Sobre

Princípio(s) Ativo(s)

  • Ampicilina
  • Sulbactam

Classificaçāo

Antibiótico (grupo Penicilinas)

Receita

Controle Especial - Humano

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Informe ao Médico Veterinário a ocorrência de gestação ou lactação durante ou logo após o tratamento.

A interrupção do tratamento e a modificação de dose não devem ser feitas sem a orientação do Médico Veterinário. Os microrganismos são capazes de desenvolver resistência nos casos de subdosagem.

O medicamento só deve ser prescrito por um Médico Veterinário. O uso indiscriminado de antimicrobianos pode ser perigoso para a saúde dos animais.

As embalagens vazias podem ser recicladas ou descartadas no lixo comum após serem inutilizadas.

Continue o tratamento pelo tempo determinado pelo médico veterinário, mesmo se o animal apresentar melhora.

ARMAZENAMENTO

Deve ser armazenado em sua embalagem original, em temperatura ambiente (15°C a 30°C), protegido da luz e umidade e fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Ampicilina sódica 2g + Sulbactam sódico 1g, solução injetável
  • - Ampicilina sódica 2g + Sulbactam sódico 1g, pó para solução injetável
  • - Ampicilina sódica 1g + Sulbactam sódico 0,5g, pó para solução injetável

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

A associação é usada para o tratamento de infecções bacterianas em que pode haver resistência à ampicilina.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

É contra-indicada aos pacientes com hipersensibilidade a penicilina.

EFEITOS ADVERSOS

A ampicilina pode causar alergias em cães. Outros efeitos relatados em cães são dispnéia, edema e taquicardia.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso seguro durante a gestação não foi estabelecido, embora não existam relatos de problemas fetais relacionados ao uso, logo a ampicilina pode ser usada na gestação desde que os benefícios potenciais sejam maiores que os riscos potenciais associados ao tratamento. A ampicilina é excretada no leite, porém em quantidades mínimas.

SUPERDOSAGEM

Altas doses ou tratamento prolongado podem causar neurotoxicidade, como ataxia em cães.

Administração e doses

Via(s)

IV

IM

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

8/8 horas

Doses

Recomendado

Cães e Gatos

10 - 20 mg / kg

calcular

OBSERVAÇÕES

A associação de ampicilina + sulbactam só pode ser administrada em forma injetável.

Em casos de infecções graves, a dosagem pode ser aumentada em até 40 mg/kg por via parenteral, a critério do Médico Veterinário. A escolha do antimicrobiano deve ser baseada na experiência do clínico, resultados dos testes de sensibilidade e função renal do paciente (CALVERT, 1982).

A administração do medicamento por via parenteral, deve seguir os procedimentos de assepsia e utilização de seringas e agulhas descartáveis.

Interações medicamentosas

Esse produto não contém interações, pois não há referências sobre ou ainda não foi preenchida por nossa equipe técnica.

Farmacologia

COMPATIBILIDADE

O conteúdo do frasco pode ser reconstituído com água estéril para uso imediato e apresenta concentração de ampicilina de 250 mg/mL. Esta solução deve ser usada no intervalo de 1 hora após a reconstituição. Ao ser diluída em concentrações de 45 mg/mL com água estéril ou soro fisiológico a 0,9%, a estabilidade se mantém por 8 horas à temperatura ambiente ou 48 horas sob refrigeração. Em caso de preparo com solução de Ringer com lactato, a estabilidade se mantém por 8 horas à temperatura ambiente ou 24 horas sob refrigeração. A estabilidade ótima se dá com pH de 5,8. Acima deste valor, ocorre hidrólise.

FARMACODINÂMICA

A ampicilina é uma penicilina semi-sintética e pertence ao grupo dos antibióticos beta-lactâmicos, cuja principal função é impedir a síntese da parece celular dos microorganismos. A parede celular é responsável pela proteção, sustenção e manutenção da forma da bactéria, logo a supressão da sua síntese conduz à morte da célula. As penicilinas inibem a transpeptidase, enzima que participa da última etapa da síntese da parece celular (SPINOSA, 2006).

Esta formulação contém ampicilina e um inibidor da enzima bacteriana betalactamase (sulbactam). O sulbactam apresenta atividade similar à do clavulanato (associado à amoxicilina), mas não é tão ativo quanto este contra algumas enzimas Gram-negativas (p. ex., expressas por genes TEM). Devido à adição de sulbactam, seu espectro de ação é mais amplo do que o da ampicilina não associada, e inclui cepas de Staphylococcus e bacilos Gram-negativos produtores de betalactamase.

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

Pode ocorrer elevação no nível enzimático, embora os derivados das penicilinas não sejam considerados hepatotóxicos.

EFEITOS ADVERSOS

A ampicilina pode causar alergias em cães. Outros efeitos relatados em cães são dispnéia, edema e taquicardia.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso seguro durante a gestação não foi estabelecido, embora não existam relatos de problemas fetais relacionados ao uso, logo a ampicilina pode ser usada na gestação desde que os benefícios potenciais sejam maiores que os riscos potenciais associados ao tratamento. A ampicilina é excretada no leite, porém em quantidades mínimas.

SUPERDOSAGEM

Altas doses ou tratamento prolongado podem causar neurotoxicidade, como ataxia em cães.

MONITORAMENTO

Deve ser monitorada a eficácia do tratamento, caso não haja melhora do paciente, nova terapia deve ser estabelecida.

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Referências Bibliográficas

DIOGO, C. C.; CAMASSA, J. A. A. Síndrome vestibular central de causa bacteriana em cães - revisão de literatura. Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária, v. 25, 2015

LAPPIN, M. R. Quimioterapia antimicrobiana prática. In: NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Medicina interna de pequenos animais. Tradução: Aline Santana da Hora. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010

PAPICH, M. G. Manual Saunders de terapia veterinária. 3ª ed. Elsevier, Rio de Janeiro, 2012.

SPINOSA, H. S. Antibióticos beta-lactâmicos: penicilinas e cefalosporinas. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

VENTURA, F. V. C.; OLIVEIRA, S. T. de. Etiologia e terapia das endocardites bacterianas em cães - revisão. Arq. Ciênc. Vet. Zool. UNIPAR, Umuarama, v. 14, n. 2, p. 145-150, jan./jun. 2011.

VIEIRA, F. C.; PINHEIRO, V. A. Monografias farmacêuticas. In: VIEIRA, F. C.; PINHEIRO, V. A. Formulário veterinário farmacêutico. 1. ed. São Paulo: Pharmabooks, 2004 p