Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Rifampicina

Classificaçāo

Antibiótico

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Durante o tratamento os animais podem apresentar a urina de coloração avermelhada ou alaranjada.

Outras secreções também podem apresentar coloração alaranjada.

Não é palatável.

ARMAZENAMENTO

Conservar em recipiente bem fechado, temperatura ambiente e ao abrigo de luz.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Rifampicina 300 mg, cápsula (6 un)
  • - Rifampicina 100 mg / 5 mL, suspensão (100 mL)
  • - Rifaldin 300 mg, cápsula (6 un)
  • - Rifaldin 100 mg / 5 mL, suspensão (100 mL)

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Antibiótico bactericida predominantemente contra Gram-positivos e Mycoplasma.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Usar com cautela em hepatopatas.

EFEITOS ADVERSOS

Pigmentação da urina, lágrima, suor e saliva, anorexia, vômito, diarréia, erupções cutâneas. Pode causar também pancreatite.

Doses de 10 mg/kg ou mais, podem causar hepatotoxicidade em cães (PAPICH, 2012).

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Usar com cautela em gestantes e lactantes. É excretada no leite e apresenta teratogenicidade em roedores.

SUPERDOSAGEM

Superdoses devem causar hepatotoxicidade.

Administração e doses

Via(s)

Oral

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

8 - 12 horas

Doses

Recomendado

Cães e Gatos

10 - 20 mg / kg

calcular

Interações medicamentosas

Esse produto não contém interações, pois não há referências sobre ou ainda não foi preenchida por nossa equipe técnica.

Farmacologia

COMPATIBILIDADE

É mais solúvel em soluções ácidas.

Em solução injetável pode ser diluída em glicose 5% ou solução salina.

FARMACODINÂMICA

A rifampicina é um antibiótico semissintético derivado da rifamicina B.

As rifamicinas atuam através da inibição da síntese de RNA bacteriano. Ao penetrar na célula bacteriana elas se ligam àas RNA-polimerases de maneira estável, inibindo a síntese proteica do microrganismo.

Por serem lipossolúveis, atravessam facilmente a barreira celular, agindo principalmente nos leucócitos apresentando boa ação contra organismos intracelulares.

A rifampicina penetra com facilidade pela parede celular das bactérias Gram-positivas, apresentando ótima atividade contra esses agentes, já contra bactérias Gram-negativas não apresenta tanta atividade.

FARMACOCINÉTICA

A rifampicina administrada pela via oral é rapidamente absorvida no trato gastrintestinal dos animais domésticos.

Grande parte se liga ás proteínas plasmáticas e é metabolizada no fígado, onde é transformada em metabólito ativo. A excreção ocorre pela via biliar, e ao sofrer ciclo êntero-hepático é filtrada pelos rins, provocando a coloração da urina.

Cães apresentam meia-vida de aproximadamente 8 horas.

EFEITOS ADVERSOS

Pigmentação da urina, lágrima, suor e saliva, anorexia, vômito, diarréia, erupções cutâneas. Pode causar também pancreatite.

Doses de 10 mg/kg ou mais, podem causar hepatotoxicidade em cães (PAPICH, 2012).

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Usar com cautela em gestantes e lactantes. É excretada no leite e apresenta teratogenicidade em roedores.

SUPERDOSAGEM

Superdoses devem causar hepatotoxicidade.

MONITORAMENTO

Monitorar função hepática.

Avaliações

Como você avaliaria a performance do produto?

Desempenho do Produto

Muito satisfatório
Satisfatório
Insatisfatório
Muito insatisfatório

Distribuidores

Este produto ainda não tem distribuidores

Referências Bibliográficas

DEVESA, J. S. P. et al. Resistência a antibióticos em staphylococcus pseudintermedius de isolados cutâneos de cães com piodermite superficial. 2015. Dissertação de Mestrado.

PAPICH, M. G. Manual Saunders de terapia veterinária. 3ª ed. Elsevier, Rio de Janeiro, 2012.