Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Diclorvos

Classificaçāo

Ectoparasiticida

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Informe o médico veterinário sobre efeitos adversos observados durante o uso deste medicamento.

Apresentações e concentrações

Opções veterinárias

Apresentações e concentrações

  • - Diclorvos

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Ectoparasiticida.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Contraindicado em gatos.

EFEITOS ADVERSOS

Intoxicações podem ocorrer em decorrência do uso de organofosforados animais susceptíveis ou quando usado em doses elevadas.

Os principais efeitos são: náusea, vômito, diarreia, dor abdominal, polaciúria, sialorréia, sudorese, bradicardia, miose, tremores musculares e espasmos (ALMEIDA e AYRES, 2011; SANTARÉM, 2008)

Os efeitos no SNC podem causar tanto estimulação como depressão.

Os gatos aprasentam sensibilidade ao uso de organofosforados. A intoxicação causada nesses animais pode levar a danos neurológicos.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Estudos em ratas gestantes utilizando coleiras impregnadas não observaram efeitos tóxicos (SOUZA, 2006), porém o uso de organofosforados em animais gestantes deve ser feito com cautela e sob avaliação do médico veterinário.

SUPERDOSAGEM

As intoxicações causam efeitos muscarínicos, nicotínicos e no SNC.

O tratamento com sulfato de atropina (antagonista competitivo dos receptores muscarínicos) auxilia na redução dos efeitos tóxicos causados pelos organofosforados.

Administração e doses

Via(s)

Tópica

Videos da(s) via(s)

Interações medicamentosas

Esse produto não contém interações, pois não há referências sobre ou ainda não foi preenchida por nossa equipe técnica.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

Os organofosforados atuam bloqueando a degradação da acetilcolina através da inibição irreversível da acetilcolinesterase.

Com a neurotransmissão sináptica danificada, o parasito sofre uma paralisia espástica.

FARMACOCINÉTICA

Apesar dos organofosforados serem bem absorvidos por administração oral, quando atingem o intestino delgado podem ser parcialmente hidrolizados por apresentarem instabilidade em meio alcalino (ALMEIDA e AYRES, 2011).

Por serem lipossolúveis apresentam boa absorção pela pele ou mucosas, e são rapidamente distribuídos e oxidados no fígado, em seguida sendo eliminados pela urina.

EFEITOS ADVERSOS

Intoxicações podem ocorrer em decorrência do uso de organofosforados animais susceptíveis ou quando usado em doses elevadas.

Os principais efeitos são: náusea, vômito, diarreia, dor abdominal, polaciúria, sialorréia, sudorese, bradicardia, miose, tremores musculares e espasmos (ALMEIDA e AYRES, 2011; SANTARÉM, 2008)

Os efeitos no SNC podem causar tanto estimulação como depressão.

Os gatos aprasentam sensibilidade ao uso de organofosforados. A intoxicação causada nesses animais pode levar a danos neurológicos.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

Estudos em ratas gestantes utilizando coleiras impregnadas não observaram efeitos tóxicos (SOUZA, 2006), porém o uso de organofosforados em animais gestantes deve ser feito com cautela e sob avaliação do médico veterinário.

SUPERDOSAGEM

As intoxicações causam efeitos muscarínicos, nicotínicos e no SNC.

O tratamento com sulfato de atropina (antagonista competitivo dos receptores muscarínicos) auxilia na redução dos efeitos tóxicos causados pelos organofosforados.

MONITORAMENTO

Monitorar sinais de intoxicação aguda.

Avaliações

Como você avaliaria a performance do produto?

Desempenho do Produto

Muito satisfatório
Satisfatório
Insatisfatório
Muito insatisfatório

Distribuidores

Este produto ainda não tem distribuidores

Referências Bibliográficas

ALMEIDA, M. A. O e AYRES, M. C. C. Agentes Antinematódeos. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

SANTARÉM, V. A et al. Endo e Ectoparasiticidas. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica veterinária. 3ª ed. – São Paulo: Roca, 2008.

SOUZA, Jaqueline Pérola de et al. Brain cholinesterase activity and the behavior of rats after perinatal exposure to dichlorvos. Ciência Rural, v. 36, n. 2, p. 501-508, 2006.