Sobre

Princípio(s) Ativo(s)

  • Piperacilina

Classificaçāo

Antibacteriano, Antibiótico (grupo Beta-Lactâmicos)

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães e Gatos

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

Informe ao Médico Veterinário a ocorrência de gestação ou lactação durante ou logo após o tratamento.

A interrupção do tratamento e a modificação de dose não devem ser feitas sem a orientação do Médico Veterinário. Os microrganismos são capazes de desenvolver resistência nos casos de subdosagem.

O medicamento só deve ser prescrito por um Médico Veterinário. O uso indiscriminado de antimicrobianos pode ser perigoso para a saúde dos animais.

Medicamentos parenterais devem ser bem inspecionados visualmente antes da administração, para se detectar alterações de coloração ou presença de partículas sempre que o recipiente e a solução assim o permitirem.

ARMAZENAMENTO

Após a reconstituição, a solução pode ser utilizada por até 7 dias, quando refrigerada.

Na impossibilidade de refrigeração utilizar em até 24 horas.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Piperacilina Sódica 2 g, pó liofilizado para solução injetável (1 un), Piperacilina sódica 2g + Tazobactam sódico 250mg
  • - Piperacilina Sódica 4 g, pó liofilizado para solução injetável (1 un), Piperacilina sódica 4g + Tazobactam sódico 500mg
  • - Tazocin 2 g, pó liofilizado para solução injetável (1 un), Piperacilina sódica 2g + Tazobactam sódico 250mg
  • - Tazocin 4 g, pó liofilizado para solução injetável (1 un), Piperacilina sódica 4g + Tazobactam sódico 500mg

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Indicado no tratamento de infecções do trato respiratório inferior, trato urinário, infecções da pele e tecidos moles, sepse bacteriana, infecções ginecológicas, osteoarticulares e infecções polimicrobianas.

Apresenta ação próxima à da Ampicilina, sendo ainda ativo contra Estreptococos, Pseudomonas aeruginosa e outros bacilos Gram-negativos, porém não apresenta atividade contra estafilococos resistentes à meticilina (PAPICH, 2012).

EFEITOS ADVERSOS

A penicilina, por si só, não é alergênica, porém pode formar o radical peniciloil e estes, ligando-se as proteínas do animal, pode numa segunda exposição a penicilina, provocar uma reação alérgica, manisfestando-se como reações cutâneas sem nenhuma gravidade.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso de penicilinas é considerado seguro durante a gestação e lactação, no entanto, a avaliação do clínico quanto aos benefícios e riscos do tratamento é fundamental.

SUPERDOSAGEM

Em casos de animais hipersensíveis, raramente pode ocorrer choque anafilático.

Administração e doses

Via(s)

IM

IV

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

6 / 6 horas

(PAPICH, 2012)

Recomendado

Cães e Gatos

40 mg / kg

calcular

Interações medicamentosas

Aminoglicosídeos

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento da toxicidade

Conduta

Evitar o uso

Cloranfenicol

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Subst. bacteriostáticas podem interferir com os efeitos bactericida da Piperacilina

Conduta

Incompatível

Eritromicina

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Subst. bacteriostáticas podem interferir com os efeitos bactericida da Piperacilina

Conduta

Incompatível

Probenecida

Tipo de Interação

Sinergismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Aumento dos níveis de Piperacilina

Mecanismo de Ação

Diminuição da excreção renal de Piperacilina

Conduta

Evitar o uso

Sulfamida

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Subst. bacteriostáticas podem interferir com os efeitos bactericida da Piperacilina

Conduta

Incompatível

Tetraciclina

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Subst. bacteriostáticas podem interferir com os efeitos bactericida da Piperacilina

Conduta

Incompatível

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

COMPATIBILIDADE

Não deve ser misturado com outros medicamentos no mesmo frasco ou seringa.

FARMACODINÂMICA

Impede a síntese da parede celular dos microrganismos. A parede celular é responsável pela proteção, sustentação e manutenção da forma da bactéria, logo a supressão da sua síntese conduz à morte da célula.

As penicilinas inibem a transpeptidase, enzima que participa da última etapa da síntese da parede celular (SPINOSA, 2006).

FARMACOCINÉTICA

As penicilinas se distribuem por vários tecidos, tendo dificuldade de atravessar a barreira hemato-encefálica íntegra.

Não são biotransformadas no organismo, sendo eliminadas pelos rins, 90% por secreção tubular e 10% por filtração glomerular (SPINOSA, 2006).

EFEITOS ADVERSOS

A penicilina, por si só, não é alergênica, porém pode formar o radical peniciloil e estes, ligando-se as proteínas do animal, pode numa segunda exposição a penicilina, provocar uma reação alérgica, manisfestando-se como reações cutâneas sem nenhuma gravidade.

REPRODUÇÃO, GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

O uso de penicilinas é considerado seguro durante a gestação e lactação, no entanto, a avaliação do clínico quanto aos benefícios e riscos do tratamento é fundamental.

SUPERDOSAGEM

Em casos de animais hipersensíveis, raramente pode ocorrer choque anafilático.

MONITORAMENTO

Deve ser monitorada a eficácia do tratamento, caso não haja melhora do paciente, nova terapia deve ser estabelecida.

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Referências Bibliográficas

ANDRADE, S.F. et al. Quimioterápicos, antimicrobianos e quimioterápicos. In: ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica Veterinária, 3 ed. São Paulo: Editora Roca, 2008, 912 p. .

CALVERT, C. A. Valvular bacterial endocarditis in the dog. Journal of the American Veterinary Medical Association, v. 180, n. 9, p. 1080-1084, 1982.

SPINOSA, H. S. Antibióticos beta-lactâmicos: penicilinas e cefalosporinas. In: SPINOSA H. S. et al. Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

VIEIRA, F. C.; PINHEIRO, V. A. Monografias farmacêuticas. In: VIEIRA, F. C.; PINHEIRO, V. A. Formulário veterinário farmacêutico. 1. ed. São Paulo: Pharmabooks, 2004.

PAPICH, M. G. Manual Saunders de terapia veterinária: pequenos e grandes animais. [tradução Silvia m. Spada et al.]. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.