Rimadyl 25 mg, comprimido (10 x 10 mm)

Rimadyl 75 mg, comprimido (16 x 14 mm)

Rimadyl 100 mg, comprimido (17 x 17 mm)

Sobre

Princípio(s) Ativo(s)

  • Carprofeno

Classificaçāo

Anti-inflamatório Não Esteroidal (AINE)

Receita

Receita Simples

Espécies

Cães

COMPOSIÇÃO

Rimadyl comprimidos

Cada 100 g contém:

Carprofeno (concentrado) 16,666 g

Excipiente q.s.p. 100,000 g


Rimadyl Injetável

Cada 100 mL contém:

Carprofeno 5 g

Veículo q.s.p. 100 mL

INFORMAÇÕES AO CLIENTE

A grande maioria dos pacientes com reações adversas relacionadas à droga foi recuperada quando os sinais foram reconhecidos, a droga retirada e iniciados cuidados

veterinários, quando necessário. Os proprietários devem ser informados da importância de verificações periódicas para todos os cães durante administração de qualquer AINEs (droga antiinflamatória não esteroidal).

PRECAUÇÕES:

- Mantenha fora do alcance de crianças.

- Não usar em gatos.

- Não usar em humanos, consultar um médico em caso de ingestão acidental.

- Usar somente em cães.

ARMAZENAMENTO

Comprimidos: deve ser armazenado em local seguro, fora do alcance de cães.

Injetável: conservar sob refrigeração de 2°C a 8°C.

Apresentações e concentrações

Apresentações e concentrações

  • - Rimadyl 25 mg, comprimido mastigável (14 un)
  • - Rimadyl 75 mg, comprimido mastigável (14 un)
  • - Rimadyl 100 mg, comprimido mastigável (14 un)
  • - Rimadyl Injetável 5%, frasco-ampola (20 mL)

Indicações e contraindicações

INDICAÇÕES

Para o alívio da dor e inflamação em cães, alívio de sinais associados com osteoartrite e controle da dor associada a cirurgias ortopédicas e de tecidos moles, em cães.

CONTRAINDICAÇÕES / PRECAUÇÕES

Rimadyl não deve ser usado em cães exibindo hipersensibilidade anterior ao carprofeno. Rimadyl® não é recomendado para uso em cães com desordens hemorrágicas (por ex. doença de Von Willebrand), uma vez que não foi determinada a segurança em cães com estas desordens.

EFEITOS ADVERSOS

Os efeitos mais frequentemente relatados têm sido sinais gastrintestinais. Também têm sido relatados eventos envolvendo suspeita de efeitos renal, hematológico, neurológico, dermatológico e hepático. Pacientes correndo grande risco de toxicidade renal são aqueles que estão desidratados sob tratamento diurético concomitante ou aqueles com disfunção renal, cardiovascular e/ou hepática. Desde que muitos AINEs possuem potencial para induzir ulceração gastrintestinal, o uso concomitante

de Rimadyl® com outras drogas antiinflamatórias, como corticosteróides e AINEs, deve ser evitado ou monitorado cuidadosamente. Sensibilidade à droga associada com

reações adversas varia com a individualidade do paciente. Por exemplo, o tratamento com Rimadyl® não foi associado com toxicidade renal ou ulceração gastrintestinal em estudos de segurança bem controlados de até 10 vezes a dose em cães.

SUPERDOSAGEM

Em estudos de segurança na espécie alvo, Rimadyl® foi administrado em cães 1, 3 e 5 vezes a dosagem recomendada por 42 dias consecutivos sem reação adversa significativa. A albumina do soro da única fêmea, recebendo 5 vezes a dosagem recomendada, diminuiu para 2,1 g/dL após 2 semanas de tratamento, retornando ao valor de prétratamento

(2,6 g/dL) após 4 semanas e chegou a 2,3 g/dL no final das 6 semanas de avaliação. Durante as 6 semanas de período de tratamento, fezes pretas ou sanguinolentas foram observadas em um cão (1 incidente) tratado com a dosagem recomendada e num cão (2 incidentes) tratado com 3 vezes a dosagem recomendada. Vermelhidão da

mucosa do cólon foi observada em um macho que recebeu 3 vezes a dosagem recomendada.

Dois de 8 cães recebendo 10 vezes a dosagem recomendada (22 mg/kg duas vezes diariamente) durante 14 dias exibiram hipoalbuminemia. O nível médio de albumina nos

cães recebendo esta dosagem foi menor (2,38 g/dL) do que cada um dos 2 grupos placebo controle (2,88 e 2,93 g/dL respectivamente). Foram observadas três incidências de fezes pretas ou sanguinolentas em um cão. Cinco de 8 cães exibiram áreas avermelhadas da mucosa duodenal em exame patológico macroscópico. Exame histológico destas áreas não revelou evidência de ulceração, apenas mostrou ligeira congestão da lâmina própria em 2 de 5 cães.

Em outros dois estudos de segurança que duraram 13 e 52 semanas, respectivamente, foram administrados até 25,1 mg/kg/dia (5,7 vezes a dosagem diária total recomendada) de carprofeno. Em ambos os estudos, a droga foi bem tolerada clinicamente por todos os animais. Nenhuma mudança histológica ou macroscópica foi vista em quaisquer dos animais tratados. Em ambos os estudos, os cães que receberam as mais altas dosagens, tiveram aumentos médios no soro de L-alanine aminotransferase (ALT) de aproximadamente 20 UI. No estudo de 52 semanas, ocorreram mudanças dermatológicas mínimas em cães de cada um dos grupos de tratamento, mas não no controle. As mudanças foram descritas como ligeira vermelhidão ou erupções da pele e foram diagnosticadas como dermatite não específica. Existe a possibilidade de que estas lesões moderadas fossem relacionadas ao tratamento, mas nada foi observado com relação à dosagem.

Reações adversas podem incluir diminuição do apetite, vômito, diarréia, fezes escuras ou pretas, aumento do consumo de água, aumento do número de vezes que urina, gengiva pálida devido anemia, amarelamento das gengivas, da pele ou da parte branca dos olhos devido icterícia, letargia, incoordenação, doença repentina ou mudanças no comportamento.

Administração e doses

Via(s)

Oral

SC

Videos da(s) via(s)

FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO

12/12 ou 24/24 horas

DURAÇÃO DO TRATAMENTO

14 dias ou tratamento de longa duração, a critério do médico veterinário.

Doses - Cães

Via Oral

2,2 - 4,4 mg / kg

calcular

Via SC

0,5 - 1 mL / 11.4 kg

calcular

OBSERVAÇÕES

A dosagem mínima é indicada para o tratamento de 12 em 12 horas; a máxima para o de 24 em 24 horas.

Interações medicamentosas

Antiinflamatórios não-esteroidais

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Úlceras gastrintestinais e toxicidade renal

Conduta

Evitar o uso

Captopril

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido do captopril

Mecanismo de Ação

Dependente da ação das prostaglandinas sobre a vasodilatação para que haja efeito sobre os rins

Conduta

Evitar o uso

Corticosteróides

Tipo de Interação

Toxicidade

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Úlceras gastrintestinais e toxicidade renal

Conduta

Evitar o uso

Furosemida

Tipo de Interação

Antagonismo

Grau de Interação

Moderado

Efeito Clínico

Efeito terapêutico diminuido da furosemida

Mecanismo de Ação

Dependente da ação das prostaglandinas sobre a vasodilatação para que haja efeito sobre os rins

Conduta

Evitar o uso

* Aviso Legal - Interações Medicamentosas - O Aplicativo Vet Smart contém informações de interação medicamentosas em geral, que foram levantadas por pesquisa realizada pelo próprio Vet Smart, de modo que as informações médicas e sobre medicamentos não é um aconselhamento médico veterinário e não deve ser tratado como tal. Portanto, a Vet Smart não garante nem declara que a informação sobre tratamentos médicos veterinários ou interações medicamentosas do Aplicativo Vet Smart: (A) estará constantemente disponível, ou disponíveis a todos; ou (B) são verdadeiras, precisas, completas, atuais ou não enganosas.

Farmacologia

FARMACODINÂMICA

O carprofeno é um agente antiinflamatório com características analgésicas e atividade antipirética. Semelhantemente a outros antiinflamatórios não esteróides o modo exato de ação do carprofeno não foi estabelecido; entretanto, a inibição da síntese de prostaglandina explica, pelo menos, parte do seu mecanismo de ação. O carprofeno é um inibidor moderadamente potente de fosfolipase A2 e um inibidor reversível de ciclo-oxigenase (COX). Em cultura in vitro de células de origem canina, o carprofeno mostrou seletividade 129 vezes maior para COX-2, a forma induzível da enzima acima do normal em tecido machucado e inflamado, comparada com sua inibição de COX-1, a isozima que está envolvida em uma função gástrica normal. Em ratos, o carprofeno mostrou ser um bloqueador muito mais fraco de ácido araquidônico, do que a indometacina, em diarréia induzida. Este efeito do carprofeno na síntese da prostaglandina no trato gastrintestinal pode explicar sua atividade ulcerogênica relativamente baixa, comparada a outras drogas de sua classe. O carprofeno tem mostrado inibir a liberação de várias prostaglandinas em dois sistemas inflamatórios de células: leucócitos polimorfonucleares de rato (PMN) e células sinoviais reumatóides humanas. Diversos estudos demonstraram que o carprofeno tem efeitos moduladores nas respostas imunes celular e humoral. Dados também indicam que o carprofeno inibe a produção do fator ativante de osteoclasto (OAF), PGE1 e PGE2 através dos seus efeitos inibitórios da biosíntese de prostaglandinas.

FARMACOCINÉTICA

Com base na comparação de dados obtidos através de administração intravenosa, o carprofeno é rapidamente e quase completamente absorvido (mais do que 90%

biodisponível) quando administrado oralmente. Os picos de concentrações no plasma sanguíneo foram alcançados em 1-3 horas após administração oral de 1, 5 e 25 mg/kg em

cães. A média da meia-vida terminal de carprofeno é de aproximadamente 8 horas, após administração de dosagem oral única variando de 1-35 mg/kg de peso corporal. Após

administração de dosagem única intravenosa de 100 mg, a média da meia-vida de eliminação foi de aproximadamente 11,7 horas no cão. Rimadyl® é mais do que 99% ligado

à proteína no plasma e exibe um volume muito pequeno de distribuição.

O carprofeno é eliminado no cão inicialmente por biotransformação no fígado seguido por rápida excreção dos metabólitos resultantes (o éster glucoronida de carprofeno e o éter glucoronida de 2 metabólitos fenólicos, 7-hidroxi carprofeno e 8-hidroxi-carprofeno) nas fezes (70–80%) e urina (10–20%). Foi observada alguma circulação enterohepática da droga.

CONSIDERAÇÕES LABORATORIAIS

Mudanças em valores laboratoriais clínicos (hematologia e química clínica), não foram consideradas clinicamente significativas nem relatadas como reações adversas

EFEITOS ADVERSOS

Os efeitos mais frequentemente relatados têm sido sinais gastrintestinais. Também têm sido relatados eventos envolvendo suspeita de efeitos renal, hematológico, neurológico, dermatológico e hepático. Pacientes correndo grande risco de toxicidade renal são aqueles que estão desidratados sob tratamento diurético concomitante ou aqueles com disfunção renal, cardiovascular e/ou hepática. Desde que muitos AINEs possuem potencial para induzir ulceração gastrintestinal, o uso concomitante

de Rimadyl® com outras drogas antiinflamatórias, como corticosteróides e AINEs, deve ser evitado ou monitorado cuidadosamente. Sensibilidade à droga associada com

reações adversas varia com a individualidade do paciente. Por exemplo, o tratamento com Rimadyl® não foi associado com toxicidade renal ou ulceração gastrintestinal em estudos de segurança bem controlados de até 10 vezes a dose em cães.

SUPERDOSAGEM

Em estudos de segurança na espécie alvo, Rimadyl® foi administrado em cães 1, 3 e 5 vezes a dosagem recomendada por 42 dias consecutivos sem reação adversa significativa. A albumina do soro da única fêmea, recebendo 5 vezes a dosagem recomendada, diminuiu para 2,1 g/dL após 2 semanas de tratamento, retornando ao valor de prétratamento

(2,6 g/dL) após 4 semanas e chegou a 2,3 g/dL no final das 6 semanas de avaliação. Durante as 6 semanas de período de tratamento, fezes pretas ou sanguinolentas foram observadas em um cão (1 incidente) tratado com a dosagem recomendada e num cão (2 incidentes) tratado com 3 vezes a dosagem recomendada. Vermelhidão da

mucosa do cólon foi observada em um macho que recebeu 3 vezes a dosagem recomendada.

Dois de 8 cães recebendo 10 vezes a dosagem recomendada (22 mg/kg duas vezes diariamente) durante 14 dias exibiram hipoalbuminemia. O nível médio de albumina nos

cães recebendo esta dosagem foi menor (2,38 g/dL) do que cada um dos 2 grupos placebo controle (2,88 e 2,93 g/dL respectivamente). Foram observadas três incidências de fezes pretas ou sanguinolentas em um cão. Cinco de 8 cães exibiram áreas avermelhadas da mucosa duodenal em exame patológico macroscópico. Exame histológico destas áreas não revelou evidência de ulceração, apenas mostrou ligeira congestão da lâmina própria em 2 de 5 cães.

Em outros dois estudos de segurança que duraram 13 e 52 semanas, respectivamente, foram administrados até 25,1 mg/kg/dia (5,7 vezes a dosagem diária total recomendada) de carprofeno. Em ambos os estudos, a droga foi bem tolerada clinicamente por todos os animais. Nenhuma mudança histológica ou macroscópica foi vista em quaisquer dos animais tratados. Em ambos os estudos, os cães que receberam as mais altas dosagens, tiveram aumentos médios no soro de L-alanine aminotransferase (ALT) de aproximadamente 20 UI. No estudo de 52 semanas, ocorreram mudanças dermatológicas mínimas em cães de cada um dos grupos de tratamento, mas não no controle. As mudanças foram descritas como ligeira vermelhidão ou erupções da pele e foram diagnosticadas como dermatite não específica. Existe a possibilidade de que estas lesões moderadas fossem relacionadas ao tratamento, mas nada foi observado com relação à dosagem.

Reações adversas podem incluir diminuição do apetite, vômito, diarréia, fezes escuras ou pretas, aumento do consumo de água, aumento do número de vezes que urina, gengiva pálida devido anemia, amarelamento das gengivas, da pele ou da parte branca dos olhos devido icterícia, letargia, incoordenação, doença repentina ou mudanças no comportamento.

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