Sobre

Aviso

Este medicamento pode ser encontrado em apresentações de uso humano, porém com literatura técnica que baseia seu uso na medicina veterinária. O uso de suas informações é de responsabilidade do médico veterinário.

Princípio(s) Ativo(s)

  • Espiramicina

Classificaçāo

Antibiótico (grupo Macrolídeos)

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Cães e Gatos

ARMAZENAMENTO

Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Espiramicina, comprimido
  • - Rovamicina, comprimido (16 un)
  • - Rovamicina, comprimido (16 un)

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Os macrolídeos estão indicados no tratamento de todos os germes sensíveis. São especialmente utilizados na terapia das campilobacterioses entéricas, piodermites caninas, micoplasmoses e clamidioses e, em particular, a espiramicina no tratamento de infecções bucais.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

É contraindicada para indivíduos com hipersensibilidade comprovada aos macrolídeos em geral, à espiramicina.

EFEITOS ADVERSOS

Os sinais mais comuns são do trato digestivo. Em humanos há relatos de reações cutâneas severas.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso durante a gestação e lactação deve ser cuidadosamente avaliado pelo clínico.

SUPERDOSAGEM

Os macrolídeos são hepatotóxicos em doses elevadas e/ou prolongadas.

Administração e doses

Via(s)

Oral

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

24/24 horas

Doses

Recomendado

Cães e Gatos

23,4 mg / kg

calcular

Interações medicamentosas

Esse produto não contém interações, pois não há referências sobre ou ainda não foi preenchida por nossa equipe técnica.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

O macrolídeos se ligam à fração 50S do ribossomo bacteriano, impedindo a síntese proteica. Outros antibióticos que competem pelo mesmo local de ligação (clo-ranfenicol, lincosamidas, clindamicina) não devem ser utilizados em associação com essas drogas. São antibióticos bacteriostáticos.

FARMACOCINÉTICA

Difundem-se bem por todos os tecidos corpóreos, pois são muito lipossolúveis, mas não atingem concentrações terapêuticas em ouvido médio e SNC. Todos os macrolídeos penetram muito bem no meio intracelular. A espiramicina, em particular, atinge boas concentrações na saliva.

EFEITOS ADVERSOS

Os sinais mais comuns são do trato digestivo. Em humanos há relatos de reações cutâneas severas.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso durante a gestação e lactação deve ser cuidadosamente avaliado pelo clínico.

SUPERDOSAGEM

Os macrolídeos são hepatotóxicos em doses elevadas e/ou prolongadas.

MONITORAMENTO

Monitorar possível surgimento de sinais adversos.

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Referências Bibliográficas

AVISO: algumas informações foram retiradas da bula do medicamento referência, que consta na base de dados da ANVISA. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/index.asp>

ANDRADE, S. F. et al. Quimioterápicos, antimicrobianos e quimioterápicos. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica Veterinária, 3 ed. São Paulo: Editora Roca, 2008, 912 p. .

ANDRADE, S. F. e CAMARGO, P. L. Terapêutica do Sistema Digestivo de Pequenos Animais. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica veterinária. 3ª ed. – São Paulo: Roca, 2008.