Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Meropenem

Classificaçāo

Antibiótico

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Informe ao Médico Veterinário a ocorrência de gestação ou lactação durante ou logo após o tratamento.

A interrupção do tratamento e a modificação de dose não devem ser feitas sem a orientação do Médico Veterinário. Os microrganismos são capazes de desenvolver resistência nos casos de subdosagem.

O medicamento só deve ser prescrito por um Médico Veterinário. O uso indiscriminado de antimicrobianos pode ser perigoso para a saúde dos animais.

As embalagens vazias podem ser recicladas ou descartadas no lixo comum após serem inutilizadas.

Continue o tratamento pelo tempo determinado pelo médico veterinário, mesmo se o animal apresentar melhora.

ARMAZENAMENTO

Deve ser armazenado em sua embalagem original, em temperatura ambiente (15°C a 30°C), protegido da luz e umidade e fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Meropenem, frasco-ampola

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

O imipeném e o meropeném são os antimicrobianos de maior espectro de ação utilizados na prática da clínica médica, atuando em 100% das estirpes bacterianas conhecidas. É indicado nas infecções hospitalares ou quando outros antimicrobianos falham, sendo ativos contra Acinetobacter e outros microorganismos multirresistentes (ANDRADE & GIUFFRIDA, 2008).

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

É contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo.

EFEITOS ADVERSOS

Podem produzir efeitos gastrointestinais como, vômito e diarreia, bem como flebites e indução da resistência a outros beta-lactâmicos. Se não associados com a cilastatina, podem ser nefrotóxicos.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não é recomendado o uso em fêmeas gestantes ou lactantes.

SUPERDOSAGEM

Em altas doses ou tratamentos prolongados, pode induzir a convulsões.

Administração e doses

Via(s)

IV

SC

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

12/12 horas

Doses - Cães e Gatos

SC

8,5 mg / kg

calcular

IV

24 mg / kg

calcular

Interações medicamentosas

Esse produto não contém interações, pois não há referências sobre ou ainda não foi preenchida por nossa equipe técnica.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Ligam-se às transpeptidases de membrana, assim como as outras beta-lactaminas, impedindo a síntese de parede celular e causando lise osmótica.

FARMACOCINÉTICA

Não são absorvidos por via oral. Atingem concentrações terapêuticas em todos os tecidos corporais. A metabolização é rapidamente efetuada por enzimas dipeptidases renais, o que levou a associá-los com a cilastatina, inibidor dessas enzimas. São eliminados pela via urinária (ANDRADE & GIUFFRIDA, 2008)

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

Há relatos de discrasias sanguíneas com o uso de carbapenêmicos.

EFEITOS ADVERSOS

Podem produzir efeitos gastrointestinais como, vômito e diarreia, bem como flebites e indução da resistência a outros beta-lactâmicos. Se não associados com a cilastatina, podem ser nefrotóxicos.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não é recomendado o uso em fêmeas gestantes ou lactantes.

SUPERDOSAGEM

Em altas doses ou tratamentos prolongados, pode induzir a convulsões.

MONITORAMENTO

Deve ser monitorada a eficácia do tratamento e o possível aparecimento de efeitos adversos.

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Referências Bibliográficas

ANDRADE, S.F. et al. Quimioterápicos, antimicrobianos e quimioterápicos. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica Veterinária, 3 ed. São Paulo: Editora Roca, 2008,

GALES, A. C. Comparação das atividades antimicrobianas de meropenem e imipenem/cilastatina: o laboratório necessita testar rotineiramente os dois antimicrobianos? Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial. Rio de Janeiro, v. 38, n. 1, p. 13-20, 2002

SPINOSA, H. S. Antibióticos: aminoglicosídeos, polimixinas, bacitracina e vancomicina. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.