Ivermectan Pet 6,0 mg (8 x 8 mm)

Ivermectan Pet 12,0 mg (13 x 13 mm)

Sobre

Princípio(s) Ativo(s)

  • Ivermectina

Classificaçāo

Endectoparasiticida

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães

COMPOSIÇÃO

IVERMECTAN PET 3,0 mg - Cada comprimido contém:

Ivermectina 3,0 mg

Excipiente q.s.p. 130 mg


IVERMECTAN PET 6,0 mg - Cada comprimido contém:

Ivermectina 6,0 mg

Excipiente q.s.p. 260 mg


IVERMECTAN PET 12,0 mg - Cada comprimido contém:

Ivermectina 12,0 mg

Excipiente q.s.p. 520 mg

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Remova da embalagem de alumínio (strip) apenas a quantidade de comprimidos necessária por dose. Retorne o strip, com os comprimidos restantes, à caixa para protegê-los.Os animais tratados devem ser observados por alguns minutos após a administração do produto para garantir que nenhuma parte do comprimido seja perdida.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Ivermectan Pet 3,0 mg, comprimido (30 un)
  • - Ivermectan Pet 6,0 mg, comprimido (30 un)
  • - Ivermectan Pet 12,0 mg, comprimido (18 un)

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Ivermectan® Pet é indicado para cães no tratamento de sarna sarcóptica (Sarcoptes scabiei), sarna demodécica (Demodex canis) e verminoses gastrointestinais causadas pelo Ancylostoma sp, Toxocara canis e Trichuris sp.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

A ivermectina é contraindicada em filhotes com menos de 6 semanas de idade e em cães da raça Collie (Border Collie, Pastor de Shetland, Pastor Australiano, Whippet de pelo longo), pois estes apresentam risco aumentado de desenvolverem neurotoxicidade mesmo nas doses recomendadas. A ivermectina é ineficiente contra parasitas cetódeos e trematódeos, pois estes não utilizam o ácido gama-aminobutírico como neurotransmissor periférico.

EFEITOS ADVERSOS

Cães podem apresentar uma moderada reação, similar à hipersensibilidade, quando a ivermectina é usada em animais parasitados por microfilárias. Esta reação provavelmente está associada à morte dos parasitas. O animal ainda poderá apresentar depressão, hipotermia e vômito. Nestes casos, suspender o tratamento e consultar o Médico Veterinário. Os sinais clínicos de síndrome tóxica aguda incluem midríase (dilatação da pupila), depressão, tremores, ataxia (falta de coordenação motora), esturpor, emese (vomito), salivação e coma. Animais q foram submetidos à superdosagem ou que apresentem sinais de intoxicação devem receber tratamento sintomático de suporte. Recomenda-se o acompanhamento de um médico veterinário em casos de tratamento prolongado.

Administração e doses

Via(s)

Oral

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

- 24 / 24 horas (Sarna demodécica);

- 1x por semana (Sarna sarcóptica, em um total de 4 administrações);

- 1x por semana (Verminoses intestinais, em um total de 2 administrações).

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

- 60 a 90 dias (Sarna demodécica);

- 2 doses (Verminoses intestinais);

- 4 doses (Sarna sarcóptica).

Doses - Cães

Sarna sarcóptica

0,2 mg / kg

calcular

Sarna demodécica

0,5 mg / kg

calcular

Verminoses intestinais

0,2 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

Administrar Ivermectan Pet por via oral.

Sarna sarcóptica: 0,2 mg/kg a cada 7 dias, em um total de 4 administrações.

Sarna demodécica: 0,5 mg/kg uma vez por dia, durante 60 dias, podendo estender por até 90 dias a critério do Médico Veterinário.

Verminoses intestinais: 0,2 mg/kg a cada 7 dias, em um total de duas administrações.

Outras posologias poderão ser adotadas a critério do Médico Veterinário.

Ivermectan® Pet possui palatabilizante, sendo bem aceito pela maioria dos cães. Desta forma, o comprimido pode ser fornecido diretamente ao animal ou junto com uma pequena quantidade de alimento.

Interações medicamentosas

Observações da interação

A ivermectina pode potencializar os efeitos dos benzodiazepínicos. O uso concomitante da ivermectina com inibidores da glicoproteína-P (cetoconazol, ciclosporina A, verapamil e tamoxifen) pode causar neurotoxicidade.

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

A ivermectina imobiliza os vermes induzindo uma paralisia da musculatura. A paralisia é mediada pela potencialização e/ou ativação direta dos canais de cloro sensíveis às avermectinas, controlados pelo glutamato. Esses canais estão presentes somente nos nervos e células musculares dos invertebrados e uma vez potencializados, acarretam aumento da permeabilidade da membrana celular aos íons cloreto, com hiperpolarização dos nervos ou células musculares, resultando na paralisia e em seguida na morte do parasita. As avermectinas podem também interagir com canais de cloro mediados por outros neurotransmissores como o ácido gama-aminobutírico (GABA). A atividade seletiva do medicamento contra os parasitas e sua segurança podem ser atribuídas ao fato de nos mamíferos, os canais iônicos mediados pelo GABA só estão presentes no cérebro, e a ivermectina não atravessa a barreira hematoencefálica em situações normais; além disso, os nervos e as células musculares dos mamíferos não apresentam canais de cloro controlados por glutamato.

FARMACOCINÉTICA

A ivermectina é uma avermectina pertencente ao grupo das lactonas macrocíclicas. Após a administração oral as concentrações plasmáticas são diretamente proporcionais à dose. A concentração plasmática máxima é atingida em aproximadamente quatro ou seis horas após a administração da dose oral, com a meia vida plasmática de 36 horas. A metabolização da ivermectina é hepática e a maior concentração tissular (tecidos) é encontrada no fígado e no tecido adiposo. A ivermectina quando utilizada sob as dosagens recomendadas, não atravessa com facilidade a barreira hematoencefalica devido ao seu alto peso molecular e às glicoproteinas-P presentes no local, que atuam limitando o acesso do medicamento ao cerebro dos animais. Entretanto, existem relatos de neurotoxicidade em cães da raça collie, pelo fato de apresentarem mutação no gene responsável pela produção dessas glicoproteinas-P (VER CONTRAINDICAÇÕES). A ivermectina e/ou seus metabólitos são excretados quase exclusivamente nas fezes em um período estimado de 12 dias e menos de 1% da dose administrada é excretada na urina na forma conjugada ou inalterada.

EFEITOS ADVERSOS

Cães podem apresentar uma moderada reação, similar à hipersensibilidade, quando a ivermectina é usada em animais parasitados por microfilárias. Esta reação provavelmente está associada à morte dos parasitas. O animal ainda poderá apresentar depressão, hipotermia e vômito. Nestes casos, suspender o tratamento e consultar o Médico Veterinário. Os sinais clínicos de síndrome tóxica aguda incluem midríase (dilatação da pupila), depressão, tremores, ataxia (falta de coordenação motora), esturpor, emese (vomito), salivação e coma. Animais q foram submetidos à superdosagem ou que apresentem sinais de intoxicação devem receber tratamento sintomático de suporte. Recomenda-se o acompanhamento de um médico veterinário em casos de tratamento prolongado.

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Referências Bibliográficas

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