Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Amitraz

Classificaçāo

Ectoparasiticida

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

O amitraz pode ser tóxico para gatos. Respeite a indicação e dose informadas na bula do produto.

Evitar o contato direto da pele, olhos e boca com inseticidas.

Pessoas diabéticas, cardiopatas, hipotensas ou que apresentem mal de Parkinson ou estejam sob tratamento com fármacos alfa-adrenérgicos ou inibidores de MAO (utilizado como anti-depressivo) devem evitar o contato com Amitraz.

ARMAZENAMENTO

Armazenar ao abrigo de luz.

Apresentações e concentrações

Opções veterinárias

Apresentações e concentrações

  • - Amitraz

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Indicado para o controle de ectoparasitas.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Utilize apenas nas espécies e idades indicadas na bula do produto.

Não indicado para cães com idade inferior a 4 meses.

Contraindicado para animais diabéticos e cardiopatas.

A atropina potencializa os efeitos do amitraz.

EFEITOS ADVERSOS

Gatos são sensíveis ao amitraz, apresentando sinais de intoxicação em doses acima da terapêutica.

A dosagem deve ser calculada com exatidão para essa espécie.

Em doses terapêuticas podem apresentar hipotermina, hipotensão, salivação, vômito e midríase (ANDRADE, 2007).

SUPERDOSAGEM

Sinais de intoxicação são: sedação, hipotermia, alterações cardíacas, hipotensão, bradipnéia, midríase e aumento termporário da glicemia (ANDRADE, 2008.), além de vômito, diarreia, poliúria, sialorréia, prurido e impactação intestinal.

A yoimbina na dosagem de 0,1 mg/kg pode ser utilizada como antídoto no tratamento de intoxicações (VIEIRA e PINHEIRO, 2004).

Administração e doses

Via(s)

Tópica

Videos da(s) via(s)

Interações medicamentosas

Esse produto não contém interações, pois não há referências sobre ou ainda não foi preenchida por nossa equipe técnica.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

O amitraz atua como inibidor da monoaminoxidase (MAO) e da síntese de prostaglandinas nos artrópodes.

Ainda têm ação sobre teleóginas impedindo a deposição de ovos.

FARMACOCINÉTICA

A absorção ocorre pela pele íntegra e mucosas, porém é facilitada quando existe inflamação ou em locais lesionados.

Por via oral é rapidamente hidrolisado por ser instável em meio ácido. É metabolizado no fígado e excretado através da urina e bile.

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

Pode causar hipotensão e bradicardia, além do aumentos de níveis séricos de glicose em gatos (ANDRADE, 2007).

Pode causar bracicardia em cães (FARIAS et al, 2008).

EFEITOS ADVERSOS

Gatos são sensíveis ao amitraz, apresentando sinais de intoxicação em doses acima da terapêutica.

A dosagem deve ser calculada com exatidão para essa espécie.

Em doses terapêuticas podem apresentar hipotermina, hipotensão, salivação, vômito e midríase (ANDRADE, 2007).

SUPERDOSAGEM

Sinais de intoxicação são: sedação, hipotermia, alterações cardíacas, hipotensão, bradipnéia, midríase e aumento termporário da glicemia (ANDRADE, 2008.), além de vômito, diarreia, poliúria, sialorréia, prurido e impactação intestinal.

A yoimbina na dosagem de 0,1 mg/kg pode ser utilizada como antídoto no tratamento de intoxicações (VIEIRA e PINHEIRO, 2004).

MONITORAMENTO

Monitorar quanto ao surgimento de resistência parasitária.

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Referências Bibliográficas

ANDRADE, Silvia Franco et al. Uso tópico do amitraz em concentração terapêutica em gatos. Ciência Rural, v. 37, n. 4, p. 1027-1032, 2007.

ANDRADE, Silvia Franco et al. Estudo comparativo da intoxicação experimental por amitraz entre cães e gatos. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, v. 45, n. 1, p. 17-23, 2008.

FARIAS, A.; VALADÃO, C. A. A.; OLESKOVICZ, N. ESTUDO ELETROCARDIOGRÁFICO EM CÃES SUBMETIDOS À APLICAÇÃO INTRAVENOSA DE AMITRAZ. Ars Veterinaria, v. 21, n. 4, p. 109-115, 2008.

VIEIRA F. C e PINHEIRO V. A. Monografias Farmacêuticas. In: VIEIRA F. C e PINHEIRO V. A. Formulário Veterinário Farmacêutico. 1ª edição, São Paulo: Pharmabooks, 2004.