitório na fibroplasia, a prednisona pode mascarar os sinais de infecção ocasionando a disseminação do organismo infectante. Assim, todos os animais em tratamento devem ser observados quanto as evidências de infecções concomitantes, e nesse caso, devem ser mantidas sob controle pelo uso de antibióticos ou pela suspensão do uso deste medicamento.

EFEITOS ADVERSOS

• Em animais diabéticos, pode ocorrer aumento na necessidade de insulina.

• Balanço negativo de nitrogênio pode ocorrer sobretudo em animais que requerem doses de manutenção pós-tratamento. Medidas para equilibrar a perda de nitrogênio incluem uma alta ingestão de proteínas e administração, quando indicada, de agente anabolizante apropriado.

• Excessiva perda de potássio e retenção de sódio não ocorrem normalmente com administração de prednisona, mas devem ser mantidos em mente e as medidas usuais de regulação empregadas quando necessário.

• Manifestações ecmóticas em cães podem ocorrer, devendo nesse caso, dependendo da severidade das mesmas, ser a dose reduzida ou o tratamento corticosteróide suspenso.

• Elevação das enzimas SAP e SGTP, perda de peso, anorexia, polidipsia e poliúria podem ocorrer na administração de corticóides sintéticos em cães.

• Em tratamentos prolongados ou repetidos podem ocorrer vômitos, diarréia (raramente sangüinolenta) e Síndrome de Cushing.

• Corticosteróides inibem a atividade endógena adrenocortical, sendo portanto importante a observação cuidadosa não apenas durante, como também após o término do tratamento.

• Caso o animal seja submetido a situação de estresse anormal, como trauma, cirurgia, ou infecção severa, deve ser administrada adequada terapia de suporte adrenocortical com cortisona ou hidrocortisona e até ACTH.

Administração e doses

Via(s)

Oral

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

24 / 24 horas

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

A posologia pode ser alterada conforme características específicas e a severidade da patologia tratada, a critério do Médico Veterinário. Se uma resposta satisfatória não for obtida em 7 dias, deve ser realizada uma reavaliação do caso para confirmar o diagnóstico original.

Tão logo uma resposta clínica satisfatória é obtida, a dose diária deve ser gradualmente reduzida até o fim do tratamento em casos agudos ou até uma dose mínima de manutenção efetiva em casos de condições crônicas (como artrite reumatóide).

Em condições crônicas, especialmente artrite reumatóide, é importante que a redução da dosagem inicial até a dose de manutenção seja completada lentamente. A dose de manutenção deve ser ajustada de tempos em tempos, conforme requerida pela flutuação na atividade da doença e condições gerais do animal.

Diversas experiências demonstram que os benefícios a longo prazo a serem obtidos com contínua manutenção de corticosteróides são provavelmente maiores com doses menores. Na artrite reumatóide, particularmente, a manutenção de terapia corticosteróide deve ser na dose mais baixa possível.

Cães - Cães

Ação anti-inflamatória (mg)

0,5 - 1 mg / kg

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Ação anti-inflamatória

1 - 2 comprimido / 10 kg

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Ação imunossupressora (mg)

2 - 6 mg / kg

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Ação imunossupressora

4 - 12 comprimido / 10 kg

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Gatos - Gatos

Ação anti-inflamatória (mg)

2 mg / kg

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Ação anti-inflamatória

4 comprimido / 10 kg

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Ação imunossupressora (mg)

2 - 6 mg / kg

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Ação imunossupressora

4 - 12 comprimido / 10 kg

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Interações medicamentosas

Anticoagulantes

Tipo de Interação

Sinergismo/Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico aumentado ou diminuido dos Anticoagulantes

Mecanismo de Ação

Desconhecido

Conduta

Ajustar dose

Antiinflamatórios não-esteróides

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento na incidência ou gravidade de úlceras gastrintestinais

Conduta

Evitar o uso

Barbitúricos

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Prednisolona

Mecanismo de Ação

Estimulação do metabolismo do Corticosteróide secundária a indução das enzimas hepáticas pelos Barbitúricos

Conduta

Evitar o uso

Digitálicos

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Arritmias e intoxicação digitálica

Conduta

Evitar o uso

Efedrina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Prednisolona

Mecanismo de Ação

Aumento do metabolismo hepáticos dos Corticóides

Conduta

Ajustar dose

Fenitoína

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido de ambas as subst.

Mecanismo de Ação

Aumento do metabolismo do corticóide, devido a indução enzimática pela Fenitoína. A Dexametasona pode aumentar a eliminação hepática da Fenitoína

Conduta

Ajustar dose

Rifampicina

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da Prednisolona

Mecanismo de Ação

Aumento do metabolismo hepáticos dos Corticóides

Conduta

Evitar o uso

Salicilatos

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido dos Salicilatos

Mecanismo de Ação

Aumento do metabolismo hepático dos salicilatos e podem aumentar a eliminação renal

Conduta

Ajustar dose

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

EFEITOS ADVERSOS

• Em animais diabéticos, pode ocorrer aumento na necessidade de insulina.

• Balanço negativo de nitrogênio pode ocorrer sobretudo em animais que requerem doses de manutenção pós-tratamento. Medidas para equilibrar a perda de nitrogênio incluem uma alta ingestão de proteínas e administração, quando indicada, de agente anabolizante apropriado.

• Excessiva perda de potássio e retenção de sódio não ocorrem normalmente com administração de prednisona, mas devem ser mantidos em mente e as medidas usuais de regulação empregadas quando necessário.

• Manifestações ecmóticas em cães podem ocorrer, devendo nesse caso, dependendo da severidade das mesmas, ser a dose reduzida ou o tratamento corticosteróide suspenso.

• Elevação das enzimas SAP e SGTP, perda de peso, anorexia, polidipsia e poliúria podem ocorrer na administração de corticóides sintéticos em cães.

• Em tratamentos prolongados ou repetidos podem ocorrer vômitos, diarréia (raramente sangüinolenta) e Síndrome de Cushing.

• Corticosteróides inibem a atividade endógena adrenocortical, sendo portanto importante a observação cuidadosa não apenas durante, como também após o término do tratamento.

• Caso o animal seja submetido a situação de estresse anormal, como trauma, cirurgia, ou infecção severa, deve ser administrada adequada terapia de suporte adrenocortical com cortisona ou hidrocortisona e até ACTH.

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