Diagnóstico de paciente alérgico exige controle de pulgas a carrapatos

Empresa

Bayer

Data de Publicação

15/09/2017

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Quem é médico veterinário sabe: todos os dias atendemos pelo menos um animal com prurido e lesões de pele, por causas diversas. E as dermatopatias alérgicas estão no topo dessa lista.

Para fechar o diagnóstico de DAPE (dermatite alérgica à picada de ectoparasitas), de hipersensibilidade alimentar e de atopia você deve seguir um cuidadoso passo a passo. Mas nada do que fizer terá sentido ou resultado se o paciente não estiver sob rigoroso controle de ectoparitas. Quer ver?

Imagine que seu paciente apresenta prurido e lesões de pele e que os responsáveis não aplicam nenhum parasiticida ou até aplicam, mas de forma desregrada e eventual. Qual sua primeira suspeita? DAPE, certo?

Claro que você deve fazer raspados, citologias, culturas, o que precisar para descartar a presença de outros agentes que causem lesões e purido. Mas o que vai fazer se tudo isso resultar negativo? Descartar a DAPE!

Para isso, o animal terá de ficar pelos menos três meses sem brecha nenhuma na prevenção a pulgas e carrapatos. Se ao final desse período ele estiver livre do prurido e das lesões, o diagnóstico estará fechado: é DAPE. Se ele continuar se coçando e se machucando, você terá que ir adiante em sua investigação.

Mas olha só o risco: o que vai acontecer se o responsável esquecer de reaplicar o produto no meio do caminho ou aplicar num intervalo maior do que o proposto pelo fabricante da pipeta, por exemplo? O animal continuará com pulgas, continuará se coçando e sua investigação voltará a estaca zero.

Pior: se o responsável não contar a você que houve essa falha de prevenção, você concluirá que o paciente não tem DAPE, porque ele segue se coçando, o que pode estar absolutamente errado. É aí que entra a coleira Seresto.

Seresto garante aos cães oito meses de proteção ininterrupta contra a infestação de pulgas e carrapatos, o que tira dos responsáveis o peso de reaplicar o parasiticida a cada mês e dá segurança ao seu diagnóstico.

Então, vamos considerar que o paciente foi protegido com Seresto, mas, mesmo assim, o prurido persiste ou diminuiu só um pouquinho. É a hora de investigar a hipersensibilidade alimentar.

Por 8 a 13 semanas você deverá instituir uma dieta com novas fontes de proteína e carboidrato.É isso e só isso! Todo o resto está proibido, inclusive ossinhos, petistos e palatabilizantes, que estão presentes, por exemplo, em parasiticidas de uso oral.

Portanto, aqui, não só a adesão do responsável, mas a escolha do produto pode colocar em xeque o seu diagnóstico. Já se a opção for por Seresto, não haverá risco para sua investigação.

E se o animal continuar com coceira e lesões usando Seresto e fazendo a dieta, você pode concluir, sem medo, que ele sofre de atopia, uma predisposição genética de reagir de forma excessiva a alérgenos que o cão inala, ingere ou toma contato pela pele.

Há muitos alérgenos ambientais, mas pulgas e carrapatos estão entre eles. Ou seja: um atópico não vai ficar bom só com o controle de parasitas, porque continuará exposto a outros gatilhos de alergia. Mas, sem dúvida, esse paciente se coçará muitíssimo menos se estiver livre de pulgas e carrapatos, uma das principais causas de hipersensibilidade na atopia.

E o atópico terá que ficar sem pulgas e carrapatos o resto da vida! O que, sem dúvida, ficará mais simples e seguro com Seresto, que só precisa ser reaplicado a cada oito meses.

Então, resumindo: Seresto é ideal para o manejo e o tratamento de animais alérgicos porque:

  • - tem longa duração, o que afasta a possibilidade de falhas de prevenção
  • - é de uso tópico, o que descarta a interferência de componentes do parasiticida na investigação da hipersensibilidade alimentar
  • - e, finalmente, porque expulsa e mata pulgas e carrapatos sem que eles precisem picar.