Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Estreptomicina

Classificaçāo

Antibiótico (grupo Aminoglicosídeos)

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Informe ao Médico Veterinário a ocorrência de gestação ou lactação durante ou logo após o tratamento.

ARMAZENAMENTO

Conservar em local seco e fresco, ao abrigo da luz solar, fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Estreptomicina

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

É indicada no tratamento a curto prazo de infecções graves causadas por cepas sensíveis de bactérias gram-negativas. A estreptomicina é utilizada no tratamento da brucelose canina são as drogas de eleição na eliminação de Leptospira dos túbulos renais de animais portadores (ANDRADE et al., 2008).

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Utilizar com cautela em pacientes neonatos, geriátricos e portadores de insuficiência renal, desordens neuromusculares, febre intensa e desidratação.

EFEITOS ADVERSOS

Poderão ocorrer como efeitos adversos nefrotoxidade, ototoxidade, bloqueio neuromuscular, erupções cutâneas e alterações hematológicas. Em animais com nefropatia, há o aumento dos efeitos tóxicos, uma vez que há grandes níveis do antimicrobiano na circulação.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não recomenda-se o uso em fêmeas gestantes ou lactantes.

SUPERDOSAGEM

O tratamento prolongado ou em altas doses com aminoglicosídeos pode provocar necrose tubular aguda, bloqueio neuromuscular, apnéia em casos de injeções intravenosas rápidas e síndrome de neurite óptica reversível.

Administração e doses

Via(s)

SC

IM

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

8/8 horas

Doses

Recomendado

Cães e Gatos

8 - 12 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

Devem ser realizados exames bacteriológicos para a identificação do agente causal e sua sensibilidade à estreptomicina.

Interações medicamentosas

Esse produto não contém interações, pois não há referências sobre ou ainda não foi preenchida por nossa equipe técnica.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Estes antibióticos interferem na síntese proteica bacteriana, promovendo a formação de proteínas defeituosas. Os aminoglicosídeos ligam-se à subunidade 30 S do ribossoma, provocando a leitura incorreta do códifo genético e, consequentemente, permitem a incorporação de aminoácidos incorretos na cadeia polipeptidica que está sendo formada no ribossoma. a proteína defeituosa é fundamental para o metabolismo da bactéria, levando à morte celular (SPINOSA, 2006).

FARMACOCINÉTICA

A absorção dos aminoglicosídeos no trato digestivo é desprezível, porém são ativos na luz intestinal, quando administrados via oral. Para o tratamento de infecções sistêmicas recomenda-se o uso da via parenteral. Em geral, estes antibióticos ligam-se pouco às proteínas plasmáticas e não são biotransformados de maneira significante no organismo do animal. A eliminação renal do agente na sua forma ativa ocorre por filtração glomerular; a ocorrência de nefropatia pode provocar níveis altos de aminoglicosídeos na circulação, favorecendo o aparecimento de efeitos tóxicos.

EFEITOS ADVERSOS

Poderão ocorrer como efeitos adversos nefrotoxidade, ototoxidade, bloqueio neuromuscular, erupções cutâneas e alterações hematológicas. Em animais com nefropatia, há o aumento dos efeitos tóxicos, uma vez que há grandes níveis do antimicrobiano na circulação.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Não recomenda-se o uso em fêmeas gestantes ou lactantes.

SUPERDOSAGEM

O tratamento prolongado ou em altas doses com aminoglicosídeos pode provocar necrose tubular aguda, bloqueio neuromuscular, apnéia em casos de injeções intravenosas rápidas e síndrome de neurite óptica reversível.

MONITORAMENTO

Em tratamentos orais e parenterais com aminoglicosídeos, deve ser avaliada com frequência a função renal (uréia, creatinina) do paciente, bem como a densidade de urina, aumento da excreção de proteína e a presença de cilindros ou células, através da urinálise

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Referências Bibliográficas

ANDRADE, S.F. et al. Quimioterápicos, antimicrobianos e quimioterápicos. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica Veterinária, 3 ed. São Paulo:

Editora Roca, 2008

GARNICA, G. L. et al. Uveítis anterior como manifestación de brucelosis: Reporte de un caso y revisión de literatura. Enfermedades Infecciosas y Microbiología, vol. 30, núm. 2, abril-junio 2010

RIBEIRO, J. M. M. G. et al. Brucelose canina - relato de caso. Arq. Inst. Biol., São Paulo, v.69, n.4, p.103-106, out./dez., 2002

SCARTEZZINI, M. et al. Diagnóstico bacteriológico de diversas patologias de cães e gatos e verificação da suscetibilidade a antimicrobianos.Veterinária em Foco, v.8, n.2, jan./jun. 2011

SPINOSA, H. S. Antibióticos: aminoglicosídeos, polimixinas, bacitracina e vancomicina. SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

VIEIRA, F. C.; PINHEIRO, V. A. Monografias farmacêuticas. In: VIEIRA, F. C.; PINHEIRO, V. A. Formulário veterinário farmacêutico. 1. ed. São Paulo: Pharmabooks, 2004