Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Haloperidol

Classificaçāo

Sedativo

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Cães

ARMAZENAMENTO

Conservar em local seco, entre 15°C e 30°C, ao abrigo da luz solar direta e fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Haloperidol 2 mg/mL, solução oral (30 mL)
  • - Haloperidol 5 mg, comprimido (20 un)
  • - Haloperidol 5 mg/mL, frasco-ampola
  • - Haloperidol 1 mg, comprimido (20 un)
  • - Haloperidol 2 mg/mL, solução oral (20 mL)

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Usado como tranquilizante, medicação pré-anestésica, potencializador de analgesia (neuroleptoanalgesia) e antieméticos

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não usar em neonatos e portadores de alterações hematológicas, depressão do SNC, cardiopatia grave e insuficiência renal. Usar com cautela em cardiopata, nefropata e portadores de hipocalcemia, encefalite, epilepsia, glaucoma e hipertrofia prostática.

EFEITOS ADVERSOS

Os tranquilizantes são depressores potentes do sistema nervoso central e podem causar sedação seguida de supressão do sistema nervoso simpatomimético. Podem produzir efeito prolongado na depressão ou inativação do sistema motor quando fornecido a animais sensíveis. Sonolência, apatia, excitação paradoxal em animais predispostos, diminuição do limiar convulsivo, hipotermia com participação periférica; bradicardia que pode ser mascarada taquicardia reflexa à hipotensão; em felinos pode diminuir a produção de lágrimas.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso deve ser evitado em fêmeas gestantes

SUPERDOSAGEM

Superdosagens podem causar hipotensão, depressão do SNC, edema pulmonar e hiperemia e outros sinais extrapiramidais.

Administração e doses

Via(s)

IM

Oral

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

12/12 horas

Doses

Recomendado

Cães

02 mg / kg

calcular

Interações medicamentosas

Esse produto não contém interações, pois não há referências sobre ou ainda não foi preenchida por nossa equipe técnica.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Altera o funcionamento da neurotransmissão dopaminérgica, através do bloqueio do receptor pós-sináptico e alteração dos receptores pré-sinápticos.

O bloqueio dos receptores mesolímbicos é responsávlepela atividade antipsicótica, possui propriedade antiemética.

FARMACOCINÉTICA

Pode ser absorvida pelo trato gastrointestinal e por via parenteral, são amplamente distribuídos pelos tecidos (principalmente fígado, pulmões e encéfalo) sofrendo diferentes processos de biotransformação (oxidação, hidroxilação, conjugação), sendo eliminados pela urina e também pelas fezes.

EFEITOS ADVERSOS

Os tranquilizantes são depressores potentes do sistema nervoso central e podem causar sedação seguida de supressão do sistema nervoso simpatomimético. Podem produzir efeito prolongado na depressão ou inativação do sistema motor quando fornecido a animais sensíveis. Sonolência, apatia, excitação paradoxal em animais predispostos, diminuição do limiar convulsivo, hipotermia com participação periférica; bradicardia que pode ser mascarada taquicardia reflexa à hipotensão; em felinos pode diminuir a produção de lágrimas.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso deve ser evitado em fêmeas gestantes

SUPERDOSAGEM

Superdosagens podem causar hipotensão, depressão do SNC, edema pulmonar e hiperemia e outros sinais extrapiramidais.

MONITORAMENTO

Em caso de administração por via parenteral, monitorar possível aparecimento de arritmias cardíacas.

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Referências Bibliográficas

MASSONE, F. Anestesiologia Veterinária: Farmacologia e Técnicas. 5ª ed. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2008 p.592

MONTIANE-FERREIRA, F. et al. Perspectivas para utilização do haloperidol na medicina de pequenos animais. Arq. ciên. vet. zool. UNIPAR, 2(2): ago/dez., 1999

SPINOSA, H. S.; GÓRNIAK, S. L. Tranquilizantes, relaxantes musculates de ação central e antidepressivos. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.