Sobre

Aviso

Este medicamento é de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Diazinon

Classificaçāo

Ectoparasiticida

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Evitar o contato de pele, olhos e boca com inseticidas.

Utilizar equipamentos de proteção durante a aplicação.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Diazinon

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Tratamento e prevenção de pulgas.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Não é recomendado para cães com idade inferior a 8 semanas.

EFEITOS ADVERSOS

Intoxicações podem ocorrer em decorrência do uso de organofosforados animais susceptíveis ou quando usado em doses elevadas.

Os principais efeitos são: náusea, vômito, diarreia, dor abdominal, polaciúria, sialorréia, sudorese, bradicardia, miose, tremores musculares e espasmos (ALMEIDA e AYRES, 2011; SANTARÉM, 2008).

Os efeitos no SNC podem causar tanto estimulação como depressão.

SUPERDOSAGEM

O tratamento com sulfato de atropina (antagonista competitivo dos receptores muscarínicos) auxilia na redução dos efeitos tóxicos causados pelos organofosforados.

Administração e doses

Via(s)

Tópica

Videos da(s) via(s)

OBSERVAÇÕES

Comumente apresentado em formulações de shampoo e coleira.

Interações medicamentosas

Carbamatos

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento da toxicidade

Conduta

Incompatível

Observações da interação

Antídoto: Sulfato de Atropina, pelas vias IM ou IV: 1 a 6 mg a cada 5 a 30 minutos, até atropinização leve

Morfina

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Hipotensão e fibrilação cardíaca

Conduta

Incompatível

Observações da interação

Antídoto: Sulfato de Atropina, pelas vias IM ou IV: 1 a 6 mg a cada 5 a 30 minutos, até atropinização leve

Organofosforados

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento da toxicidade

Conduta

Incompatível

Observações da interação

Sulfato de Atropina, pelas vias IM ou IV: 1 a 6 mg a cada 5 a 30 minutos, até atropinização leve

Teofilinas

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Hipotensão e fibrilação cardíaca

Conduta

Incompatível

Observações da interação

Antídoto: Sulfato de Atropina, pelas vias IM ou IV: 1 a 6 mg a cada 5 a 30 minutos, até atropinização leve

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

COMPATIBILIDADE

Comumente utilizado em associação com Cipermetrina ou Clorpirifós.

FARMACODINÂMICA

Os organofosforados atuam bloqueando a degradação da acetilcolina através da inibição irreversível da acetilcolinesterase.

Com a neurotransmissão sináptica danificada, o parasito sofre uma paralisia espástica.

FARMACOCINÉTICA

Por serem lipossolúveis apresentam boa absorção pela pele ou mucosas, e são rapidamente distribuídos e oxidados no fígado, em seguida sendo eliminados pela urina.

EFEITOS ADVERSOS

Intoxicações podem ocorrer em decorrência do uso de organofosforados animais susceptíveis ou quando usado em doses elevadas.

Os principais efeitos são: náusea, vômito, diarreia, dor abdominal, polaciúria, sialorréia, sudorese, bradicardia, miose, tremores musculares e espasmos (ALMEIDA e AYRES, 2011; SANTARÉM, 2008).

Os efeitos no SNC podem causar tanto estimulação como depressão.

SUPERDOSAGEM

O tratamento com sulfato de atropina (antagonista competitivo dos receptores muscarínicos) auxilia na redução dos efeitos tóxicos causados pelos organofosforados.

MONITORAMENTO

Monitorar quanto ao surgimento de resistência parasitária.

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Referências Bibliográficas

ALMEIDA, M. A. O e AYRES, M. C. C. Agentes Antinematódeos. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

SANTARÉM, V. A et al. Endo e Ectoparasiticidas. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica veterinária. 3ª ed. – São Paulo: Roca, 2008.