Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Miconazol

Classificaçāo

Antifúngico

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Informe ao Médico Veterinário a ocorrência de gestação ou lactação durante ou logo após o tratamento.

A interrupção do tratamento e a modificação de dose não devem ser feitas sem a orientação do Médico Veterinário. Os microrganismos são capazes de desenvolver resistência nos casos de subdosagem.

O medicamento só deve ser prescrito por um Médico Veterinário. O uso indiscriminado de antifúngicos pode ser perigoso para a saúde dos animais.

ARMAZENAMENTO

Conservar em local seco, entre 5°C e 30°C, ao abrigo da luz solar direta e fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Miconazol

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

É indicado na dermatofitose, malasseziose, candidíase mucocutânea, genital ou auricular (VIEIRA & PINHEIRO, 2004)

EFEITOS ADVERSOS

É raro ocorrer reação na aplicação tópica, mas pode há relatos de prurido, queimação e irritação local.

Administração e doses

Via(s)

Tópica

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

12/12 horas

24/24 horas

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

Para terapia tópica: No mínimo 30 dias

Interações medicamentosas

Esse produto não contém interações, pois não há referências sobre ou ainda não foi preenchida por nossa equipe técnica.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Os imidazóis interferem na síntese do ergosterol na membrana celular fúngica, inibindo a desmetilação do lanosterol, que é um precursor do esterol. O acúmulo deste altera vários sistemas enzimáticos e a permeabilidade da membrana, conduzindo à difusão de potássio intracelular e à morte celular. Adicionalmente, esses compostos interferem na síntese de ácidos graxos, triglicerídeos e ácidos nucléicos, além de inibirem enzimas oxidativas e o citocromo c peroxidativo, o que leva a um aumento intracelular da geração de produtos de rivados do oxigênio. Quando em baixas doses, essas drogas são fungistáticas, porém quando em alta concentração, elas da nificam rapidamente a membrana celular fúngica, possuindo efeito fungicida (FARIAS & GIUFFRIDA, 2008).

FARMACOCINÉTICA

Quando aplicado topicamente, é rapidamente absorvido. Atinge concentrações terapêuticas nos ossos, articulações e tecido pulmonar. A biotransformação ocorre no fígado e a excreção pelos rins.

EFEITOS ADVERSOS

É raro ocorrer reação na aplicação tópica, mas pode há relatos de prurido, queimação e irritação local.

MONITORAMENTO

Deve ser monitorada a eficácia do tratamento, caso não haja melhora do paciente, nova terapia deve ser estabelecida.

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Referências Bibliográficas

COSTA, E. O.; GÓRNIAK, S. L. Agentes antifúngicos e antivirais. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

FARIAS, M. R.; GIUFFRIDA, R. Antifúngicos. In: In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica Veterinária, 3 ed. São Paulo: Editora Roca, 2008, 912 p.

NOBRE, M. O. et al. Drogas antifúngicas para pequenos e grandes animais. Ciência Rural, Santa Maria, v.32, n.1, p.175-184, 2002

VIEIRA, F. C.; PINHEIRO, V. A. Monografias farmacêuticas. In: VIEIRA, F. C.; PINHEIRO, V. A. Formulário veterinário farmacêutico. 1. ed. São Paulo: Pharmabooks, 2004